<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841</id><updated>2012-02-16T20:04:56.324Z</updated><title type='text'>Arquivo: Mais Saúde</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-6845034801150428840</id><published>2010-01-02T19:50:00.002Z</published><updated>2010-01-02T19:56:58.529Z</updated><title type='text'>ESCLEREOSE MULTIPLA: O MISTÉRIO DA SUBSTÂNCIA BRANCA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Sz-k-z2YtrI/AAAAAAAACkM/7_5-S_ZBPmI/s1600-h/escl.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422233875354531506" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Sz-k-z2YtrI/AAAAAAAACkM/7_5-S_ZBPmI/s200/escl.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é nome de filme ou livro, mas tem muito a ver com a esclerose múltipla, uma doença crónica associada à substância branca do sistema nervoso e de cujas causas se conhece ainda pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que haja em Portugal cerca de cinco mil doentes, mais mulheres do que homens, numa proporção de três para dois. Em todos a doença interfere com a capacidade do sistema nervoso central de controlar funções como a visão, a locomoção e o equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo tem a ver com a mielina, uma substância branca que envolve as fibras nervosas e que não funciona correctamente nas pessoas que sofrem de esclerose múltipla. Vejamos como tudo acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema nervoso central é constituído pelo cérebro e pela espinal medula, funcionando como uma espécie de computador ou de central de comandos. É através dele que conseguimos captar as mensagens do mundo que nos rodeia - mensagens tão básicas como ouvir, ver, cheirar, saborear e sentir. É também ele que tem a responsabilidade de coordenar as nossas actividades, das conscientes às inconscientes - andar, falar, pensar, recordar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazemo-lo de uma forma reflexa precisamente porque o sistema nervoso central se encarrega de enviar para as diferentes partes do nosso corpo as respectivas mensagens eléctricas e químicas, de que os nervos são os mensageiros. São eles que compõem o sistema nervoso periférico: a eles se deve a nossa comunicação interna na forma de impulsos eléctricos que, uma vez interpretados, nos permitem realizar cada acção e coordenar as diversas funções necessárias para essa acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sistema nervoso existem células nervosas, de uma tonalidade cinzenta, ligadas entre si e ao resto do corpo por fibras nervosas chamadas axónios. Através deles são emitidos os sinais eléctricos que permitem a comunicação intracelular. A envolvê-los têm uma substância gorda esbranquiçada, a mielina, que funciona como uma camada protectora e de isolamento e que acelera a transmissão da informação do cérebro ao resto do corpo ou de uma parte específica do corpo ao tal computador central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se sofre de esclerose múltipla há algo de errado com esta substância branca: numa primeira fase, instalam-se pequenos focos de inflamação, numa fase mais avançada vai começando a desfazer-se. Esta é a diferença em relação às pessoas saudáveis. É à volta dos vasos sanguíneos que alimentam o sistema nervoso que ocorre a inflamação, fazendo com que o sangue liberte células e fluidos e, em consequência, causando edema. É então que se inicia o processo de perda progressiva de mielina, causando dificuldades na passagem da informação através das fibras nervosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a inflamação desaparece, o sistema nervoso pode ser reparado e a mielina reconstituída. Mas acontece, em muitos casos, que essa recuperação não é completa, podendo ficar no sistema nervoso uma espécie de cicatriz - a esclerose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que se passa quando a inflamação atinge uma área mais vasta, desenrolando-se aqui também um processo gradual de desmielinização - a camada de substância branca é atacada pelas células inflamatórias, ficando cada vez mais finas e tornando cada vez mais difícil o seu papel de transmitir os impulsos eléctricos. Nos casos mais sérios, pode ocorrer mesmo um bloqueio dessa informação e a destruição de fibras nervosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perder o controlo do corpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esclerose múltipla afecta pessoas de todas as idades, mas é normalmente entre os 20 e os 40 anos que se manifestam os primeiros sinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí a evolução da doença é muito variável, dependendo da gravidade da inflamação e do ritmo a que a mielina se deteriora. Há sintomas que vão e vêm, sem razão aparente: são os surtos, seguidos de períodos de remissão. Nalguns casos, há um regresso completo ao estado anterior, noutros há sintomas que persistem durante várias semanas. E há ainda situações que se caracterizam por uma progressão gradual dos sintomas, com uma perda igualmente gradual do controlo sobre as funções do corpo, sem que se observem melhorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perder o controlo do corpo é, de facto, a característica externa mais evidente da esclerose múltipla. Em consequência da dificuldade ou bloqueio na passagem da informação em determinados circuitos nervosos, há funções que vão sendo afectadas - a visão, o equilíbrio e a locomoção são das funções mais prejudicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com frequência ocorre inflamação do nervo óptico, o que causa visão turva e embaciada, mas também dor, sobretudo quando se roda o olho. Os dois primeiros dias são mais críticos, tendendo a inflamação a desaparecer após várias semanas, embora a recuperação não seja completa. É por isso que, num quadro de stress, de cansaço ou de febre, a visão pode turvar-se novamente, sem que isso corresponda a novo surto de esclerose múltipla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função motora é uma das principais vítimas desta doença, o que se explica pelo facto de o sistema nervoso conter um grande número de fibras que controlam os movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece é que há uma perda da força muscular nos braços e nas pernas, a qual pode oscilar entre dificuldade em mover os dedos até à paralisia. Pode mesmo não haver possibilidade de recuperação. Os membros inferiores são mais afectados, pelo que é comum o recurso a auxiliares de marcha (uma bengala, muletas ou até cadeira de rodas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agarrar pequenos objectos pode ser uma tarefa árdua para os doentes escleróticos: este cenário significa que a inflamação se instalou no cerebelo, a parte do cérebro que controla o equilíbrio e a coordenação de movimentos. Resultado: as mãos tremem, os passos são atabalhoados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando são danificadas as fibras nervosas que comandam o tacto é como se houvesse uma sensação de encortiçamento nas pernas, parecendo que se caminha sobre algodão. Formigueiro, picadas, corpo dormente são outras das consequências possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os músculos afectados pontuam os da bexiga e dos intestinos, dois órgãos que estes doentes têm dificuldade em controlar. Assim, sentem com frequência aquilo a que se chama urgência urinária - a necessidade de expelir a urina aos primeiros sinais de que a bexiga está cheia. E, como têm pouca mobilidade, podem sofrer também de obstipação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor acompanha a esclerose múltipla: nos músculos das costas e das pernas, devido à dificuldade em caminhar, nas pernas e nos braços devido à contractura dos respectivos músculos, bem como na face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fadiga, dificuldades em pensar e em recordar, alterações de humor e disfunções sexuais completam este quadro de sintomas da esclerose múltipla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver com a doença é possível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esclerose múltipla é uma doença crónica, o que significa que é para a vida. Não tem cura, mas não é fatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento existe e permite lidar com os surtos, embora não faça regredir a doença. Entre os medicamentos mais usados incluem-se os corticosteróides, devido à sua capacidade para combater a inflamação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Têm, no entanto, efeitos secundários e não são adequados a todos os surtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mesmo alguns que requerem apenas repouso e paciência até que os sintomas diminuam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentes são os interferões, proteínas libertadas pelo corpo quando ocorre uma inflamação e que contribuem, nomeadamente, para reduzir a inflamação. Diminuem, pois, a probabilidade de surtos, bem como a gravidade dos mesmos, além de atenuarem os danos na mielina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento passa também por actuar sobre os sintomas específicos da esclerose múltipla, tais como o cansaço, a rigidez muscular, as alterações do tacto, as disfunções urinárias ou os problemas intestinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é complementado com alguns cuidados que os doentes podem adoptar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o repouso é essencial, de forma a poupar os músculos. Quem sofre de esclerose múltipla sabe que há dias em que qualquer esforço, por mínimo que seja, é sentido como hercúleo. E sabe também que a exaustão, tanto física como mental, pode contribuir para agravar o seu estado. Estes doentes devem, pois, ter consciência das suas limitações e não tentar ultrapassá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma doença de evolução imprevisível, a esclerose múltipla é geradora de muita ansiedade. Não raro os doentes deixam-se cair em depressão ou tornam-se intolerantes e agressivos para com os próximos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raro também fogem do convívio social, isolando-se, porventura envergonhados pelo estado de dependência em que vão ficando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instabilidade comportamental mina as relações familiares e sociais, conduzindo, por vezes, a situações de um isolamento total. Daí que sejam aconselhados a procurar apoio ao nível da psicoterapia, daí também que as associações que os representam prestem aconselhamento às famílias e demais cuidadores. Pode ser difícil lidar com a esclerose múltipla, mas é possível e desejável não ceder às limitações que a doença impõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FARMÁCIA SAÚDE &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-6845034801150428840?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/6845034801150428840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=6845034801150428840' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6845034801150428840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6845034801150428840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2010/01/esclereose-multipla-o-misterio-da.html' title='ESCLEREOSE MULTIPLA: O MISTÉRIO DA SUBSTÂNCIA BRANCA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Sz-k-z2YtrI/AAAAAAAACkM/7_5-S_ZBPmI/s72-c/escl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-8922049318602337766</id><published>2009-06-22T17:03:00.003+01:00</published><updated>2009-06-23T16:51:53.041+01:00</updated><title type='text'>PAPILOMA HUMANO: VÍRUS CAUSADOR DE CANCRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/adolescente-caries-180208.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 287px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" alt="" src="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/adolescente-caries-180208.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Prof.ª Doutora Maria Carmo Fonseca&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje sabemos que existem vários tipos de vírus capazes de provocar cancro no ser humano. No entanto, este é um conhecimento recente. A título de exemplo, foi na década de 1990 que um conjunto de múltiplos estudos científicos vieram definitivamente demonstrar que o vírus do Papiloma Humano é o causador do cancro do colo do útero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem pela primeira vez descobriu que o vírus do Papiloma Humano estava associado ao cancro do colo do útero foi um médico e investigador alemão chamado Harald zur Hausen, no início da década de 1980, mas a ideia foi inicialmente recebida com grande cepticismo pela comunidade científica internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados quase 30 anos, o enorme valor da descoberta de zur Hausen foi justamente reconhecido através da atribuição do Prémio Nobel da Medicina de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que são vírus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vírus são parasitas intracelulares desprovidos de vida própria. Os vírus só se reproduzem quando infectam uma célula. Cada tipo de vírus tem o seu próprio hospedeiro. Assim, existem vírus que infectam bactérias, outros que infectam plantas e outros ainda que infectam animais, entre os quais o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando um vírus infecta uma célula humana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que um vírus penetra numa célula provoca um desvio no normal funcionamento celular. O vírus é como um assaltante que obriga a célula a produzir novos vírus. Uma célula infectada pode dar origem a milhares de novos vírus até atingir um estado de exaustão e morrer. Nalguns casos, a célula infectada comete suicídio, tentando assim travar a propagação do vírus. Noutros casos, mais raros, a célula infectada transforma-se numa célula cancerosa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cancro não é uma única doença, mas sim um grupo de várias doenças caracterizadas por um aumento descontrolado do número de células. As células cancerosas proliferam de uma forma anormal, acabando por invadir e interferir com o funcionamento dos tecidos vizinhos. Todos os cancros são causados por alterações genéticas que vão ocorrendo ao longo da vida de um indivíduo. Algumas destas alterações acontecem espontaneamente, outras são causadas por factores do ambiente como, por exemplo, o fumo do tabaco, e outras ainda são causadas por vírus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os vírus são responsáveis por 15 a 20 por cento de todas as formas de cancro. Destes, o mais frequente é o cancro do colo do útero causado pelo vírus do Papiloma Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se o cancro do fígado, provocado pelos vírus da Hepatite B e C, certos tipos de linfoma, causados pelo vírus de Epstein-Barr, a leucemia de células T do adulto, pelo vírus Linfotrópico de Células T Humanas, e o sarcoma de Kaposi causado pelo Vírus Herpes Humano tipo 8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cancro do colo de útero é o segundo cancro mais frequente na mulher, a seguir ao da mama. O cancro do colo do útero desenvolve-se sempre em mulheres infectadas pelo vírus do Papiloma Humano. No entanto, só algumas mulheres infectadas desenvolvem cancro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem mais de cem tipos diferentes de Vírus do Papiloma Humano, dos quais cerca de 40 infectam as células dos órgãos genitais. Destes, há aproximadamente 15 tipos capazes de causar cancro. Assim, quando uma mulher está infectada, importa saber de que tipo de vírus se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tal faz-se um teste de genotipagem do vírus, ou seja este teste permite diagnosticar não só a existência do vírus HPV, como também identificar o tipo de vírus em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O vírus do Papiloma Humano&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os vírus do Papiloma Humano (VPH) que infectam os órgãos genitais classificam-se em vírus de baixo risco (por exemplo, VPH6 e VPH11) e vírus de alto risco (por exemplo, VPH16 e VPH18), consoante a sua capacidade para causar cancro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vírus do Papiloma Humano que infectam os órgãos genitais são transmitidos por contacto sexual. Por esta razão, as mulheres são infectadas quando começam a ter uma vida sexual activa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproximadamente 20 a 40 por cento das mulheres jovens sexualmente activas são infectadas pelo vírus. Na grande maioria dos casos, a infecção é debelada pelo sistema imunitário e passa completamente despercebida. Mais raramente, a infecção torna-se persistente. Na população mundial, aproximadamente uma em cada 10 mulheres está infectada de forma persistente pelo vírus, sendo a prevalência da infecção variável entre regiões. Exemplos extremos são a Espanha com uma prevalência de 1,4 por cento e a Nigéria com 25,6 por cento. As infecções persistentes dão origem a sinais clínicos facilmente detectados num exame médico. Para além do cancro do colo do útero, as infecções persistentes por vírus do Papiloma Humano de alto risco podem dar origem a cancros na vagina, vulva, pénis, ânus e boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe, ainda, nenhum medicamento para tratar a infecção pelo Vírus do Papiloma Humano. Assim, as medidas mais eficazes para evitar o cancro do colo do útero são a abstinência sexual ou a vacinação antes de iniciar actividade sexual. Importa salientar que as vacinas actualmente disponíveis são dirigidas contra os vírus de tipo 16 e 18 (VPH16 e VPH18), em conjunto responsáveis por cerca de 70 por cento dos cancros do colo do útero. Portanto, a vacina não confere protecção total. Por outro lado, a vacina não ajuda as mulheres que já foram infectadas. Por esta razão, é muito importante continuar a fazer exames ginecológicos, tanto as mulheres que nunca tomaram a vacina como as que foram vacinadas. As recomendações internacionais apontam para vacinar aos 12 anos e fazer um exame ginecológico de 3 em 3 anos, a partir dos 25 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como o VPH provoca cancro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O vírus penetra no epitélio do colo do útero através de fissuras traumáticas e infecta as células da camada mais profunda. Cerca de 90% destas infecções curam-se espontaneamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nalguns casos, raros, a molécula de ácido desoxiribonucleico (ADN) do vírus penetra no genoma da célula infectada e vai, progressivamente, alterar o funcionamento dos genes humanos que controlam a proliferação celular. Em consequência, as células do colo do útero proliferam desordenadamente e invadem os tecidos vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em média, o cancro desenvolve-se 10 a 30 anos depois da infecção pelo vírus. Apenas cerca de 0,8% das infecções dão origem a cancro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Campanha de Vacinação*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Campanha de Vacinação Contra Infecções por Papilomavírus Humano (HPV), terá lugar de 27 de Abril a 2 de Maio nas farmácias aderentes. Esta iniciativa é um contributo das farmácias para a prevenção de infecções por HPV e para a luta contra o cancro do colo do útero no nosso País, o segundo tipo de cancro mais frequente na mulher em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vacina contra infecções por HPV faz parte do Plano Nacional de Vacinação (PN V), sendo administrada, por rotina, às raparigas que completam 13 anos no respectivo ano civil. Esta vacinação de rotina será acompanhada até 2011 por uma repescagem das raparigas que completem 17 anos, iniciando-se em 2009 com as raparigas nascidas em 1992. As jovens que não se vacinem no ano recomendado para si podem, ainda, iniciar o esquema até aos 18 anos de idade, inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na farmácia, esta vacina pode ser dispensada e administrada a mulheres não abrangidas pelo PN V, ou seja, mulheres com 19 ou mais anos, desde que apresentem uma prescrição médica. Excepção para as jovens que completam 18 anos de idade em 2009 (nascidas em 1991) que, por não estarem abrangidas pelo PN V, podem também ser vacinadas na farmácia. Actualmente a vacina está indicada para mulheres até os 26 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vacina contra infecções por HPV pode adquirir-se nas farmácias mediante prescrição médica. Comprar a vacina e, de seguida, poder contar com a sua administração na farmácia representa mais conforto e conveniência para si. Também é uma garantia de que a temperatura ideal de conservação da vacina se mantém estável desde o momento da sua compra até à administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Campanha disponível em farmácias aderentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo elaborado pela Prof.ª Doutora Maria Carmo Fonseca&lt;br /&gt;Directora do Instituto de Medicina Molecular e da Genomed - Diagnósticos de Medicina Molecular, S.A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FARMÁCIA SAÚDE - ANF &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-8922049318602337766?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/8922049318602337766/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=8922049318602337766' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8922049318602337766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8922049318602337766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2009/06/papiloma-humano-virus-causador-de.html' title='PAPILOMA HUMANO: VÍRUS CAUSADOR DE CANCRO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-6538788883095728813</id><published>2009-06-15T19:29:00.003+01:00</published><updated>2009-06-15T19:42:08.615+01:00</updated><title type='text'>TESTE DO PEZINHO: UMA PICADA QUE SALVA VIDAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SjaUFoKbiAI/AAAAAAAACdc/AEPkyybTnn4/s1600-h/PEZINHO.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 186px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347624431950465026" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SjaUFoKbiAI/AAAAAAAACdc/AEPkyybTnn4/s320/PEZINHO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Andreia Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce tem, actualmente, uma taxa de cobertura de 99,4%. E, embora não seja de carácter obrigatório, o teste neo-natal funciona graças à elevada adesão por parte dos pais. Mas, para se uniformizar a picada do pezinho em todo o território, foi preciso muita teimosia e determinação por parte dos seus impulsionadores portugueses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1979, quando o Prof. Jacinto Magalhães (médico que "emprestou" o seu nome ao actual Instituto de Genética) se aventurou no rastreio da fenilcetonúria a nível nacional, muitas vozes se ergueram, "chumbando" a iniciativa com o argumento de que Portugal não tinha capacidade para seguir em frente. Mesmo com fracos recursos económicos para adquirir os equipamentos necessários, o até então director do Serviço de Genética Médica do Hospital Maria Pia, Prof. Jacinto Magalhães, e o Prof. Rui Vaz Osório lançaram uma petição no jornal para angariação de fundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários artistas aderiram a esta causa e, com o dinheiro reunido em leilão, conseguiram comprar os equipamentos que permitiam o diagnóstico da fenilcetonúria: a primeira doença rastreada no âmbito deste programa. "Foi um início à cowboy", ironiza Rui Vaz Osório, coordenador executivo da Comissão Nacional de Diagnóstico Precoce. Dois anos mais tarde, já em 1981, com a obtenção de uma nova máquina, avançou-se para o diagnóstico do hipotiroidismo congénito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com perseverança, provou-se que esta causa valia a pena. Aliás, um estudo de impacto económico, elaborado no final da década de 70, indicava que "o Estado tinha encargos 60 vezes superiores com uma criança deficiente, do que se subsidiasse um programa nacional de rastreio", esclarece Rui Vaz Osório, aludindo aos casos de fenilcetonúria e do hipotiroidismo congénito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento do Tandem Mass, um equipamento obtido pelo IGM em 2001, conseguem-se diagnosticar, actualmente, 25 doenças com apenas uma gota de sangue, colhida durante o teste do pezinho. E, se o objectivo inicial era evitar os atrasos mentais profundos, provocados pelas duas primeiras doenças rastreadas, hoje em dia já é possível afirmar, taxativamente, que este teste salva vidas. Até porque, como explica o coordenador, "muitas das patologias que se detectam no diagnóstico neo-natal podem conduzir ao coma ou mesmo à morte".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E depois do teste do pezinho...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Francisco nasceu em Junho de 1999. E, como qualquer recém-nascido, foi submetido ao teste do pezinho, um exame de diagnóstico neo-natal realizado, idealmente, entre o terceiro e quinto dias de vida. Embora não tenha coincidido com a data de nascimento, o dia da picada pode ser considerado o primeiro dia do resto da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto porque, aparentemente, e apesar de nada levantar suspeitas, o arquitecto Rui Barros Silva tomava conhecimento de que o seu filho sofria de uma doença metabólica. O diagnóstico precoce permitiu que esta criança pudesse iniciar o tratamento dietético imediato da fenilcetonúria. Graças ao teste do pezinho, Francisco, 10 anos, tem um quotidiano igual ao de muitas crianças da sua idade. A única excepção é a dieta restritiva, que tem de cumprir à risca para o resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, já fala da doença com todo o à-vontade, mas, quando se recorda dos minutos em que recebeu a notícia, Rui Barros, também presidente da APOFEN (Associação Portuguesa de Fenilcetonúria e outras doenças metabólicas), afirma ter sentido um "abalo". "O primeiro ano foi muito preocupante, porque estamos a aprender a lidar com a patologia", reitera. Valeu-lhe o apoio incondicional de toda a equipa multidisciplinar do IGM, nomeadamente a nutricionista, a quem recorria sempre que surgia uma dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso de Francisco é semelhante ao de 270 meninos e meninas, a quem foi diagnosticada a fenilcetonúria desde a implementação do teste do pezinho em Portugal. E, porque se trata de um defeito genético de uma enzima responsável pela síntese proteica, a comida destas crianças é rigidamente controlada e pesada em balança electrónica. Ao longo de toda uma vida, não se pode relaxar, nem um único dia, na prescrição dietética. Caso contrário, se não houver o cuidado de "banir" os alimentos com elevados índices proteicos da ementa diária, as consequências cerebrais poderão ser irreversíveis a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Fenil o quê"?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao receber o telefonema do IGM, Rui Barros confessa ter ficado um pouco atordoado com a informação que lhe fora transmitida. Admite que, quando foi convocado para uma reunião com Rui Vaz Osório (o médico encarregava-se de esclarecer, pessoalmente, os pais sobre a doença), a língua enrolou-se e mal conseguia pronunciar o palavrão: fenilcetonúria. A cabeça estava repleta de dúvidas. Era uma cascata de perguntas, umas atrás das outras. Afinal, como qualquer pai, só queria perceber como poderia dar o melhor ao seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O conhecimento sobre a doença vai-se construindo à medida que se trocam informações com os vários profissionais de saúde envolvidos e com outros pais. E, neste ponto, a importância de uma equipa multidisciplinar centralizada com a qual podem partilhar todas as suas dúvidas faz toda a diferença", refere Dr.ª Carla Maria Carmona, assessora de Psicologia Clínica do IGM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo percebeu que esta patologia resulta de uma desordem genética, em que, devido à ausência ou defeito de uma enzima responsável pelo metabolismo da fenilalanina, esta última acumula-se na corrente sanguínea. E, deste modo, funciona como um "veneno", já que a sua acção vai danificar a bainha de mielina: um invólucro dos neurónios. Com os "ataques" consecutivos da fenilalanina, os neurónios vão sendo, gradualmente, afectados. É esta a justificação avançada pelos especialistas para o aparecimento de danos mentais a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se a dieta não for cumprida, desde os primeiros dias de vida, a arquitectura cerebral fica comprometida, porque até aos seis anos o sistema nervoso central está em construção. Os elevados níveis de fenilalanina influenciam, ainda, os neurotransmissores, responsáveis pela actividade do cérebro", fundamenta o Prof. Friedrich K. Trefz, docente da cadeira de Pediatria na Universidade de Tuebingen (Alemanha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, por haver um defeito ou inexistência da enzima PHA (sigla do inglês que, numa tradução livre, corresponde à "fenilalanina hidroxilase"), a fenilalanina (um aminoácido) não é metabolizado no fígado. Quer isto dizer que, na ausência de uma dieta hipoproteica, a sua concentração no sangue atinge níveis acima do desejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Máximo controlo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aos cinco anos de Francisco, Rui Barros tentou arranjar uma estratégia para que o filho nunca se sentisse tentado a experimentar os alimentos "prejudiciais". Para isso, formulou uma história que servia para explicar a doença. "Dizíamos que o Francisco tinha luzinhas na barriga, mas que uma das lâmpadas estava fundida, por isso não podia comer tudo." Hoje, a explicação das luzes já faz parte do passado, pois o Francisco já se familiarizou com todo o universo da fenilcetonúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seus produtos alimentares são guardados em armário exclusivo, para evitar confusões. Mas todas estas reservas são feitas em nome da saúde. "Os pais têm de viver com o conhecimento de que o desenvolvimento intelectual dos seus filhos depende, em grande parte, do modo como a dieta é gerida, ou seja, da qualidade do controlo dietético", afirma Carla Maria Carmona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A educação alimentar de Francisco é em tudo semelhante à de Neuza Domingues Rosa, portadora de fenilcetonúria. Esta jovem de 24 anos lembra que a sua dieta sempre foi escrupulosamente respeitada, porque a família estava ciente de que um passo em falso podia comprometer o desenvolvimento de Neuza. "A minha mãe nunca brincou com a saúde", confirma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar da "convivência pacífica" com a doença, esta jovem sente que passou por alguns momentos de "crise". Nas festas de aniversário, para as quais era convidada, achava não ter motivos de festejo, porque toda a comida era "imprópria" para o seu consumo. "Acabei por recusar a participação em festas. Existem alturas na adolescência em que ficamos revoltadas e nos queremos esconder por causa das nossas diferenças", indica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Á medida que os contextos se alargam e se tornam menos protegidos, aumentam as exigências de um comportamento mais autónomo. O saber gerir a sua dieta fora de casa, a necessidade de explicar o porquê da diferença e responder a certas observações feitas pelos colegas, são grandes desafios colocados, por vezes a indivíduos muito jovens", sustenta a psicóloga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase da adolescência é "um período de rápido desenvolvimento cognitivo, social e emocional e de mudança física". Estas alterações tendem a "ter um impacto, por vezes, dramático na gestão da doença" e, sobretudo, na adesão ao tratamento. "Ensinar aos jovens um modo de lidar confortável e assertivamente com a pressão dos pares e exigências sociais, e ainda assim aderir às exigências impostas pelo tratamento, é uma abordagem fundamental junto desta população, evitando que possam vir a negar ou negligenciar os seus cuidados de saúde e a criar um sentimento de diferença em relação aos seus pares", completa Carla Maria Carmona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neuza já passou esta fase, mas Francisco está quase a entrar na adolescência. O seu pai, Rui Barros, teme que "perante as solicitações e estímulos", o seu filho possa "cometer algumas asneiras alimentares". Mas, à medida que for sentindo as consequências, que se traduzem em maior irritabilidade, ou dificuldades de concentração, "volta novamente à regra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dieta para a vida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carne, peixe, ovos, produtos lácteos. Eis alguns exemplos de produtos "proibidos" para os doentes fenilcetonúricos. "Todos os alimentos ricos em proteínas, seja de origem vegetal ou animal, têm de ser evitados", sublinha a nutricionista Berta Alves (vice-presidente da APOFEN). Então, o que podem estes doentes ingerir? "Para além do consumo de fruta, legumes, arroz e batata, existe uma série de produtos alternativos que contabilizam um baixo teor de fenilalanina e outros aminoácidos."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A aquisição de bens alimentares específicos para a fenilcetonúria foi, aliás, outra das batalhas ganhas pelo IGM. "No final dos anos 70, a dieta baseava-se em vegetais, frutas e gorduras, o que levantava alguns problemas de crescimento", diz Rui Vaz Osório. Através dos emigrantes portugueses, no início da década de 80, o IGM tomou conhecimento dos primeiros produtos dietéticos próprios para estes doentes e tentou fazer a importação directa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pisamos o terreno da ilegalidade", recorda o médico, acrescentando que, à data, a entrada de bens alimentares criava problemas alfandegários. Mas o objectivo de Rui Vaz Osório era facilitar o acesso a estes géneros alimentícios para que os pais não tivessem custos acrescidos. O Prof. Jacinto Magalhães promoveu o lobby para conseguir uma comparticipação de 50%. E esta situação manteve-se inalterada durante cerca de 20 anos, até que, em 2004, o Estado decidiu apoiar integralmente a obtenção destes bens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes alimentos, dos quais os doentes dependem 365 dias por ano, podem ser adquiridos - mediante receita médica passada por um especialista dos Centros de tratamento de referência - no IGM e sem qualquer custo associado. Como se trata de bens "especiais", os pais destas crianças e adolescentes necessitam de ser auxiliados, a fim de poderem tirar todo o partido dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com o objectivo de ajudar na confecção destes "novos" alimentos que surgiu a Escola de Cozinha e os Livros de Receitas. "Quando a criança começa a diversificar a alimentação, é preciso criatividade na cozinha. E, nesse aspecto, a Escola de Cozinha dá uma mãozinha." A iniciativa partiu da nutricionista do IGM, Manuela Almeida, há 15 anos. Mas, para ajudar os pais que residissem fora do Grande Porto, a APOFEN, que, entretanto, assumiu essa missão, já percorreu quatro das capitais de distrito, de norte a sul: Porto, Coimbra, Lisboa e Faro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestas "aulas de culinária", os pais aprendem "pequenos truques" e até noções básicas de como trabalhar com uma balança digital. Pois, quando se fala em portadores de fenilcetonúria, tudo tem de ser pesado ao miligrama. Uma vez que o consumo de pão e das massas é controlado, os profissionais da Escola de Cozinha ensinam a preparar um pão "especial" com farinhas próprias para estes doentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No meio de receitas, há alguns segredos que Berta Alves desvenda. E, quem disse que não é possível fazer omeletas sem ovos, está redondamente enganado: "Com substituto de ovo (um pó com coloração amarela que, quando misturado em água ganha uma consistência e aspecto com a clara em castelo) fazemos uma adaptação às fórmulas gastronómicas tradicionais. Até bolos podemos confeccionar."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Primeiro medicamento para a fenilcetonúria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Dezembro de 2008, foi aprovado na Europa o primeiro e único medicamento para o tratamento da fenilcetonúria. A saptropterina (fórmula sintética do BH4, um co-factor responsável pelo funcionamento enzimático), comercializada pela Merck Serono, poderá possibilitar que os doentes de grau moderado tenham uma dieta mais aberta. Mas, explica Rui Barros, "dentro deste grupo de doentes, apenas 30% poderão ter uma resposta positiva ao BH4". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rui Vaz Osório acrescenta que a saptopterina poderá "melhorar a metabolização da fenilalanina", em doentes com uma quantidade residual da enzima funcionante (PHA: fenilalanina hidroxilase). Este fármaco, apesar de "permitir uma alimentação menos restritiva, não substitui a dieta". Neste momento, o medicamento está em fase de aprovação pelo Ministério da Saúde e aguarda luz-verde para uma eventual comparticipação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dos EUA para o mundo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças à descoberta de Robert Guthrie, nos anos 60, o rastreio neo-natal é hoje realizado de modo sistemático a nível mundial. O pediatra norte-americano percebeu que "era possível colher gotas de sangue em papel de filtro e deixar secar", explica Rui Vaz Osório. Cortando a "pastilha" de sangue, poderia ser realizada uma análise a partir da amostra. "Este sistema veio revolucionar a colheita e o diagnóstico precoce", assegura este especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do Centro de Saúde &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-6538788883095728813?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/6538788883095728813/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=6538788883095728813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6538788883095728813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6538788883095728813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2009/06/teste-do-pezinho-uma-picada-que-salva.html' title='TESTE DO PEZINHO: UMA PICADA QUE SALVA VIDAS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SjaUFoKbiAI/AAAAAAAACdc/AEPkyybTnn4/s72-c/PEZINHO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5985477899574727880</id><published>2009-06-10T11:40:00.004+01:00</published><updated>2009-06-10T11:57:26.347+01:00</updated><title type='text'>AS VÁRIAS FACES DA HEPATITE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Si-P7FyHXLI/AAAAAAAACcU/7rF7YYtUiq8/s1600-h/HEP.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345649528039496882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Si-P7FyHXLI/AAAAAAAACcU/7rF7YYtUiq8/s320/HEP.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hepatites há-as causadas por bactérias e por vírus, mas também pelo álcool, por medicamentos e até pelo próprio sistema imunitário: mas, causas à parte, quem sofre é o fígado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fígado é a principal vítima das diversas hepatites: todas atacam este órgão complexo em que acontecem reacções químicas vitais para o organismo. Mas nem todas as hepatites são iguais - não só porque são causadas por diferentes agentes, como porque apresentam gravidades muito distintas, algumas ultrapassando-se apenas com repouso, outras implicando tratamentos prolongados ou mesmo um transplante. Casos há em que a vida está claramente em risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças infecciosas, tanto podem ter na origem bactérias como vírus ou ainda o consumo de produtos tóxicos como o álcool mas também alguns medicamentos. E há ainda as hepatites auto-imunes, aquelas que resultam de uma perturbação do sistema imunitário, que começa a desenvolver anticorpos que atacam as células do fígado, em vez de as protegerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mais comuns são, contudo, as virais, cujas seis faces até agora conhecidas a seguir se apresentam nos seus contornos essenciais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - Não se torna crónica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais frequente nos países menos desenvolvidos, tendo começado a diminuir em Portugal à medida que o saneamento básico se foi generalizado. Está associada a deficientes condições de higiene dado o seu modo principal de transmissão - através de água ou alimentos contaminados por dejectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças e os adolescentes são mais vulneráveis, dado que o seu sistema imunitário não está ainda completamente desenvolvido. O vírus é absorvido no aparelho digestivo, multiplicando-se no fígado e inflamando-o. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Causada pelo vírus VBA, esta forma de hepatite é considerada uma doença aguda que se cura num curto espaço de tempo sem necessidade de internamento hospitalar ou de um tratamento específico. Repouso moderado e uma alimentação rica em calorias e pobre em gorduras é a forma de recuperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 90 por cento dos casos é assintomática, o mesmo é dizer que se manifesta sem sintomas específicos. Porém, eles existem - mal-estar, fadiga, náusea, vómitos, desconforto abdominal sob as costelas direitas, febre na fase inicial, urina muito escura, fezes descoradas, amarelecimento dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte a 40 dias é quanto o vírus leva a incubar, sendo que ao fim de três semanas, em regra, o doente já está recuperado. Normalmente, o vírus desaparece sem deixar vestígios, surgindo anticorpos protectores que impedem nova infecção. Raramente é fatal, embora em adultos afectados por uma doença hepática crónica - originada por outro vírus ou pelo consumo excessivo de álcool - possa provocar a falência do fígado, conhecida por hepatite fulminante. Contudo, o risco é muito baixo - de um para mil ou mesmo para 10 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra o VHA existe uma vacina, descoberta em 1991, e que garante protecção por, pelo menos, dez anos. Desde Outubro último que pode ser administrada na farmácia, estando disponíveis várias apresentações da vacina - uma que oferece protecção apenas contra a hepatite A e outra combinada, que também protege contra a B. Uma terceira variante conjuga a imunização contra a hepatite A e a febre tifóide.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;B - A mais perigosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É causada pelo VHB, estimando-se que em Portugal existam cerca de 120 mil a 150 mil portadores crónicos. É de todas as hepatites a mais perigosa, dado o elevado grau de infecciosidade do vírus - 50 a 100 vezes mais do que o da sida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É através do contacto com o sangue e os fluidos corporais de uma pessoas infectada que se transmite o vírus da hepatite B, à semelhança do que acontece com o da sida. Aliás, as duas doenças andam frequentemente de mãos dadas. Uma outra forma de contágio, também comum às duas doenças, é a transmissão de mãe para filho durante o parto. Nos países em desenvolvimento esta é, aliás, a forma mais grave de transmissão, com a maioria dos infectados a contrair o vírus durante a infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nos países industrializados, em que se inclui o nosso, o vírus é transmitido sobretudo aos jovens adultos por via sexual e através da partilha de seringas entre os utilizadores de drogas injectáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diferentes cenários têm uma explicação: é que nos países desenvolvidos, as crianças são protegidas pela vacina, cuja eficácia é de 95 por cento. A vacina contra a hepatite B faz mesmo parte de 116 programas nacionais de vacinação, entre eles o português. É administrada em três doses, sendo também possível a vacinação na farmácia a maiores de 18 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na maioria das vezes, a infecção declara-se sem sintomas ou com queixas não específicas, como cansaço, desconforto abdominal sob as costelas direitas e dores nas articulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num terço dos infectados, o vírus provoca hepatite aguda e um em cada mil pode ser vítima de hepatite fulminante. Em dez por cento dos casos, a doença torna-se crónica, uma situação mais frequente nos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C - Ainda sem vacina&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É conhecida como a "epidemia silenciosa" pela forma como o número de portadores crónicos tem aumentado em todo o mundo e pelo facto de os infectados poderem não apresentar qualquer sintoma, durante 10, 20 ou mesmo 30 anos, e sentir-se de perfeita saúde. Calcula-se que existam 170 milhões de portadores crónicos (cerca de três por cento da população mundial), dos quais nove milhões são europeus. Destes, entre 150 mil a 200 mil são portugueses, com Portugal a apresentar das mais altas taxas de contaminação pelo VHC. Embora seja um vírus que atinge 60 a 80 por cento dos toxicodependentes, todos os que foram submetidos a operações e/ou transfusões de sangue antes de 1992, os ex-combatentes e as mulheres que fizeram abortos devem fazer o rastreio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez no organismo humano, este vírus pode levar até 150 dias a incubar, com a particularidade de, à semelhança do vírus da sida, ser capaz de se modificar e camuflar, o que dificulta uma resposta adequada do sistema imunitário. Só 25 a 30 por cento dos infectados apresentam sintomas da doença, os quais podem oscilar entre letargia, mal-estar geral e intestinal, febre, perda de apetite, intolerância ao álcool, icterícia e problemas de concentração. Muitas vezes são queixas muito parecidas com as de uma gripe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 20 por cento dos infectados recuperam espontaneamente, mas a maioria passa a sofrer de hepatite crónica. Destes, 20 por cento dos casos podem evoluir para cirrose ou cancro no fígado, uns em poucos anos, outros ao longo de décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma doença mais comum no sexo masculino e nos consumidores de álcool (que estimula a multiplicação do vírus e diminui as defesas imunitárias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É principalmente por via sanguínea que se transmite o vírus da hepatite C - um corte ou uma pequena ferida é quanto basta, sendo frequente o contágio através da partilha de seringas. A transmissão por via sexual é rara, havendo ainda o risco de uma mãe infectar o filho durante o parto. Na ausência de uma vacina, o melhor é prevenir - deve, acima de tudo, evitar-se o contacto com sangue infectado, o que significa, por exemplo, não partilhar escovas de dentes, lâminas, tesouras, corta unhas ou outros objectos de uso pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;D - À boleia da hepatite B&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inflamação do fígado causada pelo vírus VHD ocorre apenas em simultâneo com a acção de um outro vírus, o causador da hepatite B. O mesmo é dizer que a hepatite D só surge por co-infecção ou superinfecção, com 40 por cento dos portadores a desenvolverem cirrose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, tem-se assistido nos países desenvolvidos a uma diminuição da hepatite D, que em Portugal é considerada rara. Transmite-se sobretudo a partir do sangue e seus derivados, bem como pelo contacto com seringas infectadas, o que explica a prevalência entre toxicodependentes e hemofílicos (que necessitam de transfusões dos factores sanguíneos em défice no seu organismo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de uma co-infecção (infecção simultânea pelos vírus B e D), a hepatite B pode ser severa ou mesmo fulminante, mas raramente evolui para uma forma crónica; a situação oposta ocorre com a superinfecção, que provoca hepatites crónicas em 80 por cento dos casos, dos quais 40 por cento acabam em cirrose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E - Endémica nos trópicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, como noutros países ditos industrializados, a infecção do fígado causada pelo vírus VHE é rara, mas nas regiões tropicais foi já responsável por graves epidemias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas zonas em que é endémica, é de 33 por cento a taxa de mortalidade infantil causada pela hepatite E e de 20 por cento a taxa de mortalidade de mulheres grávidas, se contraírem o vírus no terceiro trimestre de gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Descoberta em 1980, incide sobretudo nos adultos entre os 15 e os 40 anos. Pode ser fulminante, mas quase sempre cura-se espontaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À falta de tratamento específico, devem evitar-se medicamentos que possam ser tóxicos para o fígado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;G - A mais jovem de todas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De facto, a hepatite G só foi descoberta em 1995, calculando-se que corresponda a 0,3 por cento das hepatites virais. Por ser recente, desconhecem-se ainda todas as formas de contágio possíveis, mas sabe-se que se transmite sobretudo por contacto sanguíneo - assim, poderão estar em risco nomeadamente as pessoas que partilham seringas e as que são sujeitas a transfusões de sangue.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desconhecidas com exactidão são também as consequências de uma infecção pelo VHG, embora esteja já identificado que 90 a 100 por cento dos infectados se tornam portadores crónicos. Poderão, no entanto, nunca vir a sofrer de uma doença hepática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: FARMÁCIA SAÚDE - ANF &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5985477899574727880?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5985477899574727880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5985477899574727880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5985477899574727880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5985477899574727880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2009/06/as-varias-faces-da-hepatite.html' title='AS VÁRIAS FACES DA HEPATITE'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Si-P7FyHXLI/AAAAAAAACcU/7rF7YYtUiq8/s72-c/HEP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-383104026778781166</id><published>2009-04-14T11:35:00.002+01:00</published><updated>2009-04-14T11:43:17.285+01:00</updated><title type='text'>VITAMINA ELEMENTO INDISPENSÁVEL À VIDA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SeRottwL_cI/AAAAAAAACYQ/IeH6eO9uen8/s1600-h/VITA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324495794043878850" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 140px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SeRottwL_cI/AAAAAAAACYQ/IeH6eO9uen8/s320/VITA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dr. Walter Osswald&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi no século XX que foram descobertas quase todas as vitaminas conhecidas e nele nasceu o próprio conceito de vitamina, ou seja, uma substância aminada indispensável à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vitaminas - aminas da vida - foram assim denominadas por Casimir Funck, um bioquímico Norte Americano, de origem polaca, quando verificou que os alimentos possuíam factores azotados indispensáveis à vida, tendo então criado o termo "Vitamina" para os designar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A palavra "vita", em latim significa "vida", a palavra "amina" corresponde a "compostos orgânicos com azoto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, descobriu-se que, nem todas possuem azoto, mas o termo já estava vulgarizado, pelo que ainda hoje se usa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, este novo século em que vivemos tem sujeito a maior crítica o entusiasmo com que os investigadores promoveram as vitaminas. Na realidade, dizem muitos, as aplicações terapêuticas das vitaminas são importantes mas dizem respeito a situações clínicas bem definidas, raras hoje em dia nas sociedades ocidentais: escorbuto, raquitismo, beri-beri, pelagra, etc. constituem entidades tão raras, que um clínico geral pode passar a vida sem se deparar com uma única situação destas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E os críticos vão mais longe, quando se lhes faz notar que a raridade dessas situações se deve ao facto de administrar-mos vitaminas com fins profilácticos: respondem que sim, que é verdade, mas que uma alimentação equilibrada e variada fornece as vitaminas de que precisamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ora, aí é que está o cerne da questão. Poucas pessoas conseguem ingerir diariamente os níveis de nutrientes adequados. Comemos demasiados alimentos pré-preparados e congelados, com muitos conservantes e corantes; fazemos muitas refeições do tipo fast-food; abusamos dos fritos, dos alimentos ricos em açúcar e com elevado teor em gordura, em detrimento dos frutos, vegetais e cereais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal pode acontecer em qualquer idade, mas as crianças em fase de crescimento, as mulheres grávidas ou lactantes, os desportistas, os profissionais obrigados a esforço físico, os idosos com dietas monótonas ou pouco variadas, todas as pessoas que não comem quantidades suficientes de legumes e frutos beneficiam, certamente, da toma de suplementos vitamínicos equilibrados. A suplementação alimentar é uma ajuda preciosa na manutenção do nosso bem-estar, nomeadamente a título preventivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O prémio Nobel da Medicina e Fisiologia, descobridor da vitamina C, Szent Gyorgi, foi autor de um livro, enaltecendo as qualidades das vitaminas, e na primeira página escreveu o seguinte silogismo "Sem saúde não há felicidade; sem vitaminas não há saúde; logo, sem vitaminas não há felicidade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito treinado em lógica descobre neste silogismo um vício de forma, mas a verdade é que as vitaminas podem contribuir para a nossa saúde, condição básica sobre a qual se constrói a vida feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece pois plenamente justificado lembrar que as vitaminas são, de facto, essenciais à vida e à saúde e que muito frequentemente a dieta que as pessoas realmente fazem não assegura o aporte recomendável destes princípios activos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Walter Osswald,&lt;br /&gt;Catedrático jubilado da Faculdade de Medicina&lt;br /&gt;da Universidade do Porto (FMUP)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Saúde em Revista &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-383104026778781166?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/383104026778781166/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=383104026778781166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/383104026778781166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/383104026778781166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2009/04/vitamina-elemento-indispensavel-vida.html' title='VITAMINA ELEMENTO INDISPENSÁVEL À VIDA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SeRottwL_cI/AAAAAAAACYQ/IeH6eO9uen8/s72-c/VITA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7594272194218433167</id><published>2009-04-09T12:53:00.004+01:00</published><updated>2009-04-09T15:36:29.954+01:00</updated><title type='text'>DOSSIER: ENURESE NOCTURNA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Sd4HwWaPd_I/AAAAAAAACYI/SL9sRoJgvtI/s1600-h/enurese.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322700336829265906" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Sd4HwWaPd_I/AAAAAAAACYI/SL9sRoJgvtI/s320/enurese.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Joana Borges&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A enurese nocturna afecta em Portugal cerca de 80.000 crianças entre os 5 e os 14 anos e cerca de 55 milhões em todo o mundo. A enurese não é uma doença, mas uma disfunção fisiológica e afecta a auto-estima da criança; A criança enurética nunca o faz de propósito ou por preguiça; A criança nunca deve ser culpabilizada ou punida; A enurese nocturna pode e deve ser tratada; Aos primeiros sintomas, os pais devem levar a criança ao médico de família ou pediatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é a enurese nocturna primária&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A enurese nocturna primária é a emissão involuntária de urina durante o sono, depois dos 5 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ser primária significa que a criança nunca deixou de fazer chichi na cama. Embora seja frequente pensar-se que a enurese nocturna se resolve com o tempo, o seu não tratamento afecta a auto-estima e socialização da criança. Tal pode provocar efeitos adversos no desenvolvimento harmonioso da criança e causar problemas psicológicos para toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso deve ser proporcionado um tratamento pronto e efectivo, prevenindo assim o sofrimento durante a infância, adolescência ou até mesmo na idade adulta. Contudo, apenas cerca de um terço das famílias com casos de enurese consulta o médico. Em estudos que avaliaram a auto-estima de crianças enuréticas, antes e depois do tratamento, foi demonstrado que o pronto tratamento pode restaurar a autoconfiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dados estatísticos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A enurese nocturna primária é a seguir às afecções alérgicas, a disfunção física com maior incidência na infância;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em Portugal, existem aproximadamente 80.000 crianças enuréticas: 15% com 5 anos, 10% com 10 anos e 0,5 a 1% dos jovens adolescentes. Isto significa que numa turma do Ensino Primário com aproximadamente 30 crianças, 5 sofrem de episódios de chichi na cama - enurese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Esta disfunção afecta cerca de 10% das crianças com 7 anos de idade, e é mais comum nos rapazes do que nas raparigas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Aproximadamente 70% das crianças com enurese nocturna, nunca chega a receber qualquer apoio médico. No entanto, existem medidas simples que ajudam a criança a ultrapassar esta perturbação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;International Children's Continence Society (ICCS)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A International Children's Continence Society publicou recentemente uma estratégia para gerir a enurese nocturna. A estratégia aborda a situação actual da enurese nocturna a nível mundial, em termos clínicos, psicológicos e sociais, e focando ao mesmo tempo as soluções para a problemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ICCS reconhece que a consciência para o problema da enurese nocturna é ainda muito reduzida, sendo por isso uma prioridade aumentar a notoriedade da mesma. A estratégia da ICCS tem assim como principais objectivos: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• Proporcionar uma vida mais suportável para as crianças e sua família; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• Reduzir o tempo de enurese nocturna durante a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os sintomas de alerta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto de a criança entrar para a escola e continuar a fazer chichi na cama, com intervalos inferiores a seis meses, deve ser encarado como um sintoma de alerta. Mas, em geral, as crianças enuréticas molham a cama mais do que uma vez por noite.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem também casos a ter em atenção, como o nascimento de um irmão ou o divórcio dos pais, causas que podem provocar temporariamente episódios de enurese na criança, normalmente denominados como enurese secundária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As causas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hereditariedade &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais devem ter em atenção que esta disfunção tem uma grande prevalência hereditária. Assim, existe um índice de 44% de ocorrência de enurese nocturna se um dos pais foi enurético, e de 77% se ambos (pai e mãe) tiverem sido enuréticos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está também provado que uma criança que é precedida por duas gerações com enurese nocturna tem um atraso de ano e meio no controlo nocturno da bexiga. Actualmente, foram já descobertos os cromossomas -12q e 13q- que podem predispor geneticamente as crianças a desenvolver a enurese nocturna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisiológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a causa fisiológica mais comum é uma deficiência na produção nocturna de uma hormona antidiurética chamada vasopressina. Esta hormona regula a produção de urina durante as 24 horas do dia, existindo uma maior produção desta hormona durante a noite para, deste modo, reduzir o volume de urina. No caso da maioria das crianças enuréticas, e segundo alguns investigadores dinamarqueses, existe uma deficiência na produção nocturna da vassopressina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a criança se apercebe que pelo facto de fazer chichi na cama, recebe mais atenção dos pais. Esta situação normalmente acontece quando nasce um irmão no seio da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 30% das crianças com enurese nocturna revelam problemas psicológicos: ansiedade, depressão, baixa auto-estima, delinquência, comportamento agressivo. Estes evoluem positivamente quando o problema da enurese nocturna se soluciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas sociais&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além de um constrangimento para os pais, esta disfunção é, essencialmente, uma grande humilhação para a criança, podendo vir a afectar fortemente a sua auto-estima e socialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança enurética tem vergonha de fazer chichi na cama e quer esconder este problema. Daí que tudo o que implique passar a noite fora de casa seja um grande problema. Isto também vai afectar a vida social da criança, que se vai mostrar apreensiva à ideia de ir dormir a casa de um familiar, de um amigo ou de participar num acampamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, estes meninos pensam que são os únicos que ainda fazem chichi na cama, o que os faz sentir diminuídos perante as outras crianças da sua idade, criando um quadro de infelicidade. Logo, a criança enurética pode vir a sofrer graves problemas de auto-estima e auto-confiança, sendo muitas das vezes alvo de "gozo" por parte dos seus colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conselhos para os pais&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar que a culpa não é da criança, nem dos pais. Ficar zangado ou castigar a criança apenas vai agravar a situação. Apoiar ou incentivar os esforços dos enuréticos em manterem-se secos ajuda realmente a superar o problema. Procurar alguma ajuda acelera o processo, poupando o sofrimento e a angústia da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a enurese nocturna tenda a passar naturalmente com a idade, o primeiro passo que os pais têm de dar é levar a criança ao seu médico de família ou pediatra, para despistar a "doença" e conhecer as causas da mesma. Pode dar-se o caso de a criança sofrer de outros problemas que não sejam identificados como sendo enurese nocturna, nomeadamente infecções urinárias, que requerem tratamento especializado e adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais, para além de levarem as crianças ao médico, devem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• Não pune ou menospreze o seu filho. A enurese nocturna não está sob o seu controlo. Culpabilizar não ajuda nada. De facto, só servirá mesmo para aumentar a vergonha;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Diga ao seu filho que o ama, e que compreende os seus sentimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Relembre o seu filho que a culpa da enurese nocturna não é dele;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• Limpe tudo rapidamente sem grande confusão. Encoraje o seu filho a ajudá-lo a mudar de pijama e a refazer a cama;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• Fale com o seu filho acerca de enurese nocturna. Dê-lhe uma explicação do que se passa;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Se teve enurese nocturna quando foi criança, partilhe a sua experiência, pois isso é muito importante para a criança;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Fale com o médico sobre o problema do seu filho, pois ele certamente com a sua experiência e sugestões irá ajudá-lo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conselhos para as crianças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Certifique-se que foi à casa-de-banho antes de ir para a cama. Se não se recordar que foi à casa de banho, faça deste acção um hábito frequente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Peça aos seus pais ajuda para cortar com os 3 C's: cafeína, bebidas com hidratos de carbono (como Coca-Cola), e chocolates;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• Não beber demasiados líquidos durante a noite. Uma bebida durante o jantar e nada mais depois, ajudará certamente o seu corpo de produzir demasiada urina durante a noite;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Não fique envergonhado por falar em enurese nocturna com o seu médico. Você não está sozinho, pois muitas crianças molham a cama também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como tratar o problema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de se eliminar a hipótese da bexiga ser a causa do problema, existem terapias e medicamentos eficazes que a podem tratar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terapia com alarme &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este tratamento consiste em duas peças que são colocadas na cama e quando a criança começa a fazer chichi, o contacto da urina com a coberta faz soar o mesmo. Ao fim de algumas semanas, a criança vai acordar sozinha quando sentir a bexiga cheia. No entanto, estudos recentes questionam este método porque requer uma grande compreensão e disponibilidade dos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desmopressina &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um análogo sintético da hormona antidiurética que aumenta a concentração de urina e diminuiu o volume urinário, sem efeitos secundários e com uma prolongada acção. Este é o tratamento mais receitado pelos médicos e em muitos casos consegue eliminar o problema em poucos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terapia motivacional &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A abordagem do tratamento da enurese nocturna é feita em reuniões onde toda a família deve estar envolvida. O objectivo destas sessões é encorajar a criança a assumir a responsabilidade do problema e ensinar a família a lidar a ultrapassá-lo. Adoptar um papel activo e uma atitude positiva perante a enurese nocturna do seu filho, contribuirá para o êxito da terapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde obter uma consulta de enurese nocturna?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOSPITAIS ZONA NORTE&lt;br /&gt;• Barcelos&lt;br /&gt;• Braga&lt;br /&gt;• Coimbra&lt;br /&gt;• Covilhã&lt;br /&gt;• Guimarães&lt;br /&gt;• Matosinhos&lt;br /&gt;• Oliveira de Azeméis&lt;br /&gt;• Paredes&lt;br /&gt;• Porto&lt;br /&gt;• Póvoa do Varzim&lt;br /&gt;• Sta. Maria da Feira&lt;br /&gt;• Vila Nova de Gaia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOSPITAIS ZONA SUL&lt;br /&gt;• Abrantes&lt;br /&gt;• Almada&lt;br /&gt;• Amadora&lt;br /&gt;• Leiria&lt;br /&gt;• Lisboa&lt;br /&gt;• Santarém&lt;br /&gt;• Tomar&lt;br /&gt;• Torres Novas&lt;br /&gt;• Torres Vedras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BEST NEWS &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7594272194218433167?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7594272194218433167/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7594272194218433167' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7594272194218433167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7594272194218433167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2009/04/dossier-enurese-nocturna.html' title='DOSSIER: ENURESE NOCTURNA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Sd4HwWaPd_I/AAAAAAAACYI/SL9sRoJgvtI/s72-c/enurese.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7989431618845869385</id><published>2008-09-16T17:15:00.003+01:00</published><updated>2008-09-16T17:19:33.223+01:00</updated><title type='text'>PARA QUANDO A PRIMEIRA CONSULTA NO GINECOLOGISTA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SM_cjUswjLI/AAAAAAAABgE/twH02C0gxZk/s1600-h/11.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246654590319889586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SM_cjUswjLI/AAAAAAAABgE/twH02C0gxZk/s400/11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Andreia Pereira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada da puberdade, tudo muda. O corpo ganha forma e a cabeça enche-se de dúvidas. É nesta fase que os jovens procuram obter respostas às alterações do corpo. Será a altura de substituir o pediatra pelo ginecologista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma idade ideal para procurar um ginecologista? Esta poderá ser uma das questões mais levantadas pelas jovens adolescentes. Embora não haja uma "hora certa", o Prof. Martinez de Oliveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG) diz que "numa perspectiva preventiva, a primeira consulta deve ter lugar antes de qualquer situação de risco". Acontece que "raramente isto sucede por motivos educacionais", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que haja uma detecção precoce de eventuais complicações, "a primeira observação ginecológica seria, tecnicamente, aconselhável por volta dos 10 anos", afirma o especialista. Mas ressalva que uma consulta nesta idade não é facilmente aceite, "tendo em conta a baixa frequência de problemas nesta altura" e a necessidade de uma abordagem diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As irregularidades menstruais, acompanhadas de dores, são um dos motivos mais comuns que conduzem à primeira consulta no ginecologista. Embora, "cada vez mais, se vejam jovens que procuram o especialista por razões de aconselhamento e exame de rotina, após a primeira relação sexual". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudam-se os tempos, mudam-se as atitudes&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há uns anos, a consulta no ginecologista era encarada com algum pudor e vergonha, hoje em dia, tem-se assistido a uma mudança de postura. "Antigamente, as jovens dirigiam-se à consulta para solicitar ajuda contraceptiva, mas através de outros sintomas, como as dores menstruais. Actualmente, pede-se ajuda directamente sobre contracepção ou solicita-se informação sobre temas de sexualidade, que, dificilmente, são abordados em casa, pelos pais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias que correm, a acessibilidade e a divulgação facilitam a consulta, sem receios, nem tabus. "Esta percepção está muito dependente de factores culturais e do perfil educacional ou religioso", justifica Martinez de Oliveira. As jovens "já não se sentem ‘agredidas' na sua privacidade" aquando do exame, embora revelem algum "pudor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, ainda, alguns mitos associados à consulta no ginecologista, mas, garante o especialista, "não serão tão perceptíveis como outrora". O receio de sentir dor, relacionada com o exame, e a exposição do corpo são aqueles que mais frequentemente estão associados à visita do ginecologista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O especialista desmistifica, no entanto, estas ideias erradas, salientando que "um exame ginecológico, realizado com tranquilidade e sem desconforto, é o primeiro passo para um observação regular e descontraída". Estes exames são "fundamentais para o rastreio de situações clínicas que possam ocorrer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, as mães dão um "empurrãozinho" às jovens, alertando-as para a necessidade de recorrerem à primeira consulta e até acompanhando-as, quando existem eventuais problemas. Mas, tratando-se de uma situação de aconselhamento, a jovem "prefere ir sozinha", já que "naturalmente a presença da mãe impõe alguma limitação ou adaptação na abordagem dos temas da sexualidade". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consulta sem mistérios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer um bicho-de-sete-cabeças, mas, na prática, não há mistério nenhum na visita ao ginecologia. E, afinal, como se processa esta consulta? "Atendendo à perspectiva que motiva a consulta, a idade e a vivência sexual, o médico presta aconselhamento, rastreio (componente preventiva) e a identificação ou correcção de problemas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro está que os procedimentos são adaptados à idade da jovem. "Tratando-se de um exame a uma criança, antes da menarca [aparecimento do ciclo menstrual], o material utilizado vai depender, naturalmente, do objectivo da consulta e das condições físico-corporais." Este exame físico (mamário e ginecológico) "é fundamental na detecção de problemas, como, ainda, na criação de empatia entre a jovem e o seu médico".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para marcação da primeira consulta, as jovens podem optar pelo sistema público ou privado, consoante a disponibilidade financeira. No primeiro caso, para além do especialista, as jovens podem recorrer às consultas de Planeamento Familiar, geridas por médicos de Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Razões que motivam a primeira consulta ginecológica de jovens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Identificação de dificuldades relacionadas com anomalias que impedem o normal fluxo menstrual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esclarecimento de dúvidas ou resolução de problemas conotados com a prática sexual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Prestação de informações que apontem no sentido de uma prevenção da gravidez não desejada e das infecções sexualmente transmissíveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do centro de Saúde&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7989431618845869385?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7989431618845869385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7989431618845869385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7989431618845869385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7989431618845869385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/09/para-quando-primeira-consulta-no.html' title='PARA QUANDO A PRIMEIRA CONSULTA NO GINECOLOGISTA?'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/SM_cjUswjLI/AAAAAAAABgE/twH02C0gxZk/s72-c/11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4677677521872684497</id><published>2008-01-24T13:22:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:02.685Z</updated><title type='text'>TELEVISÃO: AMIGO OU PAPÃO?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R5iRyuCZobI/AAAAAAAABNY/yfmgb6ChOSU/s1600-h/CC.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159033673690489266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R5iRyuCZobI/AAAAAAAABNY/yfmgb6ChOSU/s320/CC.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Sandra Cardoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Crianças e adolescentes portugueses estão cada vez mais dependentes da televisão. O Saúde Semanário conta-lhe os problemas que as horas em frente ao televisor podem trazer aos seus filhos e desvenda-lhe algumas dicas para fazer do pequeno ecrã um aliado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;“Ana vem jantar. - Espera, mãe, estou a ver os Morangos com Açúcar”. Esta é uma conversa recorrente na casa da família Lopes. Mal chegam a casa, os dois filhos do casal, de 8 e 13 anos vão a correr para a televisão. “Nem vale a pena tentar falar com eles”, conta o pai. Depois de algumas discussões, sentiram necessidade de implementar regras e também de fazer cedências. Hoje, o jantar é às 20 horas, reflexo da série de sucesso da TVI. “Vêem os programas que gostam e durante a refeição aproveitamos para conversar”, explica a mãe. E acrescenta: “Tem de haver tempo para tudo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitas casas portuguesas, a situação é semelhante. No entanto, a forma de lidar com o crescente interesse dos mais novos em relação ao pequeno ecrã varia. Alguns encarregados de educação não descuram a existência de regras, outros, contudo, são mais permissivos. É o caso de Paulo Jorge, divorciado, que está com o filho, de 10 anos, apenas de duas em duas semanas. Apesar de achar que o Tomás vê demasiada televisão, diz depositar total confiança nas escolhas televisivas da criança. “Não supervisiono”, esclarece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Televisão em excesso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças e jovens portugueses com idades entre os 10 e os 16 anos passam uma média diária de 4,5 horas em frente da televisão, avança o estudo A Criança e a Televisão – Contributos para o Estudo da Recepção, apresentado pela investigadora Sónia Carrilho, como tese de mestrado na Universidade Católica de Lisboa. Ao fim-de-semana e nas férias, a televisão é a grande companhia das gerações mais novas. A exposição sobe para 7,5 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É extremamente excessivo”, comenta a psicóloga Elsa Lopes. Agitação nocturna, fantasias e dificuldades motoras de desenvolvimento retardado, resultante de passarem muito tempo sentados, são alguns dos problemas apontados pela especialista, ainda que considere ser difícil estabelecer uma causalidade directa. A responsável clínica recorda um caso que lhe passou pelo consultório: “uma criança, de 9 anos, estava convencida de ser um power ranger”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quantidade ou qualidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elsa Lopes considera que mais importante que as horas que as crianças passam em frente ao televisor, é a qualidade dos programas visionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe aos pais o papel de “reverterem a televisão a seu favor e utilizá-la de forma útil e produtiva na educação dos seus filhos”, segundo a especialista. (ver caixa conselhos). E exemplifica: “os autores do fenómeno Morangos com Açúcar tiveram a preocupação de passar mensagens de valores sociais e morais, através da abordagem de temas actuais como o uso de drogas, a sexualidade, os grupos, as relações pais/filhos e professores/alunos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dra. Elsa Lopes aconselha:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ensine o seu filho a ver programas e a evitar o “zapping”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Supervisione as escolhas do seu filho com a ajuda de um guia de programação televisiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Veja os programas em família. Se tal não for possível, incentive o seu filho a falar sobre o que viu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Combata a passividade! Evite que o seu filho fique horas em frente ao ecrã sem ver nada específico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Não deixe que o seu filho tenha televisão no quarto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Incentive as crianças a brincar, praticar desporto e passear&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. As crianças com menos de dois anos não devem ver televisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Antes de irem para a cama, as crianças devem a assistir a programas calmos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que vêem os mais novos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Desenhos animados (quase quatro horas por dia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Telenovelas, os jogos de futebol e os filmes de aventura (mais de três horas e meia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Filmes de humor, programas musicais e publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: A Criança e a Televisão - Contributos para o Estudo da Recepção, de Sónia Carrilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não faz mal aos olhos!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário daquilo que se diz, o excesso de exposição não faz mal aos olhos das crianças, apurou o Saúde Semanário. «Em geral, a televisão não constitui contra-indicação, a não ser que já existam problemas», afirma o oftalmologista a Reich d’Almeida. Ainda assim, o especialista ressalva que os inconvenientes são outros, como «obesidade e desinteresse».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Saúde Semanário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4677677521872684497?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4677677521872684497/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4677677521872684497' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4677677521872684497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4677677521872684497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/teliviso-amigo-ou-papo.html' title='TELEVISÃO: AMIGO OU PAPÃO?'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R5iRyuCZobI/AAAAAAAABNY/yfmgb6ChOSU/s72-c/CC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-527760247938538590</id><published>2008-01-24T12:57:00.000Z</published><updated>2008-01-24T13:10:22.713Z</updated><title type='text'>HIPERTENSÃO ARTERIAL » DOENÇA CRÓNICA E SEM CURA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.dieta-certa.com/assets/images/media/hipertensao.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" height="195" alt="" src="http://www.dieta-certa.com/assets/images/media/hipertensao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As doenças cardiovasculares e as doenças coronárias estão intimamente ligadas à hipertensão arterial (HTA), cuja incidência aumenta com a idade. Urge, pois, controlar os valores da pressão arterial para evitar patologias como enfartes do miocárdio ou acidentes vasculares cere&amp;shy;brais. Todos os mamíferos têm e necessitam de um determinado valor de pressão no seu sistema circulatório arterial – pressão arterial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«Esta pressão permite ao sangue circular em todo o organismo e perfundir os diversos órgãos, levando até eles o oxigénio e os nutrientes de que necessitam para funcionar», diz o Dr. Manuel Almeida, cardiologista no Hospital de Santa Cruz, acrescentando: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«É importante saber que os valo&amp;shy;res da pressão devem estar dentro de um determinado intervalo, de forma a que o sangue possa cir&amp;shy;cular adequadamente, sem provocar lesões nas paredes das artérias.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos jovens, as paredes das artérias são elásticas e contêm células musculares, cuja contracção e relaxamento provoca o estrei&amp;shy;tamento ou o alargamento do diâmetro das artérias, afectando, assim, o valor da pressão do sangue no seu interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A elasticidade das artérias é importante, pois, permite acomodar o sangue que o coração ejecta cada vez que se contrai, evitando subidas bruscas e acentuadas da pressão arterial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o cardiologista, «o sistema vascular é dinâmico, por exemplo, quando se faz um esforço, assiste-se a uma redistribuição do fluxo sanguíneo, em especial para os músculos e para o cérebro. Isto ocorre devido à dilatação selectiva de alguns territórios vasculares e à contracção de outros». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«Com o avançar da idade», continua, «as artérias tendem a ficar rígidas e a perder a sua capacidade para dilatar e acomodar de forma adequada as variações no volume de sangue circulante, sobretudo se houver uma sobrecarga hídrica, pelo que a pressão arterial tende a aumentar». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns factores de risco podem ser controlados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A hipertensão arterial, em 90-95% dos casos, não tem causa conhecida. É uma doença crónica sem cura, mas controlável na maioria dos casos. Existem, no entanto, factores de risco que aumentam a probabilidade de desenvolver HTA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Alguns destes factores de risco são passíveis de controlo, como a obesidade, o consumo exagerado de sal e de álcool, o sedentarismo e o stress», diz o médico, indicando outros factores que não são controláveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A raça (as pessoas de origem africana desenvolvem mais HTA e de uma forma mais acentuada); a hereditariedade (existe uma tendência para a HTA); idade (em geral quanto mais idosa a pessoa maior a probabilidade de desenvolver HTA).»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em relação à idade, o médico refere que «os homens tendem a desenvolver tensão alta entre os 35 e os 50 anos, enquanto as mulheres tendem a desenvolvê-la mais tardiamente, após a menopausa». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hipertensos podem sofrer enfartes ou AVC&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral, a presença de HTA implica um maior esforço do coração e das artérias. O coração tem de bombear o sangue para as artérias com mais força por períodos longos de tempo e, desta forma, tende a ficar maior. Um coração um pouco maior pode funcionar me&amp;shy;lhor inicialmente, mas se a dilatação prosseguir e se se tornar demasiada pode prejudicar significativamente o seu funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a idade, todas as pessoas, independentemente de serem ou não hipertensas, ficam com as artérias mais rígidas e menos elásticas. Mas a presença de HTA acelera e agrava mais este processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, segundo explica Manuel Almeida, «as paredes arteriais tendem a ficar mais frágeis, aumentando o risco de “tromboses cerebrais” ou de enfartes cardíacos. Pode igualmente danificar os rins e a visão. Além disso, os doentes hipertensos têm três vezes mais probabilidades de desenvolver doença das coronárias, seis vezes mais de desenvolver insuficiência cardíaca e sete vezes mais de terem um acidente vascular cerebral».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento sustentado da pressão arterial tem, ainda, outras consequências ao nível do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Por um lado, o aumento do trabalho efectuado pelo músculo cardíaco provoca a sua hipertrofia (o seu desenvolvimento), aumentando as suas necessidades energéticas e tornando-o menos resistente às obstruções ao fluxo sanguíneo no interior das artérias coronárias, consequência do desenvolvimento das placas ateroscleróticas. Esta situação pode condicionar o aparecimento da angina de peito, de enfarte do miocárdio e de insuficiência cardíaca», salienta Manuel Almeida, prosseguindo: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«Por outro lado, a tensão arterial alta faz parte de uma constelação de factores que se interrelacionam, ou seja, a obesidade favorece a subida da tensão arterial, mas também está associada à dislipidemia (colesterol elevado), à diabetes e, eventualmente, ao tabagismo e ao stress. Esta associação de factores de risco que tende a ocorrer em conjunto favorece sobremaneira o agravamento da doença aterosclerótica e das suas complicações cardiovasculares e cerebrovasculares.» &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que se pode fazer?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos tratamentos envolve uma dieta, exercício físico e a toma de medicamentos de uma forma regular. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dado que muitas pessoas com HTA são obesas beneficiam de uma dieta que proporcione uma redução do peso, o que, a acontecer, pode baixar de imediato os valores da tensão arterial. A moderação na ingestão de álcool pode ajudar no controlo do peso e da tensão arterial. Nalgumas pessoas a redução da ingestão de sal pode baixar os valores da tensão arterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Alguns doentes irão necessitar de medi&amp;shy;cação regular para o controlo eficaz dos valores da tensão arterial. O tratamento é relativamente simples, na maior parte dos casos, podendo, no entanto, ser moroso e requerer alguma paciência por parte dos doentes e médicos», afirma o cardiologista, concluindo: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«A toma de medicamentos pode ser desa&amp;shy;gradável e ter alguns efeitos secundários. No entanto, é sempre melhor que sofrer uma trombose cerebral ou um enfarte do miocárdio. A maioria dos doentes que controle a sua tensão arterial vive uma vida longa e saudável. É, ainda, importante não esquecer que a velhice se prepara na juventude com estilos de vida e hábitos saudáveis.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como evitar os malefícios&lt;br /&gt;da hipertensão?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas coisas que os doentes podem fazer para colaborarem no seu tratamento: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. Manter uma ligação estreita e regular com o médico. Irá ajudar a monitorizar e controlar a tensão arterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Tomar a medicação prescrita de acordo com as orientações recebidas. Se não se sentir bem com a medicação, deve informar o seu médico de forma a ajustar a medicação. Não suspender a medicação sem informar o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Fazer um esforço para controlar o peso, seguir um regime alimentar &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;saudável e praticar exercício físico com regularidade (30 a 40 minutos por dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sal, um dos principais&lt;br /&gt;culpados &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O consumo exagerado de sal na alimentação do dia-a-dia é um dos factores implicados na origem da hipertensão arterial, que pode ter especial relevo na população portuguesa, cujo consumo de sal diário é muito superior à média europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Apesar da muita informação vinculada em diversas campanhas, nomeadamente na comunicação social, pensa-se que o consumo de sal diário continua a ser muito elevado. Outros não menos importantes são a obesidade, provavelmente associada ao consumo de sal, à diabetes e ao sedentarismo», comenta Manuel Almeida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tensão arterial&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A hipertensão arterial, de um modo geral, não apresenta sintomas. Desta forma, muitas pessoas são hipertensas sem o saberem, razão pela qual se trata de uma doença muito perigosa. A forma mais prática de a diagnosticar é medindo-a, por um profissional de saúde, de uma forma regular ao longa da vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;«Os vulgares aparelhos de medição disponíveis e usados habitualmente não medem a pressão arterial directa, para isso seria necessário introduzi-los dentro das artérias (como se pode fazer nos hospitais). O que medem é a tensão na parede das artérias produzida pela pressão do sangue no seu interior, daí o termo tensão arterial», explica o Dr. Manuel Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão arterial sobe durante a contracção ou batimento do coração (tensão máxima ou tensão sistólica) e desce durante o seu relaxamento entre batimentos (tensão mínima ou tensão diastólica). Daí que se meçam habitualmente dois valores para a pressão, por exemplo 120/70 mmHg, sendo o 120 a tensão máxima e 70 a tensão mínima em milímetros de mercúrio. Assim, a pressão arterial varia com os batimentos cardíacos, com a postura corporal, com o sono e com o exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme indica o especialista, «a tensão arterial num adulto saudável deve ser inferior a 140/85 mmHg. Nos diabéticos, nos doentes com insuficiência cardíaca e disfunção renal ela poderá ter de ser inferior a 130/85 mmHg. Se a tensão arterial ultrapassar ou se se mantiver nestes valo&amp;shy;res, então estamos na presença de uma hipertensão arterial».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-527760247938538590?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/527760247938538590/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=527760247938538590' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/527760247938538590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/527760247938538590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/hipertenso-arterial-doena-crnica-e-sem.html' title='HIPERTENSÃO ARTERIAL » DOENÇA CRÓNICA E SEM CURA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-470057047321990791</id><published>2008-01-16T13:32:00.000Z</published><updated>2008-01-16T16:10:32.232Z</updated><title type='text'>INCONTINÊNCIA DE ESFORÇO/PERDAS DE URINA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.mayte.us/datas/maes/images/grandiosamente_mae.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 258px; CURSOR: hand" height="227" alt="" src="http://www.mayte.us/datas/maes/images/grandiosamente_mae.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Algumas mulheres verificam durante a gravidez que, ao tossir ou rir vigorosamente, a bexiga liberta pequenas quantidades de urina. Esta incontinência, que resulta em perdas involuntárias de urina sofridas pela bexiga, poderá começar logo quando o efeito das hormonas da gravidez, que relaxam a musculatura da bexiga, se faz sentir. Quando a incontinência ocorre perto do fim da gravidez, algumas mulheres julgam erradamente tratar-se de líquido amniótico resultante do rebentamento das águas. Regra geral, a incontinência deixa de se verificar após o nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, o mais frequente é a incontinência verificar-se após o nascimento, por os músculos do0 pavimento pélvico terem sofrido um esforço de estiramento muito forte durante o parto. Uma série de exercícios que visem tonificar estes músculos poderá ajudar a recuperar firmeza do pavimento pélvico e este problema tende a desaparecer nos meses que se seguem ao parto. Se alguns meses após o parto a incontinência persistir, deverá pedir ao seu médico que lhe prescreva tratamento adequado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se bem que seja raro, pode acontecer que os músculos da bexiga e da uretra tenham sido de tal modo solicitados por uma anestesia epidural, por um parto com fórceps ou por uma cesariana que as fibras musculares inchem e se contraiam. Isso pode levar à retenção da urina. Esta situação pode ser corrigida pela introdução de um pequeno cateter, que restabelece a tensão normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se as paredes da bexiga estiverem irritadas por uma infecção ou por qualquer traumatismo ocorrido durante o nascimento, esta poder-se-á tornar bastante sensível e reagir contraindo-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando a urina é conduzida dos rins para a bexiga, esta irrita os nervos da parede da bexiga, provoca uma sensação de estar cheia e surge a vontade de micção. Em casos mais graves poderá mesmo causar incontinência. Uma vez que as origens da incontinência são frequentemente infcções na bexiga, o problema fica muitas vezes resolvido com o uso de antibióticos após prescrição médica, cao contrário terá de aguardar-se até que os efeitos da contusão tenham passado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;in guia do bebé &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-470057047321990791?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/470057047321990791/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=470057047321990791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/470057047321990791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/470057047321990791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/incontinncia-de-esforoperdas-de-urina.html' title='INCONTINÊNCIA DE ESFORÇO/PERDAS DE URINA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5093995580220411924</id><published>2008-01-16T13:02:00.000Z</published><updated>2008-01-16T13:45:32.114Z</updated><title type='text'>A VIDA SEXUAL DURANTE A GRAVIDEZ</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.idfg.com.br/images%5Cnoticias%5CPappoulla_gravida.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 244px; CURSOR: hand" height="426" alt="" src="http://www.idfg.com.br/images%5Cnoticias%5CPappoulla_gravida.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se não existem razões médicas para a abstinência sexual, então não terá de modificar em nada os seus hábitos neste domínio durante toda a gravidez. As relações sexuais muito próximo do nascimento do bebé podem até acelerar o trabalho de parto, pois o esperma masculino contém uma substância, a prostaglandina, que estimula as contracções do útero. Porém, este efeito apenas se faz sentir no colo do útero já pronto para dar à luz. Se ainda não for a altura certa, a prostaglandina não tem qualquer efeito benéfico para o trabalho de parto. As relações sexuais não prejudicam em nada o seu bebé. Não poderão provocar aborto, uma vez que o feto está bem protegido pela bolsa amniótica e pelo líquido nela contido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não deixa no entanto de ser verdade que a vida sexual do casal se altera durante a gravidez. Durante os primeiros três meses as mulheres exprimentam uma diminuição do apetite sexual. Esta pode ser uma reacção perfeitamente normal às mudanças hormonais que se estão a processar no seu corpo. Se sentir muitos enjoos e sofrer de fadiga é bem compreensível que não tenha muita vontade de ter relações sexuais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passados os primeiros três meses, pode até acontecer que sinta mais vontade em ter relações sexuais do que antes da gravidez. No decurso dos últimos meses de gravidez é normal que esta vontade volte a decrescer. O volume crescente da zona abdominal da mulher poderá tornar a prática do sexo algo desconfortável durante os três últimos meses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também o seu parceiro terá de se adaptar à nova situação, muito embora não seja válida para ele a desculpa das mudanças hormonais! Certos homens consideram até o facto de a sua parceira estar grávida sexualmente excitante. Outros há que, ao invés disso, experimentam uma diminuição da libido ao serem confrontados com as mudanças que se operam a nível físico durante a gravidez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez o seu parceiro interprete a sua falta de vontade como um indício de que perdeu para sempre a vontade de ter relações sexuais, sentindo-se rejeitado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certos homens albergam também um medo inconsciente e irracional de que as relações sexuais possam magoar o bebé. Se experimentar qualquer tipo de problemas a nível sexual é importante discuti-los com o seu parceiro. O sexo durante a gravidez poderá até reforçar a intimidade e a sensação de união que já antes sentiam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como é óbvio, não é forçoso que tenha de haver relações sexuais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O médico poderá aconselhar a limitar a frequência ou mesmo a evitar as relações sexuais se uma das seguintes situações se verificarem: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se já antes ocorreu mais de um aborto nos primeiros meses de gravidez;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se durante a gravidez se verificarem hemorragias;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se já tiver tido mais do que um parto prematuro, deverá evitar ter relações sexuais nos últimos meses de gravidez;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se a grávida sofrer alguma infecção na vagina; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se o colo de útero se abrir antes do tempo ou se ameaçar entrar em trabalho de parto antes do tempo;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se se tiverem verificado perdas de líquido amniótico;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: in guia da gravidez&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5093995580220411924?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5093995580220411924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5093995580220411924' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5093995580220411924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5093995580220411924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/vida-sexual-durante-gravidez.html' title='A VIDA SEXUAL DURANTE A GRAVIDEZ'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-2738015941739946514</id><published>2008-01-10T17:50:00.001Z</published><updated>2008-12-09T13:25:02.918Z</updated><title type='text'>BEBÉS: RETINOPATIA DA PREMATURIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R4ZbCtaAMII/AAAAAAAABGg/Y7HwLw7icRs/s1600-h/AAA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153906925678637186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R4ZbCtaAMII/AAAAAAAABGg/Y7HwLw7icRs/s320/AAA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Dr. A. Augusto Magalhães &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A retinopatia da prematuridade (RDP) é uma doença do desenvolvimento da vascularização da retina que, nos bebés que nascem prematuramente, se encontra incompletamente desenvolvida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse desenvolvimento fora do ambiente uterino pode dar-se de forma anómala levando a alterações capazes de destruir a estrutura do globo ocular e consequentemente à cegueira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O risco é maior para os nascimentos com menos de 31 semanas de gestação, com peso inferior a 1250 gramas e ainda para os prematuros com maior instabilidade cardio-respiratória no período neo-natal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RDP é uma das maiores causas mundiais de cegueira infantil; é a segunda causa nos EUA e a primeira em alguns países com economias emergentes como a China e alguns países da América latina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características clínicas, os factores de risco, as etapas evolutivas da doença e a sua história natural são bem conhecidas graças a estudos multicêntricos, como o Cryo-ROP Study e o ETROP. Nestes estudos ficou claramente provado que o tratamento com crioterapia ou laser é eficaz quando administrado no momento correcto. É por isso necessário que todas as crianças de risco sejam rastreadas em tempo útil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A importância de um programa nacional de rastreio, de registo e de tratamento da doença&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal nascem cerca de 1020 crianças por ano com muito baixo peso em risco elevado de desenvolver a doença. Destas, apenas 67% são observados por um oftalmologista. A incidência de RDP observada é de 20,4%. Esta cobertura insuficiente deve-se à necessidade de múltiplas observações a cada um destes prematuros e à falta de recursos humanos qualificados nos hospitais com unidades neo-natais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a melhoria dos cuidados neo-natais, a tendência é para um aumento da incidência da RDP em Portugal e para o aparecimento de formas cada vez mais graves, o que levará à necessidade de maiores recursos humanos e técnicos para evitar as consequências da doença. Torna-se, por isso fundamental a implementação de um programa nacional de rastreio, de registo e tratamento da RDP. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras para a realização de um rastreio, vigilância e tratamento eficazes estão bem definidas internacionalmente: é obrigatória a observação e vigilância oftalmológica de todas as crianças que nasçam com menos de 32 semanas de gestação e/ou com menos de 1500 gramas. A não observação desta regra pode, para além das questões de ordem ética, colocar problemas de ordem médico – legal aos responsáveis pelas unidades de saúde onde se dão os nascimentos. É por isso necessário criar em Portugal mecanismos capaz de garantir que todos os recém-nascidos sejam diagnosticados e tratados correctamente e em tempo útil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os novos sistemas digitais capazes de registar as imagens do fundo ocular e de as enviar através de uma rede informática para centros de observação com oftalmologistas experientes na avaliação e tratamento da doença poderá facilitar muito a criação de um programa nacional de rastreio, registo e tratamento da RDP. A qualidade e a fiabilidade dos últimos modelos com uma câmara de grande ângulo fazem destes equipamentos um precioso auxiliar na economia de tempo e de recursos humanos qualificados em oftalmologistas pediátricos treinados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, existem cerca de 20 hospitais com unidade de cuidados neo-natais onde nascem mais de 20 prematuros de baixo peso por ano. A instalação de 20 unidades digitais de registo e a criação de centros de observação estrategicamente localizados permitiria a criação de uma rede nacional capaz de garantir a observação de todas as crianças de risco por oftalmologista pediátricos especializados nesta patologia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia recomenda a todos os responsáveis por unidades de cuidados neo-natais com crianças de risco a compra deste tipo de equipamentos no sentido de garantir a observação e a decisão por um oftalmologista qualificado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. A. Augusto Magalhães&lt;br /&gt;Coordenador do Grupo Português de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do Centro de Saúde&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-2738015941739946514?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/2738015941739946514/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=2738015941739946514' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2738015941739946514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2738015941739946514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/bebs-retinopatia-da-prematuridade.html' title='BEBÉS: RETINOPATIA DA PREMATURIDADE'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R4ZbCtaAMII/AAAAAAAABGg/Y7HwLw7icRs/s72-c/AAA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7669521072763269972</id><published>2008-01-09T14:35:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:03.027Z</updated><title type='text'>LIMÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R4TcINaAMHI/AAAAAAAABGY/LL8xjMkr2fk/s1600-h/LIM%C3%83O.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153485907214479474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 273px; CURSOR: hand; HEIGHT: 168px; TEXT-ALIGN: center" height="168" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R4TcINaAMHI/AAAAAAAABGY/LL8xjMkr2fk/s320/LIM%C3%83O.gif" width="293" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Graças a alta concentração de vitamina C que contém, o limão é o maior inimigo de todas as substâncias prejudiciais ao organismo, não importando em que lugar, órgãos ou tecidos se tenham acumulado ou agido. Essa vitamina evita a fragilidade dos ossos, má formação dos dentes, torna mais rápida a cicatrização de feridas e queimaduras, evitando também hemorragias. Como contém ainda muitos sais minerais, mantén o equilíbrio interno do organismo e o vigor do sistema nervoso. Como remédio, o limão é empregado contra icterícia, diabetes, hemorragia nasal, doenças da pele, infecções da garganta, gripe e dor de cabeça. Ele acaba ainda com a acidez sanguínea e dissolve o ácido úrico. Mas, no geral, é indicado para casos de acidez da boca e estômago, anemia, apendicite, arteriosclerose, artrite, asma, blenorragia, cálculos, caspa, diabetes, edemas, enxaquecas, congestões, conjuntivite, alergia, febres, esterilidade, mau hálito, obesidade e uma infinidade de doenças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: vitaminasecia.hpg.ig.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7669521072763269972?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7669521072763269972/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7669521072763269972' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7669521072763269972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7669521072763269972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/limo.html' title='LIMÃO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R4TcINaAMHI/AAAAAAAABGY/LL8xjMkr2fk/s72-c/LIM%C3%83O.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-3362895012811226268</id><published>2008-01-03T17:26:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:03.293Z</updated><title type='text'>ANDROPAUSA: "A MENOPAUSA NO HOMEM"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R30bvdaALwI/AAAAAAAABDk/ATtP_MsnWjA/s1600-h/abc.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151304050943209218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R30bvdaALwI/AAAAAAAABDk/ATtP_MsnWjA/s320/abc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ainda há bem pouco tempo, se pensava que após certa idade, era normal e fisiológico o homem tornar-se mais triste, apático, apresentando em simultâneo perda do apetite sexual, isto é, características atribuídas ao envelhecimento. Ao contrário do que ocorre na menopausa feminina, com uma diversidade de sintomas, desde afrontamentos, irritabilidade, depressão, etc., os sintomas físicos da andropausa no homem são mais subtis, não sendo observados e identificados, com facilidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um tema científico ainda de estudo recente, não havendo portanto um consenso unânime no mundo científico da medicina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“A andropausa corresponde a um período da vida do homem em que alguns apresentam sintomas decorrentes da diminuição dos níveis de testoterona (hormona masculina). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal diminuição é fisiológica, isto é, normal ocorrendo em aproximadamente a 1% ao ano, após os 40 anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois dos 50 anos, 40 % dos homens apresentam sintomas sugestivos de queda dos níveis de hormonas. Não existe, no entanto, um critério uniforme na medicina sobre como e se é necessário tratar, uma vez que os efeitos colaterais dos medicamentos hormonais masculinos são bastantes”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Reconhecendo o problema&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora já tenham sido confundidos com situações de depressão, os sintomas mais comuns são: desinteresse sexual, problemas de erecção, falta de concentração e de memória, queda de pelos púbicos, insónia, perda de peso e por vezes consequentemente o próprio quadro depressivo. Em casos extremos, a baixa da produção de testosterona pode provocar osteoporose. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Se um homem apresentar tais queixas que aparecem em geral de forma lenta e progressiva, deve procurar o médico que então fará o doseamento hormonal para saber como estão os níveis de testosterona” no sangue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quando tratar&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tratamento é recomendável apenas quando a quebra hormonal for acentuada. “Tal reposição deve ser feita, porém, sob rigoroso acompanhamento médico com uma criteriosa avaliação geral do paciente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque assim como as hormonas femininas, a testosterona sintética (que é produzida em laboratório) apresenta também consideráveis efeitos colaterais. O principal problema reside no aumento de risco do homem vir a apresentar tumor d próstata. “Esse tipo de tumor necessita de hormonas masculinas para se desenvolver”. Se o homem tiver um cancro oculto ou uma predisposição, então o aporte hormonal esterno poderá acelerar o seu desenvolvimento. Nesses casos, a terapêutica hormonal substitutiva estará totalmente contra-indicada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro efeito colateral importante são as alteração do funcionamento do fígado provocadas pela testosterona, quando administrada por via oral. “Existe aumento da predisposição de desenvolver doenças cardiovasculares e até o próprio aumento de volume da próstata, que causa ou intensifica problemas urinários como a dificuldade para urinar”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A qualquer sintoma, o médico deve ser sempre procurado. “Embora a andropausa atinja com maior intensidade os fumantes, os alcoólicos e todos que apresentem doenças crónicas, como diabetes, doenças coronárias, hipertensão arterial e obesidade, apenas o profissional médico sabe indicar a melhor forma de tratamento e sua necessidade”. “A principal contra-indicação é tomar hormonas por autoria própria, sem acompanhamento médico”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://clinotavora.planetaclix.pt/" target="_blank"&gt;CLINOTÁVORA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-3362895012811226268?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/3362895012811226268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=3362895012811226268' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3362895012811226268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3362895012811226268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/andropausa-menopausa-no-homem.html' title='ANDROPAUSA: &quot;A MENOPAUSA NO HOMEM&quot;'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R30bvdaALwI/AAAAAAAABDk/ATtP_MsnWjA/s72-c/abc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-8727862752104693280</id><published>2008-01-03T13:51:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:03.777Z</updated><title type='text'>PEDICULOSE: O PIOLHO NÃO BATE À PORTA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R30Yb9aALvI/AAAAAAAABDc/DL33DkdYAkU/s1600-h/AAA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151300417400876786" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R30Yb9aALvI/AAAAAAAABDc/DL33DkdYAkU/s320/AAA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dr. Tiago Reis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span &gt;&lt;strong&gt;A pediculose da cabeça e corporal é uma infestação universal, mas que tende a ser prevalente nas regiões tropicais, em aglomerados populacionais e em escolas e lares. A transmissão ocorre por contacto directo cabeça a cabeça, ou pelo contacto com roupas contaminadas. Para que haja um diagnóstico adequado, é necessário analisar todo o couro cabeludo, tendo em especial atenção às áreas retroauriculares e à nuca.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há mais de cem mil anos que se conhece a pediculose. Os ovos mais antigos foram descobertos em escavações, no Médio Oriente, entre 6300 e 9000 AC.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta infestação tem como agente três tipos de piolhos: o Pediculus humanus var capitis, responsável pela pediculose da cabeça; o Pediculus humanus var corporis, agente da pediculose corporal; e o Pthirus pubis, causador da pediculose púbica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trata-se de uma infestação universal, mas que tende a ser mais prevalente nas regiões tropicais, em aglomerados populacionais e em escolas e lares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A transmissão ocorre por contacto directo cabeça a cabeça ou pelo contacto com roupas contaminadas. Quanto à pediculose púbica, a transmissão é tipicamente sexual.A principal manifestação clínica é o prurido nas localizações da infestação, conjuntamente com eritema local e pequenas pápulas nos locais das picadas. Escoriações, piodermite e linfadenopatia também podem ser observadas. Na pediculose corporal e púbica, especialmente nas formas mais intensas e de maior duração, observam-se máculas azuladas, denominadas de máculas cerúleas, resultantes de pigmentos formados pela acção da saliva do parasita sobre a hemoglobina do hospedeiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico da pediculose&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O diagnóstico de pediculose faz-se pela visualização do parasita vivo e/ou das lêndeas. Todo o couro cabeludo deve ser observado cuidadosamente e deve-se ter uma especial atenção às áreas retroauriculares e à nuca. A distância das lêndeas à raiz do cabelo evidencia a duração da infestação. Para o diagnóstico da pediculose corporal, o exame deve incluir não só a pele do doente mas especialmente as costuras da roupa, onde os piolhos geralmente se alojam. Na infestação por Pthirus pubis, o parasita pode ser encontrado em qualquer local com pêlo, especialmente na região púbica, mas também nas pernas, tronco, barba e pestanas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento mais eficaz&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A chave para um tratamento eficaz é o tratamento do doente infectado e de todos os seus contactos. Além disso, está recomendada a lavagem a altas temperaturas (a mais de 60ºC) da roupa do doente e da roupa de cama e de banho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São várias as opções farmacológicas para o tratamento desta afecção. As piretrinas naturais, conjuntamente com butóxido de piperonilo que potencia a acção parasiticida, estão disponíveis em formas farmacêuticas de venda livre (champôs e loções). Este pediculicida deve permanecer no couro cabeludo não mais de dez minutos. A permetrina, utilizada em concentrações entre um e cinco por cento, é uma piretrina sintética. Por ter uma actividade residual de duas semanas, é mais eficaz que os outros parasiticidas. O lindano (champô a um por cento) é um fármaco muito eficaz, mas por possuir neurotoxicidade potencial deve ser utilizado com precaução (evitar aplicações sucessivas, limitar o uso em crianças com menos de dois anos e não utilizar se houver erosões cutâneas). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A remoção mecânica dos piolhos e das lêndeas deve ser usada como tratamento adjuvante. Para isso, pode-se utilizar um pente especial de dentes finos nos cabelos húmidos, de forma bissemanal durante duas semanas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem-se verificado nos últimos anos, um aumento das resistências aos pediculicidas, pelo que é de admitir esta possibilidade, caso se verifique ineficácia do tratamento. Terapia rotacional e a combinação com medidas mecânicas são a melhor forma de lidar com este problema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é o piolho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um insecto que não voa, não salta, pode parasitar o couro cabeludo, corpo e região da púbis, alimenta-se de sangue humano e vive em torno de 30 dias. Dependendo da espécie, a fêmea pode colocar até 300 ovos durante sua vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dr. Tiago Reis&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Serviço de Dermatologia do Hospital de Santo António&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jornaldocentrodesaude.pt/" target="_blank"&gt;Jornal do Centro de Saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-8727862752104693280?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/8727862752104693280/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=8727862752104693280' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8727862752104693280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8727862752104693280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/pediculose-o-piolho-no-bate-porta.html' title='PEDICULOSE: O PIOLHO NÃO BATE À PORTA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R30Yb9aALvI/AAAAAAAABDc/DL33DkdYAkU/s72-c/AAA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-6509536400122753926</id><published>2008-01-03T13:39:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:03.956Z</updated><title type='text'>UM DECOTE DE ARRASAR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R3zmT9aALuI/AAAAAAAABDU/SivsPHJU8_I/s1600-h/ab.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151245304380534498" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R3zmT9aALuI/AAAAAAAABDU/SivsPHJU8_I/s320/ab.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Vanessa da Trindade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;Ter um peito bonito, seios proporcionados e elevados, quem não quer? Todas as mulheres conhecem o poder desta zona do corpo, sabem como realçar o decote e destacar aquele que é considerado o elemento de feminilidade por excelência. No entanto, nem sempre os nossos seios têm ou mantêm as características ideais. A palavra de ordem é prevenir, antes de ter de optar pela cirurgia.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Cuidados que deve ter com os seios&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;- Use um sutiã adequado ao seu tipo de seio, que não aperte demasiado as costas, com a copa certa para o seu volume. O sutiã certo evita que se formem pregas nas costas, que haja quebra no tecido mamário e combate eficazmente a força da gravidade de forma confortável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;- Hidrate os seios todos os dias de manhã e à noite. Um creme nutritivo evita o aparecimento de estrias e previne flacidez. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;- Não tome banhos muito quentes. Tente diariamente alternar o duche frio com duche de água morna. As alterações térmicas directamente nos seios são muito eficazes para prevenir a flacidez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;- Mensalmente faça um exame de palpação para verificar se encontra algum nódulo ou alteração no tecido mamário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;O que deve saber sobre as cirurgias de seios&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Os exames básicos e os dados relatados por si na consulta com o cirurgião são suficientes para avaliar suas condições clínicas para a cirurgia, sempre que necessário, dependendo de cada cirurgia e de cada paciente, diferentes tipos de avaliação serão solicitados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Todas as intervenções que podem actualmente realizar-se na zona dos seios são, por norma, realizadas sob anestesia geral e requerem um dia de hospitalização. Qualquer uma destas cirurgias realiza-se entre 1 a 2 Horas. As ligaduras retiram-se ao fim de 24 a 48 Horas e deve evitar os movimentos bruscos ou carregar pesos durante as primeiras semanas. A mobilidade dos movimentos ficará condicionada durante os primeiros dias, mas será temporária, tal como o desconforto e a insensibilidade da zona operada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Mamoplastia de aumento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A mamoplastia de aumento é uma cirurgia com a finalidade de aumentar o tamanho dos seios através da introdução de uma prótese de soro fisiológico ou mista, que normalmente é colocada sob o músculo peitoral. O resultado da mamoplastia de aumento é uma melhor harmonia entre a forma e o volume dos seios. As cicatrizes serão na sub-auréola, sub-mamaria e axilar, por isso completamente imperceptíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Mamoplastia de Redução&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Se o tamanho dos seus seios a incomoda, quer pela questão estética quer pelo peso que sobrecarrega a sua coluna, deve optar pela Mamoplastia de redução. Este procedimento retira o excesso de tecido mamário: pele e gordura. A cicatriz normalmente fica em volta das aureolas ou em forma de T invertido, recuperando a harmonia e proporção corporal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Mastopexia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Esta intervenção consiste em elevar os seios decaídos, retirando a partir da auréola tecido adiposo e a pele que sobeja. O resultado é a alteração da posição da mama, conseguindo reposicionar mais acima, a aureola, criando uma harmonia entre esta e volume mamário. Este procedimento também é recomendado para corrigir assimetrias. Este procedimento também pode ser combinado com o implante de prótese mamaria, para quem tem seios pequenos e descaídos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a class="smltext" href="http://www.corporaciondermoestetica.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Corporación Dermoestética&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-6509536400122753926?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/6509536400122753926/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=6509536400122753926' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6509536400122753926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6509536400122753926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2008/01/um-decote-de-arrasar.html' title='UM DECOTE DE ARRASAR'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R3zmT9aALuI/AAAAAAAABDU/SivsPHJU8_I/s72-c/ab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5928926657639030469</id><published>2007-12-28T18:10:00.001Z</published><updated>2008-12-09T13:25:04.107Z</updated><title type='text'>DAR QUALIDADE AOS ÚLTIMOS TEMPOS DE VIDA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R3U8Q9aALWI/AAAAAAAABAQ/36BEN5-qFNo/s1600-h/a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149088011027230050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R3U8Q9aALWI/AAAAAAAABAQ/36BEN5-qFNo/s320/a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cátia Jorge&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa fase em que a Medicina já nada pode fazer no sentido de aumentar o tempo de vida, a esperança é dar qualidade e dignidade ao pouco que resta para os portadores de doença crónica prolongada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente idosos, sozinhos e carentes, a grande maioria destes doentes crónicos está debilitada não só do ponto de vista físico, mas também emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consciente deste problema a AMASIN – Associação dos Amigos e Utentes do Hospital de Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), assume um papel crítico em nome da defesa dos utentes de saúde dos concelhos da Amadora e de Sintra, não só no que diz respeito à Unidade Hospitalar em questão, mas também a todos os cuidados prestados pelos Centros de Saúde destas autarquias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Há uma tendência para o aumento do envelhecimento da população, sendo que actualmente os idosos representam 17% da população geral e que, em 2050, esse valor será de 32%. Isto significa que cada vez mais iremos precisar dos cuidados paliativos e continuados», explica a Dr.ª Lurdes Ferreira, presidente da AMASIN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a perspectiva do aumento da esperança de vida, novas doenças e novos processos de envelhecimento irão surgir, aumentando, por consequência, o número de doentes crónicos. É no sentido de cuidar na doença crónica e prolongada que há também uma maior necessidade de recorrer aos cuidados paliativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo da AMASIN é, segundo Lurdes Ferreira, «sensibilizar os poderes central e local, as instituições da área da saúde e outras da sociedade civil e ainda os profissionais de saúde e técnicos para esta realidade, cada vez mais dos nossos dias. Conhecer a realidade local ao nível dos concelhos da Amadora e de Sintra da capacidade de resposta na área dos cuidados continuados de saúde e dos cuidados paliativos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Aliviar a dor emocional para melhor tratar a dor física&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O sofrimento, a solidão e o isolamento tem por vezes um peso maior na alma do que a própria doença no corpo. Quando a dor física não tem solução, é ainda possível fazer algo para aliviar a dor psicológica e emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Há pessoas que sofrem, que estão sozinhas e temos de dar um passo em frente para melhorar as suas vidas. Em Portugal os cuidados paliativos e continuados são ainda uma área pouco desenvolvida, mas que está agora a despertar o interesse dos portugueses», menciona Lurdes Ferreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além de aliviar o sofrimento dos portadores dessas doenças crónicas prolongadas é também necessário cuidar e apoiar os familiares e amigos destes doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Tratam-se de situações muito dolorosas para as pessoas mais chegadas ao doente. Também elas precisam de um suporte psicológico e emocional. Por vezes é mais desgastante o aspecto afectivo», diz a nossa entrevistada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para garantir um maior apoio a estas famílias a AMASIN conta com todos os recursos possíveis e com entidades que estejam disponíveis a colaborar, entre elas as Câmaras Municipais, as Juntas de Freguesia, os Centros de Saúde e todos os restantes parceiros locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Medicina &amp;amp; Saúde&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5928926657639030469?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5928926657639030469/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5928926657639030469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5928926657639030469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5928926657639030469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/dar-qualidade-aos-ltimos-tempos-de-vida.html' title='DAR QUALIDADE AOS ÚLTIMOS TEMPOS DE VIDA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R3U8Q9aALWI/AAAAAAAABAQ/36BEN5-qFNo/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4509280112686681282</id><published>2007-12-17T15:31:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:04.268Z</updated><title type='text'>SONHOS DE CRIANÇA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R2aXO9aALCI/AAAAAAAAA9w/bMFEW7IXoPk/s1600-h/ABC.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144965907574959138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="164" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R2aXO9aALCI/AAAAAAAAA9w/bMFEW7IXoPk/s320/ABC.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Dra. Lara R. Alves, Psicóloga Clínica&lt;br /&gt;Os sonhos são um dos factores mais angustiantes e mais significativos na vida de uma criança. No entanto, são poucas as famílias (e adultos no geral) que falam com alguma regularidade acerca dos sonhos dos seus filhos e com os seus filhos. Se o fizessem, talvez ficassem admirados, assustados perante os significados para a ocorrência de certos sonhos em determinados momentos.&lt;br /&gt;Os sonhos podem ser tão angustiantes que existem inclusive crianças que têm medo que o dia acabe, medo de dormir. Para estas crianças não há escapatória no sono, este medo vai manter-se até que o factor de ansiedade que sentem na vida real seja resolvido. Os sonhos de uma criança são como um barómetro do seu bem-estar emocional, comunicam o seu nível de stress e dão uma perspectiva do seu turbilhão inconsciente. As causas mais comuns dos sonhos em crianças passam pelo mau ambiente familiar, com a separação/divórcio dos pais, abuso sexual, doenças, sentimentos de isolamento, falta de apoio ou protecção, medo da mudança, medo dos pais, medo dos professores, dos exames/testes, morte, situações traumáticas, stress e ansiedade no geral. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando recorrentes, transformam-se rapidamente em pesadelos e aumentam a ansiedade e o stress na vida da criança. A maior parte das crianças com quem trabalho, não falam acerca dos seus sonhos/pesadelos e quando finalmente alguém lhes pergunta porque julgam que tiveram aquele sonho, retiram com clareza surpreendente ilações (muito superiores às dos adultos que negam os seus problemas ou são cépticos quanto ao seu significado). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sonhos podem ser variados, de acordo com a imaginação de cada criança mas, normalmente reflectem o turbilhão emocional da sua vida em vigília. Podem sonhar com a morte dos pais por terem medo de ficar sozinhas, ou ter sonhos violentos com um dos pais em que a criança se vê impotente para ajudá-lo, decorrentes talvez de um divórcio. Especialmente em casos de divórcio dos pais, ocorrem frequentemente sonhos muito violentos em que a criança se vê a matar animais ou a assistir à morte de um dos pais. É comum também a criança sonhar que é perseguida ou apanhada numa armadilha, temas estes tipicamente associados ao sentimento de vulnerabilidade. Às vezes os sonhos reflectem o que a criança pensa que lhe fizeram, isto é, revelam a cólera disfarçada por causa da situação em que se encontra. Estes sonhos acabam por representar uma maneira segura da criança descarregar sentimentos de destruição, vingança ou rejeição, sem ser castigada ou sem arriscar mais perdas ou, de fazer algo que lhe foi categoricamente proibido como simplesmente chorar…&lt;br /&gt;Normalmente os sonhos perturbadores começam com pequenas situações assustadoras, como a criança a ser perseguida por uma minhoca gigante ou ficar sozinha o aumento de pressão em casa, por exemplo a desintegração do casamento dos pais. Os seus sonhos revelam muitas vezes a consciência intuitiva que muitas crianças possuem sobre acontecimentos que se dão no seio da família e que os pais teimam em não revelar pensando estar a proteger a criança (quando possivelmente a estarão a traumatizar). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sonhos mais perturbadores e angustiantes são normalmente aqueles que envolvem a morte. Explique aos seus filhos que os sonhos com a morte indicam em geral que algum aspecto da vida acabou, não significando realmente que alguém irá morrer literalmente. Em casos de divórcio é comum a criança sonhar com os pais mortos, é necessário fazer compreender aos filhos que os pais não vão morrer mas sim terminar a sua vida em conjunto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se têm em casa uma criança angustiada com os sonhos, sugerem-se de seguida algumas estratégias simples que como pais/educadores podem utilizar: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tente criar um ambiente carinhoso, de aceitação e de não-julgamento em que a criança se sinta segura para falar. Os sonhos não são bons/maus ou certos/errados, por isso nunca diga a uma criança que ela é má por causa dos seus sonhos. Não se zangue. Não os trivialize pois, são um importante meio de comunicação. Ouça o que a criança diz e faça abertamente perguntas que lhe permitam contar a história à sua maneira. Encoraje-a a explorar o sonho. Por exemplo: “Como é que te sentias no sonho?”, “Encontras-te alguém que te ajudasse?” ou “Qual foi a melhor/pior parte do teu sonho?” Ao ouvir, está a mostrar à criança que dá valor ao que ela tem a dizer, aumentando a auto-estima da criança e a confiança em si. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deve deixar a criança expressar os seus sentimentos sobre o sonho e a sua história no seu próprio ritmo. Não force a criança a falar. Lembre-se que não é Psicólogo/ Terapeuta, mas sim um adulto que está a dar apoio num ambiente não-clínico. É importante também que respeite a confidencialidade que a criança deposita em si. A criança precisa de se sentir respeitada. Se ela decidir falar consigo sobre os seus sonhos, óptimo, mas não abuse dessa confiança, ao falar a outras pessoas desse assunto sem primeiro ter o seu acordo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ajude a criança a estabelecer ligações com acontecimentos da vida real. Se tiver um sonho que a perturbe, ajude-a carinhosamente a descobrir com o que se relaciona. Ao trabalharem os sonhos, as crianças podem tornar-se muito mais conscientes de todas as pressões psicológicas a que estão sujeitas. É necessário ter ainda em atenção que algumas crianças acreditam que, se falarem nos sonhos, eles acabam por se realizar, outras acreditam que, se caírem em sonho e se atingirem o fundo da sua queda, nunca mais acordam. Tanto adultos como crianças têm alguns mitos. Ajude as crianças a compreenderem o que são os sonhos e a razão por que sonhamos. Terão assim muito menos medo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se verificar que não consegue construir uma ponte entre a realidade e os sonhos dos seus filhos, consulte um especialista, não corra o risco dessa angústia extravasar para a vida real pois, é nessa altura que começam a surgir as reacções agressivas para os pais, a cólera para os professores, o desinteresse por tudo, o isolamento e a rejeição dos amigos. Muitas vezes… a depressão. Só quando o rendimento escolar e as notas começam a ser prejudicadas é que os pais normalmente começam a ficar preocupados. Estejam atentos, Não caiam nesse erro. Fonte: Gabinete de Psicologia e Recursos Humanos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4509280112686681282?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4509280112686681282/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4509280112686681282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4509280112686681282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4509280112686681282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/sonhos-de-criana.html' title='SONHOS DE CRIANÇA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R2aXO9aALCI/AAAAAAAAA9w/bMFEW7IXoPk/s72-c/ABC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-3821724792349522649</id><published>2007-12-17T13:34:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:04.526Z</updated><title type='text'>ESTRIAS » INESTÉTICAS CICATRIZES DÉRMICAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R2Z7l9aALBI/AAAAAAAAA9o/253_g-WT3_4/s1600-h/ABB.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144935516386372626" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R2Z7l9aALBI/AAAAAAAAA9o/253_g-WT3_4/s320/ABB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Laura Regina Portela&lt;br /&gt;As estrias são cicatrizes cutâneas da pele, relacionadas com pequenas fracturas causadas à derme, por fenómenos de distensão. Estas pequenas rupturas são lesões irreversíveis que formam cicatrizes dérmicas bem visíveis!&lt;br /&gt;Sobre as estrias, o Dr. Miguel Trincheiras, dermatologista, esclarece que «todas as pessoas as sabem reconhecer clinicamente. Numa fase em que essa ruptura é recente, apresentam uma tonalidade avermelhada, devido à existência de muitos vasos sanguíneos, em que há um tecido de cicatrização activo. Progressivamente, com o tempo e com a deposição de uma série de material cicatricial, nomeadamente o colagénio, adquirem um tom esbranquiçado, nacarado, que é o aspecto típico das estrias estabilizadas».&lt;br /&gt;De acordo com o médico, «as estrias surgem por distensão dos tecidos e é nas alturas em que a morfologia cutânea muda de uma forma relativamente rápida que são mais susceptíveis de aparecer: na adolescência, quando há o crescimento dito “pulo”, quando há aumentos de massa gorda ou massas musculares (engordar//emagrecer, musculação), ou seja, quando há processos de variação de volume relativamente rápidos. E por ocasião da gravidez, em que forçosamente há um aumento nítido do tamanho do abdómen, do peito e do plano adiposo em geral».&lt;br /&gt;Miguel Trincheiras explica que o aparecimento das estrias «ocorre, tipicamente, na região glútea (nádegas) e nas ancas, já que são zonas de grande concentração de tecido adiposo. Por questões genéticas e hormonais, a mulher é mais atreita, se bem que as estrias aparecem igualmente no homem e com bastante frequência». &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A hidratação é essencial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;«De entre as causas de desenvolvimento das estrias, é importante focar o papel dos corticosteróides como a principal causa de aparecimento, provocada por uma acção exterior. As estrias surgem pela aplicação local, sobretudo em regiões de pele fina, de medicamentos conhecidos como corticosteróides – anti-inflamatórios muito potentes, derivados da cortisona – e cuja aplicação prolongada conduz, ao fim de algum tempo, leva à atrofia cutânea e à formação de estrias locais, as estrias cortisónicas», salienta o especialista, acrescentando:&lt;br /&gt;«Um cuidado importante, na óptica da prevenção, é a hidratação cutânea, que de alguma forma condiciona a elasticidade da pele e a sua capacidade de sofrer distensões sem haver ruptura dos tecidos. A hidratação é, na realidade, um dos factores de prevenção para evitar o aparecimento de estrias.»&lt;br /&gt;No tratamento das estrias, o médico afirma que, «uma vez desenvolvidas, a sua abordagem é mais difícil. No entanto, existem meios de, senão tratá-las completamente, pelo menos, melhorar o seu aspecto cosmético. Numa fase em que a estria é recente e tem uma tonalidade avermelhada, a melhor forma de a abordar é tentar remover-lhe essa componente vascular. O tratamento consiste na coagulação dos vasos por um laser específico designado de PDL (laser pulsado de contraste)».&lt;br /&gt;O especialista salienta, ainda, que «há moléculas, nomeadamente os retinóides (derivados da vitamina A ácida), que têm a capacidade de estimular as células da derme na produção de novos elementos – fibras elásticas, colagénio e todas as substâncias fundamentais para a retenção de moléculas de água no seu seio –, que melhoram a elasticidade e a capacidade de hidratação da derme, sendo importantes para a melhoria cosmética dessas estrias».&lt;br /&gt;Na fase das estrias nacaradas, o dermatologista considera que «o problema é mais complicado de resolver, já que são lesões estabilizadas, cicatrizes da derme. Há um componente fibroso importante e alguma atrofia da epiderme. Também a melhor abordagem é, nesse momento, a aplicação dos retinóides tópicos conjugados, ou não, com outras moléculas que permitem uma maior penetração desses princípios activos: os ácidos alfa-hidroxi que têm igualmente poder de estimulação dérmica».&lt;br /&gt;Face a outras técnicas de tratamento mais agressivas, Miguel Trincheiras informa que «existem protocolos variados – resurfacing’s por laser ou técnicas de peeling químico – com várias substâncias, entre as quais a mais utilizada é o ácido tricloroacético (TCA). Estes últimos estão habitualmente englobados em protocolos com abrasão cutânea prévia (mecânica ou laser), seguida da aplicação de ácidos e pensos oclusivos durante algum tempo. São procedimentos relativamente agressivos que requerem motivação do doente, pois induzem a períodos de convalescença variáveis, pelos cuidados diários necessitados e pelo incómodo de vários dias que causam».&lt;br /&gt;«É um tratamento que, independentemente do custo monetário, tem um custo físico para a própria pessoa, e que terá de estar disposta a suportá-lo. Estas técnicas devem ser executadas em várias sessões, espaçadas por várias semanas ou meses, para uma melhoria gradual do aspecto cosmético da estria», sublinha o nosso interlocutor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Relativamente à visibilidade dos resultados, o médico esclarece:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;«De uma forma geral, quanto mais agressiva é a técnica mais rápidos são os resultados observados na estria, sendo que a aplicação simples de medicação tópica (cremes) tem resultados limitados e muito progressivos, parcialmente visíveis apenas a médio/longo prazo.&lt;br /&gt;Porém, tudo o que for feito para a contenção do aumento brusco de massa corporal (gordura e músculo) e a hidratação cutânea em geral, constitui a base da prevenção do desenvolvimento destas inestéticas lesões cutâneas.»&lt;br /&gt;Fonte: Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-3821724792349522649?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/3821724792349522649/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=3821724792349522649' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3821724792349522649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3821724792349522649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/estrias-inestticas-cicatrizes-drmicas.html' title='ESTRIAS » INESTÉTICAS CICATRIZES DÉRMICAS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R2Z7l9aALBI/AAAAAAAAA9o/253_g-WT3_4/s72-c/ABB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4744086339825035620</id><published>2007-12-12T18:20:00.000Z</published><updated>2007-12-13T11:16:09.683Z</updated><title type='text'>FUMO DO CIGARRO: UM MAL PARA AS CRIANÇAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.hospitaldocoracao.com.br/arquivos/anexos/cigarro1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px" height="356" alt="" src="http://www.hospitaldocoracao.com.br/arquivos/anexos/cigarro1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O tabagismo como problema de saúde pública mundial é uma guerra que já dura quase cinco séculos. Apesar disso, apenas na segunda metade do século XX as autoridades sanitárias do mundo todo iniciaram de facto uma campanha para banir e minimizar o fumo da sociedade. Em Portugal, maior ênfase nesta tendência pode ser observada a partir da década de 1990, mas os esforços vinham a ser delineados há já algumas dezenas de anos. Que o tabagismo activo representa um grave mal e doença à saúde do indivíduo, isto está bem estabelecido na consciência de todos nós. Mas até que ponto sabemos realmente dos riscos envolvidos com o tabagismo passivo e à simples presença de fumo de tabaco no ambiente ?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mais de 4.000 diferentes produtos químicos foram identificados no fumo do cigarro e pelo menos 40 deles provocam o cancro. Nos EUA, cerca de 26% dos adultos são fumadores e mais de metade das crianças com menos de 5 anos de idade vivem em lares com pelo menos um adulto a fumar. Aproximadamente 3.000 fumantes passivos morrem por cancro pulmonar anualmente (o risco de desenvolver cancro a partir do fumo do tabaco, um poluente doméstico, é 100 vezes maior que o risco a partir de outros poluentes fora de casa). Em Portugal, o problema apresenta proporções semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;As crianças são as principais prejudicadas: o tabagismo passivo causa irritação dos olhos e das vias aéreas superiores, prejudica a função pulmonar, aumenta tanto a frequência assim como a gravidade das crises de asma, gripes, faringites, sinusites, rinites e outros problemas respiratórios crónicos. Ainda, a exposição ao fumo do tabaco aumenta o número e a duração de infecções do ouvido (otites), valendo lembrar que as Otites são a causa mais comum de perda da audição na infância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Em crianças com menos de 2 anos de idade, a exposição ambiental ao fumo do tabaco aumenta a probabilidade de bronquite e pneumonia, segundo estudo da Enviromental Protecion Agency (EUA), que mostrou que este tipo de poluição causa 150.000 a 300.000 infecções pulmonares a cada ano em crianças abaixo de 18 meses de idade, resultando em 15.000 hospitalizações/ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Enfim, a exposição passiva ao fumo do tabaco é um risco real e imediato e precisa ser mais bem divulgada. Manter-se vigilante quanto à poluição ambiental com cigarro e/ou aconselhar um amigo ou parente fumador a parar de fumar não significa apenas demonstrar preocupação com a saúde do outro, mas com a própria e, mais importante de tudo, com a de nossos filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a class="smltext" href="http://clinotavora.planetaclix.pt/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;CLINO TÁVORA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4744086339825035620?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4744086339825035620/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4744086339825035620' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4744086339825035620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4744086339825035620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/fumo-do-cigarro-um-mal-para-as-crianas.html' title='FUMO DO CIGARRO: UM MAL PARA AS CRIANÇAS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7229311692758035998</id><published>2007-12-10T18:26:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:04.857Z</updated><title type='text'>FALÊNCIA DA MEMÓRIA » A FRONTEIRA ENTRE O FISIOLÓGICO E O PATOLÓGICO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R12F0_7T2cI/AAAAAAAAA54/OMBqlHeuGaw/s1600-h/IDOSO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142413495086864834" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="161" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R12F0_7T2cI/AAAAAAAAA54/OMBqlHeuGaw/s320/IDOSO.jpg" width="155" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Carla Silva Pereira&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;«A memória é o local de registo dos acontecimentos, dos ensinamentos, da aprendizagem, de tudo o que vai ocorrendo ao longo da nossa vida, sendo certo que esse registo faz-se em locais especiais do cérebro».&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A definição é da Dr.ª Helena Coelho, neurologista, que nos fala do processo natural de falência de memória à medida que a idade avança e de como pode ser preocupante quando ultrapassa limites que vão interferir com o desempenho das funções profissionais e laborais. Esta situação é também de importância pelas repercussões que vai ter na estrutura familiar do doente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Helena Coelho começa por fazer a distinção entre dois tipos de memória: a imediata, que diz respeito aos factos recentes, e a remota, que diz respeito aos acontecimentos passados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Normalmente faz grande confusão às pessoas que a perda de memória se comece a dar exactamente para os factos recentes, porque daria a ideia de que esses estavam mais acessíveis, mas isto é um mistério da fisiologia humana, do funcionamento do nosso cérebro em que as memórias mais antigas, os conhecimentos e as vivências ficam registadas por mais tempo e são mais facilmente evocadas», frisa a neurologista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A memória imediata tem outra localização no cérebro, outra fisiologia diferente da memória antiga, e é a primeira a ser atingida quando os processos degenerativos do sistema nervoso começam a atacar as estruturas onde ela está localizada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De facto, a partir dos 50 anos de idade, as pessoas começam a notar que estão a perder a sua capacidade de reter – e são sobretudo os nomes de pessoas o que mais se esquece -, mas não é preocupante, pois faz parte do processo de envelhecimento. É um fenómeno fisiológico, assim como a perda progressiva da capacidade auditiva ou da visão. Essa perda de memória permite uma vida normal, com qualidade e uma boa integração social e profissional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas perdas de memórias podem, porém, ser minimizadas através do exercício mental, isto é, da leitura e da escrita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com a neurologista, é muito comum o idoso deixar estas actividades com facilidade: «Quando a pessoa se reforma deixa quase de escrever e de saber como se escreve. Já não sabe se é com dois “s” ou com “ç”, etc., e depois acaba por ter vergonha de deixar um recado cheio de erros e deixa mesmo de escrever.»&lt;br /&gt;Fazer jogos, palavras cruzadas, charadas, telefonar ou ir à rua comprar o jornal são tudo formas de contrariar esse fenómeno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Só em último caso é que a pessoa deve, por exemplo, deixar de ir ao banco, de assinar o seu cheque porque quando isso acontece já não se volta atrás, abdica-se para sempre dessa função», diz Helena Coelho, lembrando um aspecto muito contra-indicado:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A não ser em casos esporádicos, as pré--reformas deveriam ser evitadas, porque não ajudam em nada a boa saúde mental, acabando por levar ao isolamento. A pessoa diz sempre que vai fazer alguma coisa de útil mas a verdade é que acaba sempre por não se ocupar.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro aspecto que pode ter uma grande influência nas capacidades intelectuais da pessoa, que vai avançando na idade e que está ao alcance de todos, é a prevenção dos factores de risco vascular. Isto porque as doenças cardiovasculares podem igualmente causar uma demência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Família deve apoiar e ser apoiada&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O grande problema coloca-se quando o idoso tem uma perda de memória que já não corresponde a envelhecimento, mas sim ao anúncio de alguma doença degenerativa. A vigilância médica pode ajudar a distinguir porque a fronteira entre um caso e outro é bastante ténue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Helena Coelho, «é obrigatório fazer um despiste das causas capazes de provocar um quadro demencial através de uma avaliação, que consiste numa entrevista médica ao doente, no depoimento dos familiares, em análises laboratoriais e numa bateria de testes neuropsicológicos, se o médico achar necessário». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois da avaliação ainda é necessário perceber se há alguma patologia que possa imitar um pouco a demência, como os estados de depressão e ansiedade. Conforme exemplifica a neurologista, «uma pessoa que está muito deprimida pode ter comportamentos que imitam muito bem um demente e nós temos de fazer aí o primeiro diagnóstico diferencial. Ou pode ter uma grande ansiedade que a bloqueia psicologicamente». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A forma como o idoso encara a perda de memória depende muito da sua personalidade, da inserção social e do apoio familiar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A especialista chama a atenção para o papel e o comportamento da família nas situações de doença degenerativa: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«É sempre muito prejudicial fazer notar ao idoso que se está a esquecer constantemente porque só vai deprimi-lo e esta atitude é, muitas vezes, a mais comum no início do quadro.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O aparecimento de uma doença degenerativa num dos membros acaba por se tornar numa doença de toda a família. No início acha que vai aguentar a evolução mas, a dada altura, toda a família está um pouco destabilizada, porque o doente vai atravessar períodos de agitação, de insónia resistente aos medicamentos, crises de agessividade e irritabilidade, variações de humor. E é neste sentido que a neurologista salienta que «nesta altura é vital todo o apoio à família e acompanhantes».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Para a doença degenerativa (por exemplo a doença de Alzeihmer) existem hoje alguns medicamentos que podem atrasar a evolução», diz Helena Coelho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E acrescenta: «Penso que a sociedade em que vivemos deve reorganizar-se e reestruturar-se, de forma a haver um lugar para estas pessoas, pois é previsível que nas próximas décadas o número de idosos aumente bastante».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deviam, assim, haver locais preparados para colmatar todas as necessidades que a idade e a doença vão trazer porque actualmente os que existem são insuficientes no nosso País.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«As pessoas estão vivas enquanto respiram, por isso merecem que pensemos nelas», conclui a neurologista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7229311692758035998?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7229311692758035998/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7229311692758035998' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7229311692758035998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7229311692758035998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/falncia-da-memria-fronteira-entre-o.html' title='FALÊNCIA DA MEMÓRIA » A FRONTEIRA ENTRE O FISIOLÓGICO E O PATOLÓGICO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R12F0_7T2cI/AAAAAAAAA54/OMBqlHeuGaw/s72-c/IDOSO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4091998332139526553</id><published>2007-12-10T18:05:00.000Z</published><updated>2007-12-10T18:21:49.158Z</updated><title type='text'>DEPRESSÕES PÓS-PARTO</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 181px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px" height="265" alt="" src="http://www.amazonia.com.br/images/saude/depressaoParto.jpg" border="0" /&gt;Em termos estatísticos, uma em cada dez mães sofre de depressões após o parto. Esta situação desenvolve-se habitualmente após a saída do hospital, mas pode ocorrer ao longo de todo o primeiro ano após o nascimento.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não é habitual reconhecer-se de imediato os seguintes sintomas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- vontade de chorar&lt;br /&gt;- profundo abatimento&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- sensação de desespero&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- nervosismo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- dificuldades de concentração e perda de memória&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- perda da noção do tempo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- sensação de incapacidade&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- insónias&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- sensação de irrealidade&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- nível de actividade muito elevado&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- dores físicas ou sensação de mal-estar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- desinteresse a nível sexual&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- medo em relação à sua própria saúde e à do bebé&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- indiferença em relação ao bebé&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se julga poder estar a sofrer de uma depressão pós-parto, não tente resolver a situação sozinha. Juntamente com o seu parceiro, desloque-se ao médico em busca de ajuda. Não se esqueça que se trata de uma doença que carece de tratamento específico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;in guia cuidar do bebé&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4091998332139526553?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4091998332139526553/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4091998332139526553' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4091998332139526553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4091998332139526553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/depresses-ps-parto.html' title='DEPRESSÕES PÓS-PARTO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4709796646327196742</id><published>2007-12-10T17:38:00.000Z</published><updated>2007-12-10T18:03:03.034Z</updated><title type='text'>DESPORTO DURANTE A GRAVIDEZ</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bebe.com.br/gravidez/corpo/imagens/01bebes_atividadefisica.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px" height="195" alt="" src="http://www.bebe.com.br/gravidez/corpo/imagens/01bebes_atividadefisica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O movimento e a prática de uma actividade desportiva durante a gravidez ser-lhe-ão com certeza benéficas. Promovem a circulação sanguínea, fazendo com que não se só se sinta melhor, mas também apresente melhor aspecto.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os músculos são fortalecidos e alguns pequenos incómodos da gravidez, tais como a prisão de ventre e a fadiga, poderão ser atenuados. Para além disso, a actividade desportiva ajuda a suprimir tensões físicas e emocionais. Se estiver fisicamente em forma, terá com toda a probabilidade uma gravidez sem complicações e um parto mais fácil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se normalmente pratica algum tipo de desporto, poderá continuar a fazê-lo. Determinante para saber até onde deve ir na prática desporto é o seu próprio bom senso: basta dar ouvidos ao que o seu corpo tiver para lhe dizer. Não se obrigue a fazer algo que não lhe apetece e pare para descansar se sentir necessidade disso. Poderá consultar o seu médico quanto à actividade física que melhor se adapta ao seu caso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;in o guia da gravidez&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4709796646327196742?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4709796646327196742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4709796646327196742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4709796646327196742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4709796646327196742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/desporto-durante-gravidez.html' title='DESPORTO DURANTE A GRAVIDEZ'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5161563933749557635</id><published>2007-12-07T11:48:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:05.078Z</updated><title type='text'>KIWI</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R1kzXv7T2PI/AAAAAAAAA4Q/5hFzNa5882I/s1600-h/kiwi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141196932715370738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px; TEXT-ALIGN: center" height="225" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R1kzXv7T2PI/AAAAAAAAA4Q/5hFzNa5882I/s320/kiwi.jpg" width="256" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rico em vitamina C (cada um contém 120% da dose recomendada), protege contra as cataratas, que resultam normalmente da oxidação do cristalino do olho. Actua também na prevenção das hemorragias dos vasos capilares da retina, problema bastante comum entre os doentes de diabetes.&lt;br /&gt;Fonte: Rev. Sábado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5161563933749557635?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5161563933749557635/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5161563933749557635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5161563933749557635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5161563933749557635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/kiwi.html' title='KIWI'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R1kzXv7T2PI/AAAAAAAAA4Q/5hFzNa5882I/s72-c/kiwi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1557409754948087387</id><published>2007-12-05T18:28:00.000Z</published><updated>2007-12-05T19:06:49.714Z</updated><title type='text'>MUDANÇAS EMOCIONAIS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://allankardec.globolog.com.br/woman_walking.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 260px; CURSOR: hand" height="391" alt="" src="http://allankardec.globolog.com.br/woman_walking.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para além das mudanças físicas que ocorrem desde logo no início da gravidez, experimentará também mudanças a nível emocional. As mulheres grávidas ficam frequentemente bastante susceptíveis. Por vezes, sem qualquer motivo aparente podem desatar a chorar, poderão sofrer depressões, ter ataques de fúria ou de ansiedade. Esta instabilidade emocional é perfeitamente normal e deve-se ao aumento dos níveis hormonais no decurso das primeiras 12 semanas da gravidez. Passadas cerca de 14 semanas estas mudanças de humor vão deixando de se fazer notar, no entanto é possível que durante toda a gravidez se sinta emocionalmente mais instável do que é normal. Se a gravidez não foi desejada ou se estiver a deparar-se com problemas financeiros ou de relacionamento, este período de adaptação será concerteza mais árduo. Se estiver a sofrer uma depressão ou encarar o futuro com grande ansiedade, não deverá hesitar em comunicar estas preocupações ao seu médico. Por vezes, o simples facto de falar sobre um problema pode ajudar e, caso seja necessário, o seu médico poderá sempre encaminhá-la para um psicólogo ou psicoterapeuta. Existem também instituições e linhas telefónicas (p. ex. SOS Grávida - 808 201 139), às quais se pode dirigir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1557409754948087387?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1557409754948087387/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1557409754948087387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1557409754948087387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1557409754948087387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/mudanas-emocionais.html' title='MUDANÇAS EMOCIONAIS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1370422490114817306</id><published>2007-12-05T18:16:00.000Z</published><updated>2007-12-05T18:27:25.685Z</updated><title type='text'>PUERPÉRIO E PSICOSE DO PUERPÉRIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.inps.it/Doc/TuttoInps/repository/node/P373382248/figurativi_gravidanza_puerperio.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 202px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px" height="176" alt="" src="http://www.inps.it/Doc/TuttoInps/repository/node/P373382248/figurativi_gravidanza_puerperio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O corpo da mulher percisa de 1 a 2 meses até voltar ao estado em que se encontrava antes da gravidez. A este período de tempo dá-se o nome de puerpério. Poderá demorar mais algum tempo até ter recuperado inteiramente das transformações físicas e mentais suscitadas pela gravidez e pelo nascimento do seu bebé.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trata-se aqui de distúrbios psíquicos sérios mas passageiros que poderão ocorrer muito raramente após o parto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tente conversar com o seu parceiro ou alguém da sua confiança acerca disso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A tristeza dos primeiros dias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Três a cinco dias após o nascimento é possível que se sinta deprimida e com vontade de chorar, emocionalmente instável, ora furiosa ora triste, ou mesmo ansiosa. Cerca de 70% de todas as mães passam por isso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Julga-se que esta instabilidade emocional esteja ligada às súbitas mudanças a nível hormonal. Na maioria dos casos, esta situação dura pouco tempo - de algumas horas a uma semana inteira - e não carece de qualquer tratamento especial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;in guia cuidar do bebé&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1370422490114817306?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1370422490114817306/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1370422490114817306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1370422490114817306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1370422490114817306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/puerprio-e-psicose-do-puerprio.html' title='PUERPÉRIO E PSICOSE DO PUERPÉRIO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1563596649993284554</id><published>2007-12-04T18:27:00.000Z</published><updated>2007-12-04T18:48:02.123Z</updated><title type='text'>QUANDO A BARRIGA DÓI... DÓI...</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.medicosdeportugal.iol.pt/content_files/cms/img/img1_6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 162px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" height="218" alt="" src="http://www.medicosdeportugal.iol.pt/content_files/cms/img/img1_6883966fd8f918a4aa29be29d2c386fb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Laura Regina Portela&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os alimentos são os principais responsáveis pelas tão conhecidas intoxicações alimentares. A gastrenterite, por exemplo, é um tipo de intoxicação muito comum. Em Portugal, apesar de ser um país civilizado e onde se verificam cuidados de saneamento que diminuem este tipo de infecções, as gastrenterites provocadas por bactérias patogénicas para os intestinos continuam a afectar muitos portugueses.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E se aos adultos é difícil suportar os efeitos desagradáveis, dolorosos e incomodativos de uma gastrenterite, como se sentirão as crianças? &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É evidente que nas escolas ou nas colónias de férias o risco de os mais pequenos contraírem gastrenterites é acrescido, desde logo pelo facto de os alimentos serem frequentemente preparados muito tempo antes do seu consumo, sujeitos ao calor intenso do Verão. Sempre que se realizam piqueniques, os lanches vão já preparados e, por vezes, com o acondicionamento desadequado para a temperatura própria da época. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Dr.ª Maria Celeste Barreto, pediatra, começa por indicar os alimentos que são considerados mais perigosos e que, por si só, apresentam maior risco de contaminação: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;«São exemplo os ovos, o queijo fresco, o leite, o fiambre e todos os alimentos enlatados que, depois de abertos, não são consumidos de imediato e que desenvolvem mais rapidamente bactérias, que depois vão ser patogénicas. Dever-se-á ter especial atenção aos bolos com natas e chantilly: cuidado com o tempo que decorre entre a confecção e a ingestão destes pelas crianças nos seus passeios ou piqueniques.» &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos inconvenientes dos piqueniques prende-se com o facto de se realizarem em parques com grandes arvoredos e lagos, onde habitam, naturalmente, inúmeros insectos e variados microorganismos, susceptíveis de contaminar os alimentos que não estejam devidamente tapados ou protegidos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outro aspecto importante que a especialista salienta são as comidas não cozinhadas, por exemplo, as saladas. Verduras e vegetais que não sejam sujeitos à fervura e/ou cozedura e que, se não forem devidamente lavados com água e lixívia ou água com vinagre, poderão também estar contaminados. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Segundo a pediatra, «é importantíssimo que as pessoas não se esqueçam de lavar as mãos antes de manipular qualquer alimento, isto porque são um bom meio de transmissão de bactérias». Nas creches ou colégios, «quando existem casos de gastrenterites virais, a transmissão é feita muitas vezes desta forma. Ao mudar-se a fralda a uma criança sem depois lavar as mãos corre-se o risco de transmitir negligentemente a virose. Esta é uma das principais medidas higiénicas na prevenção deste tipo de infecções: lavar as mãos antes de manipular alimentos, antes de qualquer refeição e após a ida ao quarto de banho». &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Evitar a desidratação&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tal como nos adultos, a gastrenterite nas crianças pode manifestar-se de várias formas, sendo os mais comuns os vómitos e a diarreia. Muitas vezes, os vómitos precedem o quadro da diarreia. Só depois é que são evidentes as alterações das fezes, que são, nestes casos, mais fétidas do que habitualmente. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;E esta é uma das características que facilmente identifica a intoxicação alimentar por salmonela: o cheiro muito peculiar, que nos alerta imediatamente para o provável agente patogénico presente naquela gastrenterite. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para Celeste Barreto, «estes sintomas são, regra geral, controláveis. No entanto, há situações em que a criança pode desidratar por vómitos incoercíveis, que surgem acompanhados pela diarreia. Há uma perda enorme de água e de electrólitos que origina quadros de desidratação. Em alguns casos é necessário o internamento da criança, para que se possa controlar a desidratação e todo o desequilíbrio que depois acompanha estas situações». &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Que cuidados se deve ter para evitar a desidratação da criança?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a pediatra, «o primeiro cuidado a ter após o aparecimento dos vómitos é não forçar a alimentação, isto é, os alimentos sólidos, pois podem não ser bem tolerados. Numa primeira fase, de forma a equilibrar os vómitos, deverá oferecer-se líquidos, nomeadamente chá preto (o mais comum), fraco, açucarado e frio, sempre em pequenas quantidades, já que o estômago da criança pode não tolerar uma quantidade excessiva de líquidos. O esforço de ingestão originará um quadro de vómitos bastante difíceis de controlar por via oral e só depois controláveis pela via endovenosa». &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para Celeste Barreto, «tem de se oferecer primeiro os líquidos e só depois os sólidos: coisas leves, papas, iogurtes naturais, sopas simples, e também leite, se não houver intolerância aos açúcares do leite que, por vezes, surgem nas gastrenterites mais prolongadas. Pode-se dar água à criança, no acompanhamento dos líquidos ou sólidos. Caso haja rejeição da ingestão imediata de sólidos, dever--se-á voltar a insistir nos líquidos. Poder-se-á sempre optar por bebidas de maior aceitação nas crianças e jovens, como é o caso dos chás já feitos, em pacote, que normalmente têm um sabor mais agradável». &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Outros sintomas&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando há febre – um sintoma frequente dos quadros de gastrenterite – é necessário controlar o quadro clínico com antipiréticos habituais. Geralmente, os pais ou educadores de infância estão preparados para fazer esta terapêutica sem qualquer risco. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;«É evidente que os quadros de gastrenterite originam nas crianças cólicas abdominais bastante incomodativas e que, por vezes, são acompanhadas de uma palidez muito acentuada. Na realidade, a criança fica pálida de resposta àquela dor tão forte. Quando a dor precede o vómito e parece que a criança vai desmaiar, estamos perante uma crise vagal – a criança fica muito branca, parecendo que vai perder todas as forças – nesta altura, basta fazer o tal chá açucarado para estabilizar a situação», diz a especialista, acrescentando: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;«Em relação ao tratamento desta patologia, pode ser feito no domicílio ou na colónia de férias pelos responsáveis, sem ter de se recorrer de imediato ao hospital. Analisando a gastrenterite como uma ferida da mucosa do intestino, há que dar um certo tempo para que ela possa, de algum modo, cicatrizar.» &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em termos de tratamento médico, por regra, os antibióticos não estão indicados. Há, inclusive, situações de gastrenterite por salmonela que contra-indica antibióticos, pois pode prolongar o tempo de permanência das bactérias no intestino. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;«Uma vez controlada a situação, geralmente, não ficam sequelas e depois as crianças recuperam. É, no entanto, conveniente fazer o estudo da origem da intoxicação alimentar: se foi na creche, na colónia de férias ou noutros locais e qual terá sido o foco infeccioso que originou a gastrenterite. Há, também, os inquéritos feitos pelas autoridades sanitárias para se chegar à conclusão de qual foi o agente patogénico que esteve na sua origem, qual foi o alimento contaminado», indica Celeste Barreto. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A ocorrência de surtos requer uma notificação imediata às autoridades de vigilância sanitária para que se desencadeie a investigação das fontes de contaminação e igualmente o controlo da sua transmissão através de medidas preventivas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cuidados essenciais&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É fundamental a informação, formação e educação dos responsáveis e educadores de infância, no que respeita às situações de risco, aos factores de influência, aos meios de transmissão e às medidas de prevenção. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há que ter especial atenção quando os destinos de férias são fora do meio habitual, sobretudo se as escolhas recaem sobre países tropicais e não se tem a certeza que a água canalizada é devidamente tratada. Todavia, é preferível beber água engarrafada e, principalmente, não colocar gelo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;«Muitas vezes, as pessoas têm imenso cuidado em oferecer água engarrafada às crianças e mesmo para consumo próprio, e utilizam gelo que foi feito com água cuja origem se desconhece», refere a pediatra. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há que ter também especial atenção aos banhos que se tomam em locais com águas paradas &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;– um óptimo local para o desenvolvimento de bactérias, fungos e outros microorganismos que podem ser verdadeiros potenciadores de futuras infecções patogénicas, às quais as crianças estão mais facilmente expostas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Informações úteis&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tipos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Intoxicação por salmonela&lt;br /&gt;- Intoxicação por clostrídios&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Intoxicação por estafilococos&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Alimentos de risco&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Todos os tipos de carne, em particular as aves; ovos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Pratos à base de carne; pratos reaquecidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Alimentos crus ou parcialmente cozidos, em particular as carnes fumadas, maioneses, gelados e doces.Sintomas- Diarreia; um pouco de febre; dor de cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Dores abdominais; diarreia; temperatura mantém-se normal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Inicialmente, sente-se tonturas e náuseas; vómitos abundantes; algumas pessoas têm diarreia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Duração habitual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Três a quatro dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Um a dois dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Normalmente, não ultrapassa um período de 24 horas.Tratamento&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Um dia de repouso; ingestão de chá, água ou sumos em abundância; evitar alimentos sólidos; em casos de maior persistência é sempre aconselhável consultar um médico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cuidados a ter&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Cozer bem os alimentos; evitar o contacto de carnes cozidas com carnes cruas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Evitar comer comida reaquecida mais do que uma vez; guardar rapidamente alimentos frescos comprados nos supermercados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Lavar bem os alimentos crus; evitar contacto dos alimentos com infecções cutâneas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Números e factos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Segundo a OMS, as doenças transmitidas por alimentos são responsáveis por 3 milhões de mortes em crianças menores de 5 anos, em todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Por ano, cerca de 30% das pessoas apresentam sintomas de intoxicação alimentar, um doença que mata anualmente 2 milhões de crianças, nos países em desenvolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– O período de incubação varia consoante o agente patogénico, indo de uma a 24/48 horas em casos onde o vómito é predominante, degenerando em diarreia.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Situações frequentes de intoxicação alimentar nas crianças&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Situações de risco: Piqueniques; Banhos; Praias; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Colónias de férias; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Países tropicais.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Factores de influência: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Arvoredos, lagos; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Águas laradas; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Calor; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Convívio das crianças; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falta de saneamento básico. Meios de transmissão Moscas e mosquitos; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fungos e bactérias; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Multiplicação de microorganismos; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contaminação por pessoa; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Água não potável. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Medidas preventivas&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;• Protecção e acondicionamento dos alimentos;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;• Evitar estes banhos;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;• Consumo rápido dos alimentos;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Lavagem das mãos:- Antes da manipulação dos alimentos;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Antes das refeições; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Após a ida ao quarto de banho;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;• Consumir água engarrafada e evitar o gelo.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1563596649993284554?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1563596649993284554/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1563596649993284554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1563596649993284554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1563596649993284554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/quando-barriga-di-di.html' title='QUANDO A BARRIGA DÓI... DÓI...'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7371504393815679639</id><published>2007-12-04T18:15:00.000Z</published><updated>2007-12-04T18:21:52.969Z</updated><title type='text'>A HIGIENE ÍNTIMA NA MULHER</title><content type='html'>&lt;a href="http://ocantinhodalena.com.br/mulher/mul03/mulher.lena.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand" height="245" alt="" src="http://ocantinhodalena.com.br/mulher/mul03/mulher.lena.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dr. Daniel Pereira da Silva&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O que é a higiene íntima? O conceito de higiene íntima não é claro, não é linear. Levanta dúvidas e más interpretações, como seja confundir higiene de uma região íntima para a mulher com o uso de irrigação vaginal.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando falamos em higiene íntima queremos abordar a questão da utilização de produtos que não agridam os genitais externos, que contribuem para o bem-estar, conforto, segurança e saúde da mulher. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de mais importa conhecer melhor o corpo, em particular o genital e as alterações que sofrem ao longo do ciclo e, mesmo ao longo da vida. O exemplo mais flagrante é a menstruação e o receio infundado de usar produtos de higiene íntima nessa fase – nada mais errado. Outra circuntância que interessa considerar é a mudança do ambiente vulvo vaginal e do seu pH ao longo da vida da mulher. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da puberdade até à menopausa, o pH vaginal é ácido. Esta acidez deve-se à presença de ácido láctico. A produção de estrogéneos leva à secreção de glicogénio na vagina, que por acção dos bacilos de Doderlein é transformado em ácido láctico. É este o elemento responsável pela manutenção do pH ácido (3.8 – 4.2) da vagina, o que impede o crescimento das bactérias existentes no meio vaginal. A maior concentração de glândulas sebáceas, contrariamente ao que se poderia supor, encontra-se na vagina. A secreção por elas produzida, sebo, deposita-se nas pregas da mucosa vaginal, e em contacto com o ar oxida favorecendo a posterior colonização bacteriana e consequente odor desagradável. Daqui advém o interesse no uso de produtos específicos para higiene íntima e que preservem o pH fisiológico ácido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acontece que o pH vaginal na pré-puberdade e após a menopausa é quase neutro, a aplicação directa de produtos com pH ácido provoca desconforto e irritação. O exemplo mais gritante é a utilização do mesmo produto para a mãe e para a filha ainda criança!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quais são os tipos de produtos adequados para uma boa higiene íntima feminina?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um produto adequado à higiene íntima deve contemplar o objectivo de prevenir situações que desequilibrem a normal proporção das populações que habitam o tracto genital feminino. Assim, é recomendável um produto com propriedades descongestionantes e tonificantes que mantenha intactas as defesas naturais da mucosa genital.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é objectivo desses produtos abolir qualquer tipo de “corrimento”, já que o aparelho genital inferior da mulher, em particular vagina e vulva, tem uma humidade natural, causada por secreções naturais que variam em volume, cor, odor, consistência e viscosidade de mulher para mulher e de acordo com a fase da vida. Antes da puberdade e após a menopausa existe uma secura vaginal característica motivada pelos níveis reduzidos de estrogénios. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É de recordar que o sabão é um detergente e, como tal, facilita a dissolução e remoção dos resíduos ligados às gorduras, pelo que não tem qualquer vantagem o seu uso no aparelho genital. Como se não bastasse, apresenta um pH alcalino o que será desde logo agressivo para a vagina que apresenta um meio ácido. O sabonete é habitualmente partilhado e como tal apresenta um risco acrescido de contaminação; por outro lado, a sua exposição leva à deposição de poeiras e sujidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não devem também ser utilizados produtos perfumados, desodorizantes íntimos ou produtos de irrigação vaginal. Por vezes, estes produtos são demasiado agressivos e como tal provocam reacções inflamatórias, tais como o sabão. O sabão azul e branco deve ser banido. É incrível como é indicado por médicos sem qualquer critério. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em rotina um produto de pH neutro pode ser suficiente, para isso basta um shampoo de cabelos de bebés! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Em conclusão...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um bom produto para higiene íntima da mulher é aquele que protege o meio vaginal tendo em conta as suas características, ou seja, não esquecendo que os tecidos que envolvem o aparelho genital têm um pH (4,5) diferente do resto da pele, que é neutro (7).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de um pH muito mais próximo do pH da vagina, um bom produto de higiene não deve ter odor, já que o cheiro está associado a substâncias desodorizantes que podem provocar reacções alérgicas, irritações, desconfortos, etc. Por receio dos maus odores ou dos agentes infecciosos, acaba-se por correr o risco de exagerar, utilizando produtos pouco adequados à higiene íntima. Verifica-se, ainda, que muitas mulheres continuam a recorrer aos anti-sépticos, altamente desaconselháveis para a mucosa vaginal. Isto porque a mulher confunde odor natural com o de uma infecção, ignorando que a maior concentração de glândulas sebáceas é a nível da vagina e não do couro cabeludo ou das axilas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dr. Daniel Pereira da Silva,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Director do Serviço de Ginecologia do IPO de Coimbra e Presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.cscarnaxide.min-saude.pt/jornal/" target="_blank"&gt;Jornal do Centro de Saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7371504393815679639?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7371504393815679639/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7371504393815679639' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7371504393815679639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7371504393815679639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/higiene-ntima-na-mulher.html' title='A HIGIENE ÍNTIMA NA MULHER'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-2973955878928908334</id><published>2007-12-04T18:04:00.000Z</published><updated>2007-12-04T18:12:37.165Z</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA PARA A POPULAÇÃO SÉNIOR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://mexa-se.idesporto.pt/Images/Flexoesnaponte.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 301px; CURSOR: hand" height="186" alt="" src="http://mexa-se.idesporto.pt/Images/Flexoesnaponte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rita Cosme Gonçalves, Fisioterapeuta&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O crescente aumento demográfico da população sénior, passou a ser nas últimas décadas factor de interesse e preocupação nos países europeus. Portugal não é excepção sendo, inclusivamente, dos países com maior índice de envelhecimento. As transformações demográficas, sociais e familiares que vêm existindo na sociedade portuguesa determinam novas necessidades para este tipo de população.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos próximos 20 anos, prevê-se que o número de pessoas com mais de 60 anos de idade aumente para o dobro. Reduzir e adiar a incapacidade causada pelo envelhecimento é uma medida essencial de saúde pública, e a actividade física pode desempenhar um importante papel nesse sentido, criando e mantendo o bem-estar em todas as idades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estudos evidenciam&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A inactividade causa muitas das perdas funcionais atribuídas ao envelhecimento;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Indivíduos fisicamente activos gozam de melhor saúde;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A actividade física aumenta a força muscular, a flexibilidade, logo a mobilidade; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A actividade física está associada à boa saúde mental, ao bom humor, a uma menor depressão e ansiedade. Aumenta assim a sensação de bem-estar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Benefícios da actividade física nos adultos seniores&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A actividade física melhora a qualidade de vida em todas as idades. Os benefícios são evidentes: melhor equilíbrio, mais força, melhor coordenação psicomotora, flexibilidade e resistência. No caso dos adultos seniores, é particularmente importante melhorar a flexibilidade e o equilíbrio, para se evitarem as quedas, uma das principais causas de incapacidade neste grupo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O exercício físico adequado traz sempre vantagens. Se iniciado cedo e mantido ao longo da vida, ajuda a prevenir doenças como as cardiovasculares, as artrites, a osteoporose e a hipertensão, que são as mais frequentes nos idosos. Se começado mais tarde, mas praticado com regularidade, contribui para minimizar a incapacidade e a dor que estão associadas a essas doenças.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A actividade física ajuda também a prevenir, a reduzir e a controlar:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A hipertensão, que afecta um quinto da população adulta mundial;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A osteoporose, diminuindo em 50% o risco de fractura da anca nas mulheres;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O excesso de peso, diminuindo o risco de obesidade em 50%, relativamente a pessoas com estilo de vida sedentário.A actividade física contribui para:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Manter saudáveis os ossos, os músculos e as articulações e melhorar a condição física das pessoas com doenças crónicas incapacitantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Controlar situações dolorosas, como as dores nas costas ou nos joelhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso, uma vida activa traz aos idosos maiores possibilidades de criarem novas amizades, de manterem laços com a comunidade e de contactarem com pessoas de todas as idades, reduzindo-se, assim, a solidão e a exclusão social. Por outro lado, desenvolve-se a autoconfiança e a auto-suficiência, sentimentos fundamentais para o seu bem-estar psicológico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal como as pessoas de qualquer outra idade, os idosos devem escolher as actividades físicas de que mais gostem. Mas, havendo algum problema de saúde específico, deve procurar-se o conselho do médico antes de se iniciar a sua prática.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Onde e Que tipo de Actividade Física escolher&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Actividade física para Seniores As classes de Gerontomobilidade, são classes de ginástica específica para este tipo de população, caracterizada como um tipo de actividade física especializada na reabilitação de adultos seniores com ou sem grau de incapacidade, dependência física e funcional ou em risco de perda de independência e ou de autonomia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Onde praticar?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As classes de Gerontomobilidade não estão infelizmente muito divulgadas. Porém, podem encontrar-se em:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Centros de Dia- Centros Comunitários&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Clínicas de Fisioterapia- Centros de Saúde&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Casas de Repouso- Instituições de Solidariedade Social&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Instituições de Apoio ao Idoso O aumento de um programa de actividade física para adultos seniores tende a melhorar o seu estado de saúde, diminuindo a dependência, a ociosidade, favorecendo a socialização, com o objectivo de melhorar a Qualidade de Vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.reabilitar-em-casa.com/" target="_blank"&gt;Reabilitar em Casa&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-2973955878928908334?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/2973955878928908334/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=2973955878928908334' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2973955878928908334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2973955878928908334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/importncia-da-actividade-fsica-para.html' title='A IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA PARA A POPULAÇÃO SÉNIOR'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-277975924182176804</id><published>2007-12-01T20:18:00.000Z</published><updated>2007-12-01T20:22:18.458Z</updated><title type='text'>OS HOMENS PORTUGUESES ESTÃO CADA VEZ MAIS BONITOS!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.medicosdeportugal.iol.pt/content_files/cms/img/img1_973a5f0ccbc4ee3524ccf035d35b284b.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" height="277" alt="" src="http://www.medicosdeportugal.iol.pt/content_files/cms/img/img1_973a5f0ccbc4ee3524ccf035d35b284b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Vanessa da Trindade&lt;br /&gt;Os homens não foram pioneiros a procurar a cosmética e a estética para os seus cuidados pessoais, mas hoje já não hesitam em comprar um bom creme, a cortar o cabelo com um profissional ou mesmo procurar um cirurgião. São estagiários, mas vão fazer carreira! Lembre-se que, são cada vez mais os homens que procuraram a ajuda de especialistas. Conheça em que áreas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cirurgia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além da Lipo-aspiração, os homens que procuram hoje as clínicas de estética têm exigências variadas que dependem tanto da idade como do problema efectivo a solucionar. Em primeiro lugar aparecem as intervenções que estão relacionadas com a correcção do nariz (Rinoplastia) e correcção das orelhas (Otoplastia). Outro tipo de intervenções que levam os homens mais maduros a procurar o nosso aconselhamento em consulta, são os relacionados com o rejuvenescimento facial, destacando-se a Blefaroplastia que corrige de forma eficaz as rugas e bolsas das pálpebras e o aspecto cansado. Muito comum também é a Ginecomastia: redução do tecido adiposo que se instala por cima do musculo peitoral e que não desaparece nem com dieta nem com as idas constantes ao ginásio. Todas as cirurgias são realizadas sob anestesia geral ou sob anestesia local com sedação, conforme o critério médico. Qualquer uma delas requer uns dias de repouso, mas de uma maneira geral ao cabo de uma semana podem voltar às suas tarefas diárias sem problemas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Odontologia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Faces dentais, coroas, branqueamento a laser ou ortodontia são palavras que já fazem parte do vocabulário masculino e não encerram qualquer mistérios. Há disposição todas as soluções integrais, desde o recuperar um dente partido à reconstrução total da boca, passando pela cirurgia maxilar aos branqueamentos dentais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Medicina estética&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É inútil continuar a acreditar que “quanto mais peludo é o homem melhor”. São cada vez mais os homens que optam por depilar-se, pois os pêlos são cada vez menos um símbolo de virilidade. Os desportistas e actores abriram um caminho que hoje é seguido por todos, tanto por comodidade como por higiene. Desta maneira elegeram a Fotodepilação Médica como o seu sistema, pois representa um dos maiores avances tecnológicos na depilação de longa duração, bem como pela comodidade, rapidez e utilizável em qualquer parte do corpo.Por outro lado a pele é cada vez mais uma zona que reclama cuidados. Ter uma pele sã e livre de problemas cutâneos, como a Acne, tornou-se uma prioridade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A Fototerapia Anti-acne soluciona esta doença e devolve ao rosto, peito e costas o seu equilíbrio libertando-os de borbulhas e furúnculos. O Botox é o tratamento é ideal para os homens ocupados! A sua aplicação permite que possam rejuvenescer o seu rosto de uma forma simples, rápida e muito eficaz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A técnica não requer mais de meia hora na consulta do médico e não requer nenhuma preparação prévia, deverá unicamente evitar apanhar sol e deitar-se durante várias horas depois da infiltração. Pode perfeitamente conjugar a aplicação do tratamento com um dia normal de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratamentos capilares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre os problemas estéticos que mais preocupam os homens está a queda de cabelo e a calvície prematura. Graças aos avances conseguidos neste campo há soluções muito efectivas para devolver ao cabelo a sua vitalidade e travar a queda. Os Tratamentos Capilares e Infiltrações conseguem resultados realmente espectaculares. Cabelos mais fortificados, diminuição da queda comprovada, eliminação de problemas como a caspa ou a oleosidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Emagrecimento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;E na hora de comer também estão mais cuidadosos. Quando verificam que os quilos a mais os obrigam a comprar mais roupa, que não lhes assenta na perfeição, já não ficam impassíveis. A Dieta Personalizada ou o Balão Intragástrico para casos mais complicados são muito procurados. Além de produzir uma perda efectiva dos quilos a mais, ensina a comer saudavelmente.&lt;br /&gt;Fonte: Corporación Dermoestética&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-277975924182176804?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/277975924182176804/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=277975924182176804' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/277975924182176804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/277975924182176804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/12/os-hmens-portugueses-esto-cada-vez-mais.html' title='OS HOMENS PORTUGUESES ESTÃO CADA VEZ MAIS BONITOS!'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-61286730938612416</id><published>2007-11-20T12:39:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:05.397Z</updated><title type='text'>ALERGIAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0LWVP1ltGI/AAAAAAAAAvE/MzJAUiwTO_s/s1600-h/abeb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134902185672684642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0LWVP1ltGI/AAAAAAAAAvE/MzJAUiwTO_s/s320/abeb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O nosso sistema imunitário é capaz de identificar e eliminar substâncias e agentes nocivos. Mas, por vezes, sofre de "excesso de zelo", e reage contra substâncias que não são perigosas. Chama-se a essa reacção exagerada hipersensibilidade ou alergia, e alérgenos às substâncias que a originam.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sistema imunitário tem memória. Diz-se que a pessoa está sensibilizada para um alérgeno quando o seu sistema imunitário já memorizou essa substância.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Atopia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há pessoas mais susceptíveis a substâncias normalmente presentes no meio ambiente (pólens, bolores, pó doméstico). Diz-se que são atópicas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Frequentemente hereditária, a atopia manifesta-se por eczemas, febre dos fenos (ou polinose - é causada por pólens) e asma alérgica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tratar as alergias&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há tratamento definitivo. O objectivo é afastar o alérgeno, mas isso nem sempre é fácil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há fármacos que bloqueiam a resposta imunitária alérgica, e são usados para tratar situaçõea agudas. Provocam habituação e outros efeitos secundários, como a sonolência, pelo que devem ser utilizados com cuidado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tratamento mais eficaz é dessensibilizar: retirar a substância da memória do sistema imunitário. Se o sistema imunitário "esquecer" o alérgeno, não reagirá com a mesma intensidade. É um tratamento demorado, que exige a identificação precisa da substância causadora da alergia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Identificar as alergias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobretudo nas crianças, pode ser difícil identificar com precisão quais as substâncias responsáveis pela reacção alérgica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Primelab pode ajudar, através da pesquisa e doseamento dos anticorpos específicos de cada alérgeno. Existem actualmente testes para centenas de alérgenos diferentes, incluindo plantas e fungos, alimentos infantis, mariscos, peles de animais e insectos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contactos:Primelab – Laboratório de Análises Clínicas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rua Tomás da Fonseca,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Torres de Lisboa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Edifício E, 3º Piso&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1600-209 Lisboa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Telefone: 217 202 120&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.gpsaude.pt/" target="_blank"&gt;GPSaúde - Grupo Português de Saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-61286730938612416?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/61286730938612416/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=61286730938612416' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/61286730938612416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/61286730938612416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/alergias.html' title='ALERGIAS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0LWVP1ltGI/AAAAAAAAAvE/MzJAUiwTO_s/s72-c/abeb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-2861699390772710378</id><published>2007-11-20T11:57:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:05.508Z</updated><title type='text'>OS PRIMEIROS DIAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0LTUv1ltFI/AAAAAAAAAu8/lpf0okGj1Tw/s1600-h/amulher.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134898878547866706" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0LTUv1ltFI/AAAAAAAAAu8/lpf0okGj1Tw/s320/amulher.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Se o seu filho tiver nascido no hospital, o tempo que ainda aí passar após o nascimento terá a ver com o modo como o parto tiver decorrido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A média de permanência no hospital situa-se entre 2 a 5 dias; no caso de ter sido sujeita a uma cesariana terá de contar com 5-8 dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bexiga e intestinos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante os primeiros dias após o nascimento é importante esvaziar a bexiga regularmente. Caso surjam problemas, fale com o seu médico ou parteira acerca disso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Dor perineal&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo após o parto normal é normal sentir-se dores na zona do períneo (entre a vagina e o recto) e a pele apresentar-se sensível e magoada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se levou pontos na zona perineal, por ter sido necessário proceder a um corte com vista a possibilitar a saída do bebé pela vagina ou por os tecidos terem rasgado, então pode ser que esses pontos se torne dolorosos e talvez até provoquem inchaços.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Consulte o médico sobre possibilidades de aliviar essa dor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Lóquios &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a expulsão da placenta surge uma ferida no útero, razão pela qual, após o nascimento, é normal que ocorra um corrimento manchado de sangue. À medida que essa ferida vai sarando o corrimento vai-se tornando mais acastanhado e menos abundante e após 2 a 4 semanas cessa. Deverá ir ao médico se após alguns dias voltar a ter uma hemorragia súbita e forte, se os lóquios cessar abruptamente ou se tiver um cheiro desagradável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utilize apenas pensos higiénicos durante este período e evite ao máximo as relações sexuais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Menstruação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltará a ter a sua menstuação talvez logo no mês seguinte após o parto, embora também possa demorar até seis meses para que isso aconteça. Se continuar a amamentar, talvez o período só volte depois de começar a desmamar o bebé. &lt;strong&gt;Não se esqueça que mesmo que ainda não tenha voltado a ter menstruação, poderá engravidar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;In guia cuidar do bebé&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-2861699390772710378?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/2861699390772710378/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=2861699390772710378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2861699390772710378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2861699390772710378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/os-primeiros-dias.html' title='OS PRIMEIROS DIAS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0LTUv1ltFI/AAAAAAAAAu8/lpf0okGj1Tw/s72-c/amulher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-3254178424361166914</id><published>2007-11-19T17:03:00.000Z</published><updated>2007-11-20T11:54:49.897Z</updated><title type='text'>SAÚDE E BEM-ESTAR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.megalopolis.blogger.com.br/gravida.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 265px; CURSOR: hand" height="428" alt="" src="http://www.megalopolis.blogger.com.br/gravida.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Até a bem poucos anos era comum recomendar-se às grávidas que se poupassem fisicamente ao máximo que pudessem. Hoje em dia muitas mulheres trabalham até pouco tempo antes do nascimento, continuam a fazer tarefas domésticas e tomam activamente parte na vida quotidiana. Nunca se esqueça: a gravidez não é uma doença, porém não deixa de ser importante que tome cuidados consigo e que encontre um equilíbrio entre fases de descanso e fases de actividade. Muitas mulheres encaram a gravidez como uma oportunidade para repensarem o seu estilo de vida e para tomarem decisões quanto a eventuais mudanças. Deixar de fumar, por exemplo, moderar ou abandonar o consumo de álcool e deixar de praticar um desporto mais arriscado. Nem sempre estas alterações são fáceis de pôr em prática. Consulte o seu médico e enfermeiro e peça o apoio dos seus amigos e família.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-3254178424361166914?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/3254178424361166914/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=3254178424361166914' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3254178424361166914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3254178424361166914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/sade-e-bem-estar.html' title='SAÚDE E BEM-ESTAR'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5946128733093465508</id><published>2007-11-19T01:36:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:05.737Z</updated><title type='text'>MENOPAUSA VS ANDROPAUSA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0Dqfv1ltAI/AAAAAAAAAuU/3oNG-aB5S6c/s1600-h/idos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134361406340445186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0Dqfv1ltAI/AAAAAAAAAuU/3oNG-aB5S6c/s320/idos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Manifestações iniciais da velhice&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ambas originadas pelo défice hormonal, a menopausa e a andropausa são manifestações no feminino e no masculino de um período específico da vida pertencente ao processo de envelhecimento. Marcadas por mudanças fisiológicas, variam de indivíduo para indivíduo e, sobretudo, consoante o sexo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Salvo raras excepções, a expressão «as senhoras primeiro» ganha evidência quando se compara a menopausa com a andropausa. De facto, é nas mulheres que se manifestam os primeiros sintomas do envelhecimento, geralmente aos 50 anos, mas pode ser precoce (40 anos) ou tardia (55 anos). No que diz respeito aos homens, tal sintomatologia pode surgir antes dos 40 anos, mas é mais frequente a partir dos 60.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, quer nos homens quer nas mulheres, ocorrem inúmeras alterações físicas, sexuais, afectivas e cognitivas. As manifestações são, porém, mais evidentes nas mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A menopausa é uma etapa bem-definida da vida, nomeadamente, com a cessação da menstruação, que está associada à infertilidade. É também caracterizada por várias alterações, condicionadas pela diminuição de estrogénios», avança o Dr. Carlos Santos, urologista, continuando:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O défice destas hormonas sexuais femininas interfere com muitos aspectos fisiológicos. A nível urológico, por exemplo, dá-se uma diminuição da lubrificação das paredes vaginais, podendo causar o vaginismo, outras alterações a nível de disfunção sexual feminina ou a incontinência urinária.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao contrário, a andropausa, que é também designada como menopausa masculina, é menos evidente, ou seja, não há uma etapa bem definida em termos de cessação de funções. Por exemplo, a fertilidade mantém-se nos homens. Além disso, sintomas como os afrontamentos ou a sudação nocturna não importunam tanto o sexo masculino, nem são tão evidentes como no sexo feminino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O homem sofre uma série de alterações proporcionadas pela diminuição dos androgénios, em particular a testosterona que, por sua vez, pode originar disfunção eréctil, diminuição do volume testi&amp;shy;cular, alterações do orgasmo ou ejaculação fraca. Esta fase pode ser definida como a síndrome produzida pela diminuição progressiva dos androgénios», diz o urologista, comentando que andropausa não é o termo cientificamente correcto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E explica a razão: «Andropausa é, para muitos autores, uma terminologia controversa, sendo utilizada a expressão inglesa “PADAM”, que significa “deficiência parcial androgénica do homem idoso”. Para mim não faz muito sentido chamar de andropausa a uma fase do homem que é diferente da que ocorre na mulher. Além disso, em termos científicos, PADAM traduz, de forma mais precisa, a etapa masculina da segunda metade da vida, pois define uma diminuição dos androgénios. Usa-se andropausa porque é simples e associa-se à menopausa masculina.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Desejo sexual diminuído&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cessação da menstruação provocada pela falência da função dos ovários é um aspecto com consequências objectivas. O mesmo não se poderá dizer do défice de testosterona. Contudo, a diminuição do desejo sexual, além de ser objectiva, é comum em ambos os sexos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A menopausa e a andropausa não devem ser encaradas como doenças, mas sim como fases em que ocorrem sintomas específicos. Daí a existência de terapêuticas que ajudam os indivíduos a ultrapassar esse período com uma melhor qualidade de vida. A sexualidade é uma das áreas em que actuam. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A terapêutica para a diminuição do desejo sexual passa pela reposição do défice hormonal. Assim como para a mulher existem as terapêuticas hormonais de substituição, que repõem os níveis hormonais de estrogénios, para o homem o tratamento mais actual que repõe os níveis de androgénios é feito com testosterona em gel», indica Carlos Santos.&lt;br /&gt;Tal como acontece com a THS, para as mulheres, o gel responsável pelo aumento da libido masculina também contribui para a diminuição dos afrontamentos, dos suores e da ansiedade. A aplicação é feita, uma vez por dia, em zonas corporais de fácil acesso, normalmente no ombro ou na barriga.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O uso da testosterona em gel obriga a uma vigilância médica, porque é apenas indicado para os homens que têm uma deficiência de testosterona. Outras alterações que possam ocorrer, como a disfunção eréctil, são tratadas com fármacos diferentes», menciona o urologista, advertindo que «algumas patologias podem ser agravadas pelo uso da testosterona em gel, nomeadamente o carcinoma da próstata».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E conclui: «É preciso ter noção de que, quer na menopausa, quer na andropausa, não há apenas uma diminuição de estrogénios e de androgénios. Trata--se de um processo de envelhecimento normal, fisiológico, que está associado a alterações multiormonais e a deficiências hormonais, como a hormona do crescimento.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Geriatria em discussão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Doença de Alzheimer: o tratamento farmacológico», «Gerontopsiquiatria: a depressão no idoso» e «Alterações da Memória com o Envelhecimento». Estas e muitas outras temáticas estiveram em discussão no XXV Congresso Português de Geriatria, que teve lugar na cidade de Lisboa, entre os dias 6 e 8 de Outubro. Durante o evento decorreu, ainda, a II Jornada Luso-Brasileira de Geriatria e a Jornada de Gerontologia Social.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5946128733093465508?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5946128733093465508/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5946128733093465508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5946128733093465508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5946128733093465508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/menopausa-vs-andropausa.html' title='MENOPAUSA VS ANDROPAUSA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/R0Dqfv1ltAI/AAAAAAAAAuU/3oNG-aB5S6c/s72-c/idos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7425562270343941093</id><published>2007-11-19T01:05:00.000Z</published><updated>2007-11-19T01:24:57.667Z</updated><title type='text'>CICLO DA MULHER</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://ocantinhodalena.com.br/mulher/mul03/mulher.lena.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://ocantinhodalena.com.br/mulher/mul03/mulher.lena.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Madalena Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Seria utópico apontar, nas breves páginas que se seguem, as soluções para o tão vasto número de inquietações que, todos os dias, interpelam a mulher.Fica aqui uma pequena ajuda para que elas identifiquem e saibam resolver alguns dos problemas que podem encontrar ao longo da vida: desde a adolescência até para lá da menopausa.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando deixamos de ser crianças...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A adolescência é talvez a fase mais complicada da vida. Enquanto que uns deixam de ser crianças «à força», outros é «à força» que querem deixar de o ser. E, neste misto de querer e não querer, de saber e não saber, de sentir e não sentir, muitas mudanças físicas e psicológicas ocorrem. Deixa-se de admirar os brinquedos e passa-se a olhar para o próprio corpo que muda de dia para dia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto de novo a acontecer, sensações nunca antes experienciadas, dores vindas não se sabe bem de onde, pêlos que crescem, ancas que alargam, seios que afloram, a primeira menstruação e, entre tanta confusão, começa-se a ser mulher. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O início da puberdade, que marca o nascer da adolescência, caracteriza-se por várias mudanças internas e externas. «Embora em 20% dos casos a puberdade se inicie com o aparecimento dos pêlos púbicos, o desenvolvimento mamário, designado por telarca, é, habitualmente, o primeiro sinal da puberdade, ocorre por volta dos 10 anos e tem uma duração média de 4,5 anos», diz a Dr.ª Helena Leite, da Consulta de Ginecologia de Adolescentes, Serviço de Ginecologia da Maternidade Bissaya-Barreto (Coimbra). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em geral, «dois anos após o início da telarca, dá-se a primeira menstruação ou menarca, cuja idade média é aos 12,8 anos, nos países ocidentais. Paralelamente, verifica-se o desenvolvimento da maturação sexual, caracterizada pela afirmação da identidade sexual», afirma a mesma ginecologista. De facto, a adolescência é, para muitos, a altura em que se inaugura a vida sexual e problemas decorrentes da falta de maturidade e informação podem ser «a pedra de toque» para actos irracionais e de desagradáveis consequências. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Apesar de não existirem muitos estudos sobre a idade em que ocorre a primeira relação sexual, nos países ocidentais e em média, ocorre por volta dos 18 anos», revela a Dr.ª Joana Belo, também da Consulta de Ginecologia de Adolescentes da Maternidade Bissaya-Barreto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os problemas da sexualidade na adolescência&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas por que razão as relações sexuais na adolescência podem ser problemáticas? Para além da gravidez precoce, que transforma a adolescente em mãe quando ela da mãe ainda precisa, existe a ameaça das infecções sexualmente transmissíveis (IST). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Ainda que alguns estudos refiram um aumento do risco de prematuridade, de atraso do crescimento intra-uterino e de baixo peso do recém-nascido, nas grávidas adolescentes, estas consequências podem ser atribuídas às condições adversas em que a gravidez se desenrola, e não por ser não desejada», acredita Joana Belo, que sublinha: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A tónica deve ser colocada nas possíveis consequências de ordem psicoafectiva, socioeconómica e educativa pelo que é ponto assente a necessidade de um acompanhamento psicológico e social sistemático da adolescente grávida. E para se reduzir o risco da gravidez não desejada, além da informação sobre os métodos contraceptivos adaptados à idade da adolescente, deverá ser-lhe garantida uma contracepção eficaz e gratuita.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outros problemas relacionados com o início precoce da actividade sexual são as infecções sexualmente transmissíveis (IST). «As adolescentes são mais vulneráveis a este tipo de infecções, o que se deve a factores biológicos (fragilidade da mucosa cervical) e a factores psicossociais (para além da imaturidade cognitiva, a tendência para o encobrimento da doença, aliada à falta de esclarecimento e informação)», avisa Joana Belo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As IST com maior impacto a nível da saúde são as provocadas pelos vírus da imunodeficiência humana (VIH), do papiloma humano (VPH), os herpes simplex, as hepatites B e C, ou por bactérias como a sífilis. Por isso, é recomendável a realização sistemática de exames nos casos de suspeita de infecção e sempre que a adolescente refira corrimento vaginal, dores pélvicas ou qualquer outro sintoma que sugira infecção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No caso de ser detectada alguma infecção, a actuação deverá ser imediata e eficaz no sentido de se prevenirem as sequelas que podem comprometer seriamente a fertilidade futura da adolescente. «A existência de uma queixa deve constituir uma oportunidade para esclarecer sobre o perigo destas doenças não tratadas e a forma de as prevenir através do uso sistemático do preservativo e promovendo a sexualidade responsável», recomenda a especialista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A altura certa para ser mãe?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Transposta a fase da adolescência e alcançado o ambicionado estatuto de adulta, a mulher vai adquirindo preocupações diferentes e os problemas com que se depara são outros. É entre a adolescência e a menopausa que a mulher mais ambiciona ser mãe e só desse desejo são muitas as inquietações que podem resultar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E as interrogações surgem: Será a altura certa? Para já ainda é cedo, mas depois não será demasiado tarde? Por que será que estou com dificuldade em engravidar? Estarei perante um problema de infertilidade? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A redução da fertilidade aumenta com o avançar da idade. Mas o cenário não está tão negro quanto se tem «pintado» nos últimos tempos: «85% a 90% dos casais consegue uma gravidez ao fim de um ano de tentativas e a taxa de infertilidade tem-se mantido idêntica nas três últimas décadas», assegura o Dr. Fernando Cirurgião, assistente hospitalar de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de S. Francisco Xavier (Lisboa). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado, «o aparecimento da fertilização in vitro e outras técnicas de reprodução medicamente assistida vieram garantir que quase todos os casais possam vir a ter filhos», acredita o ginecologista. O problema da infertilidade pode estar relacionado com as alterações demográficas e sociais que fazem com que um número cada vez maior de mulheres procure a gravidez numa altura em que, biologicamente, a fertilidade se encontra em declínio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As doenças inflamatórias pélvicas, provocadas pelas infecções do aparelho ginecológico «são uma causa frequente da infertilidade». Mas não existem razões para alarme, pois o seu tratamento «é relativamente simples e, desde que atempado, não trará consequências futuras», tranquiliza Fernando Cirurgião. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sintomas mais frequentes das infecções vaginais são: prurido, desconforto, dor na região genital externa, dor durante a relação sexual e corrimento vaginal anormal com cor e odor. «Existe uma ideia errada de que estas manifestações estão associadas a doenças sexualmente transmissíveis, o que, por vezes, leva a abordagens demasiado agressivas, como o recurso a antibióticos e duches vaginais, quando, na maioria dos casos, se devem a desequilíbrios da flora vaginal», avisa o mesmo especialista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A melhor forma de prevenir estas infecções é o uso de produtos de higiene íntima com um PH ácido, idêntico ao da vagina e diferente do da pele que é neutro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O planeamento familiar e os métodos contraceptivos que permitem a um casal viver a sua sexualidade sem a preocupação de uma gravidez não planeada, adquirem especial ênfase na mulher», diz Fernando Cirurgião, ressalvando: «A decisão de ter um filho, de tão importante que é, deveria ser acompanhada de uma consulta pré-concepcional.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de engravidar são também muitos os cuidados a adoptar. «A avaliação prévia da mulher permite intervir activamente na correcção de condições que podem afectar negativamente a gravidez», aconselha o ginecologista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tabaco (principal causa de atraso no crescimento do feto), o álcool (causa importante de atraso mental e de malformações), o café (a grávida não deve beber mais do que duas chávenas por dia), as doenças preexistentes à gravidez, como a diabetes ou a hipertensão são hábitos que colocam em causa a saúde da mãe e do bebé, pelo que «é essencial um aconselhamento prévio acerca dos potenciais riscos e como os evitar».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É também nesta fase que a mulher está mais activa em termos sociais, profissionais e familiares e a TPM (tensão ou síndrome pré-menstrual – conjunto de sintomas psicológicos e físicos que antecedem o período menstrual - pode ter uma influência mais negativa. Segundo conta Fernando Cirurgião, «a TPM afecta 10% das mulheres em idade fértil». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;E depois da menopausa?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os anos passam e com eles o organismo vai perdendo algumas das suas funções. Faz parte do ciclo natural que um dia os ovários deixem de funcionar, o que se traduz pela ausência da menstruação. Não é uma doença, é tão só uma fase da vida da mulher – a menopausa – que não tem idade certa para aparecer, ocorrendo, geralmente, entre os 45 e os 55 anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A menopausa resulta da falência da produção das hormonas femininas nos ovários, o que pode provocar várias perturbações» (ver caixa «Quando a menopausa chega»), afirma a Dr.ª Susana Coutinho, assistente hospitalar de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Dona Estefânia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste contexto, pode surgir a necessidade de uma compensação hormonal que implica o acompanhamento médico regular. É a chamado tratamento hormonal de substituição (THS), muitas vezes aconselhado para os primeiros cinco a 10 anos após a menopausa (geralmente até aos 60/65 anos). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de iniciar o THS, devem ser feitos os exames de rotina referidos na caixa «Exames essenciais após a menopausa». Este tratamento «deve ser sempre individualizado, pois as hormonas de substituição são medicamentos que devem ser adaptados e escolhidos para cada mulher, durante um período que, caso a caso, pode variar», salienta Susana Coutinho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o avançar da idade, as mulheres ficam mais susceptíveis ao aparecimento de tumores, alguns deles cancros (os mais frequentes no período pós-menopausa são os da mama e os do útero). Assim sendo, a vigilância ginecológica e os exames de rotina assumem particular relevância nesta fase da vida da mulher e devem ser feitos a cada um ou dois anos. O aparecimento de alguns sintomas indica a necessidade de procurar ajuda especializada (ver caixa «Sinais para visitar o médico»). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A incontinência urinária e os prolapsos vaginais (descida dos órgãos pélvicos através da vagina) são também problemas frequentes que afectam negativamente a qualidade de vida e a auto-estima da mulher depois da menopausa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A prevalência da incontinência urinária feminina está estimada em 30% acima dos 60 anos e foi calculado que a mulher corre um risco de 11% de ser operada por causa destes problemas ao longo da vida. Mas, apesar do grande incómodo causado, muitas mulheres nunca chegam a procurar auxílio», constata Susana Coutinho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tratamento da incontinência e dos prolapsos «consegue-se através de modificações no o estilo de vida, de tratamentos medicamentosos, de terapêuticas de reabilitação do pavimento pélvico, do uso de dispositivos vaginais temporários ou da cirurgia reparadora», assegura a ginecologista. Por tudo isto e muito mais, o acompanhamento médico periódico é essencial nos anos que sucedem a menopausa e a autovigilância impõe-se como um hábito que a mulher deve adquirir desde tenra idade. Tudo em prol de uma vida constituída por etapas naturais, que devem ser encaradas da forma mais saudável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Métodos contraceptivos na adolescência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dupla contracepção – preservativo associado à pílula: método ideal;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pílula: o método mais popular tem alta eficácia no controlo do ciclo e efeitos terapêuticos a nível da acne e das dores menstruais; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Implante subcutâneo: indicado para as adolescentes mais jovens e sempre que se suspeite que o risco de esquecimento possa ser frequente; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Preservativo: deve ser sempre associado à pílula para protecção contra as IST; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pílula do dia seguinte: não é recomendável como método contraceptivo. É uma medida de recurso com menos impactos nocivos que o aborto, quer em termos de fertilidade futura, quer a nível psicológico e económico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outros problemas da «fase crítica»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Ciclos menstruais irregulares: podem verificar-se até quatro anos após a menarca. Na maioria dos casos, a vigilância e a tranquilização são suficientes para resolver o problema. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Dismenorreia ou menstruação dolorosa: tratamento através de anti-inflamatórios não esteróides, que deverão ser tomados o mais precocemente possível e mantidos durante os dois primeiros dias da menstruação. Se não houver resposta, aconselha-se a pílula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Amenorreia ou ausência de menstruação: terá de haver um acompanhamento médico para definição das terapêuticas a efectuar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Acne e desenvolvimento piloso excessivo: requerem avaliação hormonal e imagiológica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Assimetria, hipertrofia mamária e nódulos mamários: podem implicar uma abordagem cirúrgica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Alterações do peso: podem ter repercussões ao nível da auto-estima e ser um motivo para interrupção da toma da pílula.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Perturbações do comportamento alimentar, como a anorexia nervosa. Estes casos devem ser orientados para a consulta de Pedopsiquiatria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Métodos contraceptivos na fase adulta&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - Pílula contraceptiva: pode constituir a melhor opção até à menopausa, desde que não existam contra-indicações médicas ao seu uso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Benefícios para além da contracepção: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A) Regularização dos ciclos menstruais;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;B) Diminuição do fluxo menstrual, redução das dores menstruais;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;C) Melhoria tensão pré-menstrual (TPM); &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;D) Prevenção do cancro do útero e do ovário, sendo a sua incidência tanto mais reduzida quanto mais prolongada for a toma da pílula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - Dispositivo intra-uterino (DIU): opção a considerar na mulher que já teve filhos e pretende uma contracepção a médio/longo prazo, já que a eficácia do DIU se prolonga por cinco anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - Laqueação de trompas: quando não se desejam mais filhos. Resulta de uma cirurgia que faz a interrupção das trompas uterinas, impedindo o encontro entre o óvulo e o espermatozóide. É um método definitivo e irreversível.Não se preocupe, é só a TPM!Na presença destes sintomas antes da menstruação, não se alarme. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Eles passam… e voltam, mês após mês, sem efeitos de maior:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Pensamentos autodepreciativos; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Ansiedade, tensão, nervosismo, excitação; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Fraqueza afectiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Diminuição do interesse pelas actividades habituais; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Dificuldade de concentração; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Cansaço, fadiga fácil, falta de energia; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Acentuada alteração do apetite;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Distúrbios no sono; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Dor de cabeça; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Dores musculares; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Ganho de peso ou sensação de inchaço.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sinais para visitar o médico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Perda de sangue anormal pela vagina; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Dores pélvicas; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Aumento do volume abdominal; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Corrimento aumentado ou infecções vaginais repetidas; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Alterações na pele dos seios; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Escorrência mamilar; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Nódulo detectado por autopalpação da mama.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quando a menopausa chega...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Ondas de calor ou afrontamentos; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Suores nocturnos; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Insónia; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Alterações no humor e Irritabilidade; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Secura vaginal; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Dor durante o acto sexual;&lt;br /&gt;– Aumento de peso; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;– Queixas osteoarticulares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7425562270343941093?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7425562270343941093/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7425562270343941093' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7425562270343941093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7425562270343941093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/ciclo-da-mulher.html' title='CICLO DA MULHER'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-3505174758057849030</id><published>2007-11-12T23:09:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:05.998Z</updated><title type='text'>DEIXE QUE A AJUDEM</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RzjilnFIGtI/AAAAAAAAAp8/GnSZhc8Q-nM/s1600-h/abeb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132100911162202834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RzjilnFIGtI/AAAAAAAAAp8/GnSZhc8Q-nM/s200/abeb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Não tente ser uma "supermulher". Se puder, arranje maneira de ter uma ajuda durante as duas primeiras semanas após o parto. Os seus familiares e amigos terão com certeza todo o prazer em ajudá-la nesta situação. Poderão aliviá-la de algum trabalho que não tenha a ver directamente com os cuidados essenciais a dar à criança. &lt;div&gt;&lt;div&gt;Tente relaxar com a maior frequência que puder. Quando o seu bebé estiver a dormir, aproveite essa oportunidade para descansar mesmo que seja apenas ter as pernas em repouso durante alguns minutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Também o seu parceiro deverá nesta altura apoiá-la e partilhar responsabilidades pelas tarefas domésticas, as idas às compras, os cuidados prestados ao bebé ou aos irmãos mais velhos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-3505174758057849030?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/3505174758057849030/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=3505174758057849030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3505174758057849030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3505174758057849030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/deixe-que-ajudem.html' title='DEIXE QUE A AJUDEM'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RzjilnFIGtI/AAAAAAAAAp8/GnSZhc8Q-nM/s72-c/abeb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7497928965020473253</id><published>2007-11-11T19:02:00.000Z</published><updated>2007-11-11T19:09:20.532Z</updated><title type='text'>A IMPOTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA PARA A POPULAÇÃO SÉNIOR</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://mexa-se.idesporto.pt/Images/Flexoesnaponte.jpg"&gt;&lt;img src="http://mexa-se.idesporto.pt/Images/Flexoesnaponte.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Rita Cosme Gonçalves, Fisioterapeuta&lt;br /&gt;O crescente aumento demográfico da população sénior, passou a ser nas últimas décadas factor de interesse e preocupação nos países europeus. Portugal não é excepção sendo, inclusivamente, dos países com maior índice de envelhecimento. As transformações demográficas, sociais e familiares que vêm existindo na sociedade portuguesa determinam novas necessidades para este tipo de população.&lt;br /&gt;Nos próximos 20 anos, prevê-se que o número de pessoas com mais de 60 anos de idade aumente para o dobro. Reduzir e adiar a incapacidade causada pelo envelhecimento é uma medida essencial de saúde pública, e a actividade física pode desempenhar um importante papel nesse sentido, criando e mantendo o bem-estar em todas as idades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estudos evidenciam&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- A inactividade causa muitas das perdas funcionais atribuídas ao envelhecimento;&lt;br /&gt;- Indivíduos fisicamente activos gozam de melhor saúde;&lt;br /&gt;- A actividade física aumenta a força muscular, a flexibilidade, logo a mobilidade;&lt;br /&gt;- A actividade física está associada à boa saúde mental, ao bom humor, a uma menor depressão e ansiedade. Aumenta assim a sensação de bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios da actividade física nos adultos seniores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A actividade física melhora a qualidade de vida em todas as idades. Os benefícios são evidentes: melhor equilíbrio, mais força, melhor coordenação psicomotora, flexibilidade e resistência. No caso dos adultos seniores, é particularmente importante melhorar a flexibilidade e o equilíbrio, para se evitarem as quedas, uma das principais causas de incapacidade neste grupo.&lt;br /&gt;O exercício físico adequado traz sempre vantagens. Se iniciado cedo e mantido ao longo da vida, ajuda a prevenir doenças como as cardiovasculares, as artrites, a osteoporose e a hipertensão, que são as mais frequentes nos idosos. Se começado mais tarde, mas praticado com regularidade, contribui para minimizar a incapacidade e a dor que estão associadas a essas doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A actividade física ajuda também a prevenir, a reduzir e a controlar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- A hipertensão, que afecta um quinto da população adulta mundial;&lt;br /&gt;- A osteoporose, diminuindo em 50% o risco de fractura da anca nas mulheres;&lt;br /&gt;- O excesso de peso, diminuindo o risco de obesidade em 50%, relativamente a pessoas com estilo de vida sedentário.&lt;br /&gt;A actividade física contribui para:&lt;br /&gt;- Manter saudáveis os ossos, os músculos e as articulações e melhorar a condição física das pessoas com doenças crónicas incapacitantes.&lt;br /&gt;- Controlar situações dolorosas, como as dores nas costas ou nos joelhos.&lt;br /&gt;Além disso, uma vida activa traz aos idosos maiores possibilidades de criarem novas amizades, de manterem laços com a comunidade e de contactarem com pessoas de todas as idades, reduzindo-se, assim, a solidão e a exclusão social. Por outro lado, desenvolve-se a autoconfiança e a auto-suficiência, sentimentos fundamentais para o seu bem-estar psicológico.&lt;br /&gt;Tal como as pessoas de qualquer outra idade, os idosos devem escolher as actividades físicas de que mais gostem. Mas, havendo algum problema de saúde específico, deve procurar-se o conselho do médico antes de se iniciar a sua prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde e Que tipo de Actividade Física escolher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Actividade física para Seniores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As classes de Gerontomobilidade, são classes de ginástica específica para este tipo de população, caracterizada como um tipo de actividade física especializada na reabilitação de adultos seniores com ou sem grau de incapacidade, dependência física e funcional ou em risco de perda de independência e ou de autonomia.&lt;br /&gt;Onde praticar?&lt;br /&gt;As classes de Gerontomobilidade não estão infelizmente muito divulgadas. Porém, podem encontrar-se em:&lt;br /&gt;- Centros de Dia&lt;br /&gt;- Centros Comunitários&lt;br /&gt;- Clínicas de Fisioterapia&lt;br /&gt;- Centros de Saúde&lt;br /&gt;- Casas de Repouso&lt;br /&gt;- Instituições de Solidariedade Social&lt;br /&gt;- Instituições de Apoio ao Idoso&lt;br /&gt;O aumento de um programa de actividade física para adultos seniores tende a melhorar o seu estado de saúde, diminuindo a dependência, a ociosidade, favorecendo a socialização, com o objectivo de melhorar a Qualidade de Vida.&lt;br /&gt;Fonte: Reabilitar em Casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7497928965020473253?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7497928965020473253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7497928965020473253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7497928965020473253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7497928965020473253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/impotncia-da-actividade-fsica-para.html' title='A IMPOTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA PARA A POPULAÇÃO SÉNIOR'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1537274900306844021</id><published>2007-11-11T18:53:00.000Z</published><updated>2007-11-11T18:57:57.660Z</updated><title type='text'>A ENTRADA NA MENOPAUSA. O QUE FAZER?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.clinicaminuzzi.com.br/site/image/tratamentos/7_menopausa.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.clinicaminuzzi.com.br/site/image/tratamentos/7_menopausa.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Dra. Conceição Rosário&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O que é a menopausa? Menopausa significa o fim da idade fértil da mulher, pois nesta altura ocorre uma diminuição gradual do funcionamento dos ovários.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é que a mulher sabe que entrou na menopausa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando por volta dos 48-54 anos deixa de ser menstruada durante pelo menos um ano. Antes da menopausa surgem com frequência irregularidades menstruais quer no que diz respeito à periodicidade, quer ao fluxo menstrual e chama-se a esta fase climatério. Muitas mulheres sentem-se preocupadas nesta altura e recorrem ao médico, pensando algumas que estão grávidas e outras que já estão na menopausa. Durante este período, os níveis de estrogénios 1 já começam a descer e a fertilidade também diminui, devendo no entanto utilizar-se métodos contraceptivos, nomeadamente o preservativo ou o DIU. Quando decorrido um ano seguido sem menstruar, aí sim, a mulher está em menopausa. Os exames laboratoriais podem confirmar a menopausa.&lt;br /&gt;O fim da idade fértil não deve, de modo algum, significar o fim da vida sexual activa ou, muito pior, a entrada na velhice. A idade é mental e a forma como pensamos vai reflectir-se na nossa saúde e nas queixas que temos. Embora possam surgir sintomas, tais como afrontamentos, secura vaginal, suores nocturnos, ondas de calor, irritabilidade, insónias, diminuição da atenção e/ ou outros, existem actualmente tratamentos que os diminuem. Será útil consultar o médico de família e aconselhar-se com ele.&lt;br /&gt;O fim da idade fértil não deve, de modo algum, significar o fim da vida sexual ou, muito pior, a entrada na velhice.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Mas será que a menopausa provoca de facto alterações com risco para a saúde da mulher?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Efectivamente, a diminuição das hormonas femininas, especialmente dos estrogénios, leva a um aumento do risco de doença cardiovascular, colocando a mulher em igualdade com o homem no que diz respeito ao risco para estas doenças. Surge com maior frequência a doença coronária, a Hipertensão Arterial (HTA) e o aumento dos níveis de colesterol.&lt;br /&gt;Outra patologia que surge associada à menopausa é a tão falada osteoporose 2. A falta dos estrogénios conduz a uma diminuição da fixação do cálcio aos ossos, tornando-os mais fracos e em casos mais graves levando mesmo a fracturas, por exemplo no colo do fémur ou a micro fracturas ao nível da coluna lombar, o que pode causar dores e muito mal-estar.&lt;br /&gt;Existem várias formas de tratamento que ajudam a minimizar os sintomas incómodos. Deverão as mulheres contactar o médico de família.&lt;br /&gt;A idade é mental e a forma como pensamos vai reflectir-se na nossa saúde e nas queixas que temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que conselhos dá às mulheres para melhor superarem a fase da menopausa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os hábitos de vida neste aspecto são muito importantes:&lt;br /&gt;- Actividade física. Talvez o hábito mais importante, pois o exercício físico, para além de ser benéfico para o coração, leva a um maior consumo energético e impede assim o aumento de peso, tão comum nesta fase da vida (o metabolismo baixa mas as pessoas continuam a comer o mesmo que comiam quando tinham 20 ou 30 anos). Também é a melhor forma de manter a massa óssea, o que por si só ajuda a tratar a osteoporose. Todos os doentes com osteoporose necessitam de fazer exercício.&lt;br /&gt;Pode fazer um programa diário mesmo sem ir ao ginásio. Basta arranjar uns bons sapatos e sair para andar sem nada nas mãos, aumentando diariamente o tempo de marcha, por exemplo. Caso tenha possibilidade, pode praticar yoga, que para além do exercício físico, ajuda a equilibrar o sistema nervoso e a adquirir auto controle através de exercícios respiratórios e técnicas de relaxamento.&lt;br /&gt;- Alimentação. Deve ser rica em cálcio, como por exemplo leite e derivados, embora as mulheres que tenham níveis de colesterol muito elevados se devam abster dos queijos e leites gordos. Mas existem outros alimentos ricos em cálcio, nomeadamente certos vegetais, como os bróculos. Devemos também ter em conta que os alimentos muito ricos em fibras, tão importantes no controle da obstipação e da obesidade, em caso de osteoporose, devem ser consumidos com moderação, pois diminuem a absorção do cálcio a nível intestinal. A soja é um alimento altamente recomendado, pelas razões já anteriormente explicadas. Pode ser consumida como granulado seco que depois de demolhado se cozinha como carne, na forma de tofú, de leite, iogurte.&lt;br /&gt;- Saúde mental. Esta fase da vida é habitualmente muito difícil para a maioria das mulheres, pois como consequência de todas estas alterações hormonais, as formas do corpo modificam-se. Alarga a cintura e a barriga; a pele torna-se seca perdendo elasticidade e brilho, o que para muitas mulheres torna a sua imagem menos agradável diminuindo assim a sua auto estima.&lt;br /&gt;Também é nesta altura que os filhos começam a sair de casa entrando a família na fase do “ninho vazio.”&lt;br /&gt;Tudo isto pode trazer obviamente desequilíbrios se as pessoas não se prepararem emocional e mentalmente. É importante ter actividades que equilibrem o corpo e alimentem o espírito, de modo a que possa apreciar esta fase da vida. Por exemplo, porque não aproveitar os tempos mais livres para ir passear, ir ao cinema, ler um livro, escrever, bordar, pintar? Ocupar-se, fazendo aquelas coisas que sempre gostou e antes não fazia por falta de tempo, é uma excelente opção para manter a mente sã.&lt;br /&gt;A nível sexual, os casais têm a vantagem de poder deixar de utilizar contracepção, o que em muitos casos pode significar uma melhoria das relações. Nem tudo são desvantagens!&lt;br /&gt;Mas essencialmente é bom perceber que a menopausa não é uma doença por si só, é apenas uma fase da vida da mulher que pode ser aquilo que cada uma fizer dela. Se pensar que é velha, que as doenças vão chegar, não tenha dúvida que é certamente o que irá acontecer. Se, pelo contrário, aceitar as mudanças do seu corpo e procurar levar uma vida equilibrada, certamente os sintomas serão muito menores e esta poderá ser uma das fases mais bonitas da sua vida.&lt;br /&gt;Se aceitar as mudanças do seu corpo e procurar levar uma vida equilibrada, certamente os sintomas serão muito menores e esta poderá ser uma das fases mais bonitas da sua vida.&lt;br /&gt;1 - Estrogénios são hormonas femininas produzidas essencialmente nos ovários.&lt;br /&gt;2 - Osteoporose é uma doença caracterizada pela perda de massa óssea e pela destruição progressiva do tecido ósseo. Passa a haver uma grande susceptibilidade às fracturas.&lt;br /&gt;Fonte: Jornal do Centro de Saúde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1537274900306844021?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1537274900306844021/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1537274900306844021' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1537274900306844021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1537274900306844021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/entrada-na-menopausa-o-que-fazer.html' title='A ENTRADA NA MENOPAUSA. O QUE FAZER?'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-8396265951628530482</id><published>2007-11-08T11:51:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:06.131Z</updated><title type='text'>MELANCIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RzL4-XFIGYI/AAAAAAAAAnU/5fKVeR1UySU/s1600-h/melancia.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130436675759511938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="175" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RzL4-XFIGYI/AAAAAAAAAnU/5fKVeR1UySU/s320/melancia.gif" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Rica em água e substâncias que activam a acção desintoxicante realizada pelo fígado, que evita a retenção de líquidos, ajuda a combater a celulite e a emagrecer (uma fatia de 100g tem 31 calorias). Consumida em sumo, com as sementes trituradas é útil para o sistema inunitário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: Rev. Sábado&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-8396265951628530482?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/8396265951628530482/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=8396265951628530482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8396265951628530482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8396265951628530482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/melancia.html' title='MELANCIA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RzL4-XFIGYI/AAAAAAAAAnU/5fKVeR1UySU/s72-c/melancia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-9032101273618568758</id><published>2007-11-04T12:01:00.000Z</published><updated>2007-11-11T19:16:41.815Z</updated><title type='text'>O BEM-ESTAR APÓS O PARTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://papagaio.files.wordpress.com/2007/05/mae3.jpg"&gt;&lt;img height="236" alt="" src="http://papagaio.files.wordpress.com/2007/05/mae3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Durante a gravidez a maioria das mulheres recebe muitas atenções, mas após o nascimento todos estes cuidados passam a ser orientados no sentido do bebé, da sua saúde e do seu bem-estar. Os visitantes, ao entrar em sua casa, perguntam "Como vai o bebé?", sendo certo que quase sempre este está bem, mas na verdade quem se sente exausta é a mãe. É comum as jovens mães descurarem a sua própria saúde, talvez por não quererem maçar os médicos com os seus próprios problemas, tais como fadiga crónica ou corrimento persistente. No entanto, a sua boa saúde e o seu estado emocional são tão importantes quanto os do seu bebé.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O seu estado emocional&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certas mães apaixonam-se de imediato pelos seus bebés, ao passo que outras parecem precisar de mais tempo para que tal aconteça. Ambas as reacções são perfeitamente compreensíveis. Normalmente, os sentimentos maternais desenvolvem-se à medida que vai conhecendo melhor o seu bebé e que todas as canseiras dos últimos tempos vão ficando para trás no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cerca de 3 a 5 dias após o parto as consideráveis variações hormonais que se processam podem provocar em si vontade de chorar, irritabilidade, fadiga, sentimentos depressivos, tensão em poucas palavras, você pode sentir-se esgotada! Estas quebras no seu humor ão normalmente passageiras e não tardam a desaparecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se, no entanto, os seus sentimentos em relação ao bebé a preocupam ou se tiver mesmo a sensação de que voçê ou o seu companheiro seriam capazes de prejudicar o bebé, deverá pedir ajuda a alguém imediatamente. Fale com o seu médico ou enfermeira ou tente arranjar uma maneira de receber aconselhamento psicológico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;in Guia cuidar do bebé&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-9032101273618568758?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/9032101273618568758/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=9032101273618568758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/9032101273618568758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/9032101273618568758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/o-bem-estar-aps-o-parto.html' title='O BEM-ESTAR APÓS O PARTO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-6898904347877661103</id><published>2007-11-04T11:54:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:06.319Z</updated><title type='text'>ALGUNS MEDICAMENTOS PODEM PERTURBAR O SONO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Ry2zodMiamI/AAAAAAAAAjo/LcaEG-o6wGA/s1600-h/AIDOSO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128953058258217570" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Ry2zodMiamI/AAAAAAAAAjo/LcaEG-o6wGA/s400/AIDOSO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;As consequências de se não ter dormido uma única noite são incomodativas. Imagine-se quando isso sucede várias vezes segui&amp;shy;das e frequentemente... A este «fenómeno» dá-se o nome de insónia e incide, sobretudo, na segunda metade da vida. Os adultos necessitam de dormir menos que as crianças. Enquanto os mais novos precisam de dormir aproximadamente 9 a 10 horas, aos adultos bastam 7 a 8 horas para «carregar baterias».&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No que diz respeito aos idosos, a Prof.ª Teresa Paiva, neurologista e responsável pelo Laboratório de Electroencefalografia/Sono do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, diz que existem opiniões controversas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Algumas pessoas dizem que precisam mesmo de dormir as tais 9 a 10 horas diárias, outras há que a partir dos 70 anos começam a reduzir o tempo de sono, bai&amp;shy;xando para as 6/7 horas.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todavia, não se considera que determinado indivíduo sofra de insónias só porque geralmente não dorme o número de horas indicado para a idade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Considera-se insónia quando a pessoa tem um sono curto e de má qualidade e de manhã acorda cansada e, ainda, quando não está satisfeita com o seu sono», explica Teresa Paiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De facto, a insónia é uma perturbação do sono que, além de afectar a qualidade de vida, aumenta de incidência com a idade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com a especialista, «há dois factores de risco na insónia: ser idoso e ser mulher. Nos idosos, porque há uma maior ingestão medicamentosa, sobretudo de fármacos para dormir. Além disso, há uma maior prevalência de doenças do sono (apneia do sono ou movimentos periódicos do sono) e outras doenças médicas que acabam por perturbar o sono».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As dores articulares, as doenças reumáticas e, nos homens idosos, o urinar durante a noite são patologias que podem causar a insónia. Outro factor que se associa a esta perturbação do sono é a obesidade. Algumas patologias neurológicas, como os acidentes vasculares cerebrais ou a doença de Alzheimer, provocam alte&amp;shy;rações do sono muito específicas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como não poderia deixar de ser, ficar sem «pregar olho» durante grande parte da noite implica ter uma vida diurna um tanto ou quanto incomum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«As pessoas que dormem mal tendem a ter dificuldades de concentração, durante o dia, bem como irritabilidade, depressão, problemas de memória e alguma fadiga», indica a neurologista, prosseguindo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O problema básico de quem tem insónia é sentir-se deprimido e começar a desenvolver uma certa angústia pelo facto de não dormir. Mas os idosos têm mais tempo livre e uma maior propensão para dormir a sesta. Isto pode ser bom ou mau, pois os que não dormem de noite tentam dormir mais durante o dia, agravando a insónia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;»Para abolir a insónia da noite, na opinião de Teresa Paiva, «os idosos devem adoptar certos hábitos. Ter uma vida sedentária é péssimo e estar fechado em casa também, por isso devem sair à rua para apanhar luz e fazer exercício físico, nem que seja andar a pé. Se estiverem institucionalizados, há determinados aspectos muito importantes, que é haver luminosidade no sítio onde estão e não se apagar a luz quando se vão deitar cedo demais, porque vai implicar o consumo de hipnóticos».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A especialista em doenças do sono alerta, ainda, para o uso de determinados medicamentos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«As pessoas devem ter muito cuidado em relação aos fármacos que tomam, já que alguns específicos para idosos podem originar insónia. É o caso de certos anti--hi&amp;shy;&amp;shy;pertensores ou anticolesterolé&amp;shy;micos.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se as estratégias que promovem o sono não forem eficazes, eventualmente, pode&amp;shy;rão ser administradas terapêuticas farmacológicas. Porém, é fundamental que o especialista descubra, primeiro, a(s) causa(s) da insónia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-6898904347877661103?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/6898904347877661103/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=6898904347877661103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6898904347877661103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/6898904347877661103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/alguns-medicamentos-podem-perturbar-o.html' title='ALGUNS MEDICAMENTOS PODEM PERTURBAR O SONO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Ry2zodMiamI/AAAAAAAAAjo/LcaEG-o6wGA/s72-c/AIDOSO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-466825240930938600</id><published>2007-11-04T11:38:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:06.586Z</updated><title type='text'>CRIANÇA QUE RESSONA NÃO DORME BEM » APNEIA DO SONO, PROBLEMA RESPIRATÓRIO PODE AFECTAR O CRESCIMENTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Ry2wWNMialI/AAAAAAAAAjg/O7EcmW33Vv4/s1600-h/ABCDA1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128949446190721618" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Ry2wWNMialI/AAAAAAAAAjg/O7EcmW33Vv4/s400/ABCDA1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;David Carvalho&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A apneia do sono perfila-se como o problema mais comum quando falamos em perturbações respiratórias obstrutivas do sono. Sobretudo em crianças, os níveis de preocupação redobram por parte dos pais e educadores que lidam directamente com as consequências inerentes a esta doença. O assunto torna-se ainda mais premente quando está em causa o desenvolvimento físico e psicológico da criança. Embora preocupados com as manifestações, muitos pais não se apercebem da sua causa.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta patologia assume características bem vincadas, tal como sustenta a Dr.ª Helena Estêvão, pediatra e responsável pelo Laboratório do Sono e Ventilação do Hospital Pediátrico de Coimbra: «O quadro caracteriza-se por dificuldade na respiração durante o sono, com ressonar mais ou menos contínuo, que pode ser interrompido por pausas de vários segundos. Estas interrupções, frequentemente acompanhadas de descida da oxigenação sanguínea, podem ocorrer apenas quando a criança está constipada ou, pelo contrário, diariamente em vários episódios por noite.» O esforço despendido pela criança na tentativa de recuperar a respiração é tão intenso que leva a um gasto significativo de calorias. Em idades mais tenras, o crescimento ponderal pode estar comprometido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O compromisso respiratório implica também que a criança surja cansada durante o dia, como se não tivesse dormido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Helena Estêvão explica a este propósito que, «para restabelecer a normalidade do ciclo respiratório, há como que uma tendência para superficializar o sono». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O resultado de tudo isto? Noites agitadas sem um sono reparador induzem irritabilidade nas crianças mais pequenas e nas mais velhas dificuldades na aprendizagem escolar e desconcentração, podendo conduzir a situações limites, como dormir sobre a carteira da sala de aula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, as sequelas não ficam por aqui. A pediatra adverte para a eventualidade de, em situações mais graves, surgirem complicações cardíacas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As causas apontadas com maior frequência são o aumento de volume das amígdalas e dos adenóides (tecido linfóide), a que se associam habitualmente outros factores, nomeadamente, determinadas características da conformação facial, que poderão ter um carácter hereditário. Nem todas as crianças com hipertrofia das amígdalas e dos adenóides ressonam ou têm apneia obstrutiva do sono. No entanto, se àquela se associar uma estreiteza das vias aéreas (por face alongada e estreitada ou queixo recuado com retroposicionamento da língua), o fluxo respiratório é efectuado com maior dificuldade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na mesma perspectiva, os quadros de rinite alérgica também são bloqueantes, por via da inflamação que produzem nas vias respiratórias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas à noite... e de dia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algo pode estar mal quando as crianças ressonam durante a noite ou quando dormem de boca aberta. Isso significa que o ar pode não estar a entrar correctamente pelo nariz ou então que não passa mesmo por ali. Não vale a pena arranjar explicações avulsas, do estilo «ressona porque sai ao pai» ou «lá em casa toda a gente ressona». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sono agitado, as posições bizarras, como dormir de cócoras, o excesso de suor ou «acidentes» urinários, tudo isto responde pelos sintomas associados à apneia do sono. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ressonar ocorre em cerca de 9% das crianças, mas destas apenas um quarto tem apneia do sono. Os sintomas são mais aparatosos durante o sono porque nesta altura há um maior relaxamento dos músculos das vias aéreas facilitando assim a sua obstrução. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, durante o dia a atenção dos pais e educadores deve virar-se, tal como sublinha esta médica, para «respiração de boca aberta, secreções nasais frequentes, irrequietude e engasgamentos frequentes durante a refeição (o nariz obstruído dificulta a coordenação respiração-deglutição) nas crianças mais pequenas; cansaço e dificuldade de concentração nos mais velhos». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As causas da apneia do sono são diferentes, os sintomas que a revelam também variam de criança para criança, mas há uma certeza: a atenção a estes pormenores e a constatação de algum deles tornam sensata a consulta de um especialista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí vai ser definido o tratamento específico, que passa frequentemente por uma cirurgia simples à garganta e aos adenóides. Há, nalguns casos, a hipótese mais conservadora de utilização de alguns medicamentos que ajudam a reverter os processos inflamatórios que estejam na origem ou que favoreçam a patologia respiratória durante o sono. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, Helena Estêvão também admite que, «entre os 7 e os 10 anos de idade, há a possibilidade de redução espontânea do volume do tecido linfóide concomitante com um aumento relativo do calibre das vias aéreas». Estas alterações criam condições para uma melhoria do fluxo respiratório. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A utilização de um apoio da ventilação através de uma máscara nasal pode ser indicada se a intervenção cirúrgica não constituir uma opção válida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem mais remota, mas real, é a hipótese de uma traqueostomia, assegura a especialista, se a obstrução for muito grave e numa situação extrema em que a criança não consiga respirar de todo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-466825240930938600?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/466825240930938600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=466825240930938600' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/466825240930938600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/466825240930938600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/11/criana-que-ressona-no-dorme-bem-apneia.html' title='CRIANÇA QUE RESSONA NÃO DORME BEM » APNEIA DO SONO, PROBLEMA RESPIRATÓRIO PODE AFECTAR O CRESCIMENTO'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Ry2wWNMialI/AAAAAAAAAjg/O7EcmW33Vv4/s72-c/ABCDA1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5096037171023749053</id><published>2007-10-29T17:02:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:06.731Z</updated><title type='text'>O SONO NO IDOSO. QUANDO DORMIR É UM PROBLEMA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYU-NMiZnI/AAAAAAAAAbw/I670CTlbN9A/s1600-h/idoso.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126808284734580338" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYU-NMiZnI/AAAAAAAAAbw/I670CTlbN9A/s400/idoso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cláudia Pinto&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Data: 2007-09-24&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para a maioria dos idosos, dormir é um problema. Não têm pressões profissionais e as preocupações são menores, mas o simples acto de dormir é um drama. Muitos idosos estão descontentes com o seu sono e tomam, durante anos a fio, comprimidos para dormir.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Jornal do Centro de Saúde foi saber quais as razões desta aparente “falta de sono”, se dormir menos horas durante a noite é, de facto, um problema e o que os nossos leitores mais velhos podem fazer para melhorar o seu sono. Falou com Prof. João Barreto, psiquiatra, da Faculdade de Medicina do Porto e com a Dra. Marta Gonçalves, Directora Clínica do Instituto do Sono.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O sono dos idosos é mais fragmentado e menos profundo. Não se pode afirmar que os idosos precisem de dormir menos, mas têm menos capacidade de dormir de forma contínua. O seu sono é mais frequentemente interrompido por despertares nocturnos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o avançar da idade, o nosso ritmo biológico muda, e há tendência para adormecer e despertar mais cedo”, afirma a Dra. Marta Gonçalves. O Prof. João Barreto explica-nos que “o sono dos idosos é diferente em vários aspectos e mais fragmentado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acordam muitas vezes. O sono dos idosos está menos concentrado na noite e está mais disperso no dia. Isto é, têm tendência a dormir a várias horas durante o dia, de manhã e de tarde. O sono não é um estado único. No sono, passamos por vários estádios diferentes. A mudança de estádio ou níveis de sono é muito frequente. Os idosos passam mais facilmente de um estádio para outro, comparativamente às pessoas de outra idade. O sono dos idosos está desfasado do das pessoas jovens, não para o atraso, mas para o adiante. O idoso tem sono mais cedo do que as pessoas jovens e tem tendência para se ir deitar, normalmente, uma, duas e até três horas mais cedo. Não é raro termos idosos que se queiram deitar às 19, 20 ou 21 horas... Logo, há uma tendência para acordarem mais cedo e têm muita dificuldade em adormecer”, diz-nos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quantas horas devemos dormir?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Directora Clínica do Instituto do Sono afirma que “de forma geral, a maioria das pessoas necessita de sete a oito horas por dia, mas há casos que necessitam apenas de cinco ou seis, enquanto outras necessitam de mais de nove ou dez horas”. Podemos então afirmar que não existe uma regra que se adeque a todas as pessoas pois “as horas de sono de cada um devem ser individualizadas caso a caso”. À medida que vamos crescendo “a necessidade de sono vai diminuindo”, afirma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na opinião do Prof. João Barreto, “os mais jovens devem dormir oito a nove horas. As pessoas idosas devem dormir sete ou oito”. Existem muitas patologias do sono. As insónias são as que mais queixas trazem aos consultórios. De acordo com o Prof. João Barreto, “deverá ser o próprio médico de família a enviar o doente para um especialista porque os idosos raramente sabem quando o devem fazer”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Comprimidos para dormir&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o Prof. João Barreto “a maior parte dos idosos toma comprimidos para dormir e fazem-no há muitos anos. Normalmente, são medicamentos que lhes fazem sonolência no dia seguinte. Estes medicamentos têm uma acção muito longa e fazem com que o idoso durma mas acorde muito cansado, de manhã. São medicamentos que se acumulam no organismo e são dificilmente eliminados. Como resultado, o doente acorda muito lento, com bastante sono e sofrem algumas quedas em casa. Os médicos têm muita dificuldade em cortar com medicamentos que estejam a ser tomados há dez, quinze anos por determinado idoso. Não se pode cortar de repente. De qualquer forma, deve ser dada medicação por um curto período de tempo. Ou seja, recomendo que um doente meu tome aquele medicamento por uns dias e depois pare”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como podem os idosos dormir melhor&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perguntámos aos dois especialistas como é que os idosos podem melhorar o seu sono. Reunimos as recomendações na lista que lhe apresentamos em seguida:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Aconselham-se actividades regulares durante o dia para que se sintam mais cansados à noite. As actividades diárias regularizam o sono nocturno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Os idosos só devem ir para a cama apenas e só quando têm sono. Deverão evitar estar na cama muito tempo na cama a ler ou a ver televisão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A pessoa idosa deve deitar-se sempre à mesma hora, não sendo conveniente que se deite a horas muito variáveis. Por exemplo, há muitos idosos que passam um mês em casa de cada filho. Recomenda-se que passem mais tempo em casa de cada filho para se habituarem às rotinas dessa família. É necessário que se habituem à cama onde vão dormir, aos ruídos do exterior, aos estímulos das pessoas, às temperaturas, à almofada, ao percurso da casa, etc. Estes aspectos são muito importantes para a pessoa idosa. Mudar de rotinas é muito confuso para os idosos, o que lhes pode provocar insónias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O quarto não deve estar demasiado frio, nem demasiado quente. Os idosos têm tendência de ter o quarto muito quente. Não o devem ter em demasia para que não adoeçam. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Devem evitar café, chá e, se possível, certos medicamentos à noite que funcionam como excitantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Os familiares devem ter em atenção e evitar portas a bater ou televisões muito altas. - É importante que a família não tenha conversas preocupantes à noite. Em geral, é muito difícil obedecer a esta recomendação pois é neste período do dia que os filhos, com quem os idosos vivem habitualmente, têm mais tempo para falar dos ausentes, de pessoas que já morreram e de preocupações do dia-a-dia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Da mesma forma, é importante que as combinações de afazeres sejam feitas de manhã e nunca à noite. Programar actividades do dia seguinte, na noite anterior, é fatal para os idosos pois eles passam a noite a pensar nisso e já não dormem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Os familiares devem evitar discussões e conflitos frente aos idosos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Recomenda-se que tenham refeições ligeiras ao jantar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não devem ter relógio na mesa de cabeceira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É recomendado que se tenha cuidado com as costas das pessoas acamadas Não é conveniente que a parte lombar seja sacrificada nem que os idosos se dobrem muito pois esta postura pode ser bastante prejudicial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jornaldocentrodesaude.pt/" target="_blank"&gt;Jornal do Centro de Saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5096037171023749053?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5096037171023749053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5096037171023749053' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5096037171023749053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5096037171023749053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/o-sono-no-idoso-quando-dormir-um.html' title='O SONO NO IDOSO. QUANDO DORMIR É UM PROBLEMA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYU-NMiZnI/AAAAAAAAAbw/I670CTlbN9A/s72-c/idoso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-145099475133409232</id><published>2007-10-29T15:26:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:07.260Z</updated><title type='text'>GRAVIDEZ MÊS A MÊS</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Data: 2007-10-29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Durante os nove meses o corpo vai-se modificando. O estado emocional também. Na verdade é uma nova vida que está a crescer dentro do ventre materno. Nas próximas páginas iremos detalhar todo o processo de mudança na grávida, e em simultâneo os principais concelhos para uma gravidez saudável e feliz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;1º Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyX83tMiZkI/AAAAAAAAAbY/nUwCJAUtSok/s1600-h/GRA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126781784786363970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyX83tMiZkI/AAAAAAAAAbY/nUwCJAUtSok/s400/GRA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;1ª a 4ª semana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O óvulo fertilizado subdivide-se em diversas células, ao mesmo tempo que avança pela trompa de Falópio. Ao chegar à cavidade do útero (por volta do quarto dia após a fertilização) é já uma pequena bola (ainda não visível a olho nu), constituída por cerca de 100 células. Neste período, o ovo vai-se desenvolvendo até atingir perto de 0,3 cm de comprimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;5ª a 6ª semana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O embrião flutua no saco de líquido e terá quase 1 cm. A cabeça começou a ganhar forma e nas suas quatro concavidades aparecerão, mais tarde, as orelhas e os olhos. Quatro pequenos cotos formarão os membros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desenvolve-se a barriga e o peito e começa a constituir-se o coração e o sistema circulatório.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A menstruação está atrasada há mais de duas semanas, os seios estão inchados, os mamilos mais sensíveis e com uma tonalidade mais escura. Surgem as náuseas e os vómitos, possivelmente um sinal da presença da hormona presente na gravidez - a gonadotrofina coriónica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Outros sintomas vão-se juntando a estes: um aumento da circulação sanguínea, aumento dos batimentos cardíacos, baixa da tensão arterial e uma produção aumentada de progesterona. Toda esta série de modificações trazem um aumento de cansaço e um sono quase incontrolável. Além da frequente azia existe um aumento da vontade de urinar com bastante frequência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para confirmar a gravidez, o médico assistente faz um exame ginecológico. Um teste laboratorial verifica a dosagem, na urina ou sangue, da hormona Beta HCG. Se o resultado for positivo, então a futura mãe está de parabéns: um bebé vem a caminho e com ele, muitas mudanças na vida do casal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Para aliviar os enjoos, chupe gelo, limão ou sumo de hortelã.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- O cigarro está proibido e o consumo de álcool restrito durante toda a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Não tome qualquer medicamento nem faça radiografias sem orientação do seu médico assistente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Consuma mais alimentos ricos em ácido fólico, como o feijão, grão-de-bico, lentilha, espinafre, brócolos, couve-flor, repolho cru, cenoura, fígado, levedo de cerveja, pão integral, laranja e banana. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ajudam a prevenir anomalias cardíacas, malformações e alterações congénitas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;2º - Mês&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYGG9MiZlI/AAAAAAAAAbg/6heqrJAqnpk/s1600-h/a2mes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126791942384019026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYGG9MiZlI/AAAAAAAAAbg/6heqrJAqnpk/s400/a2mes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;7ª semana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com cerca de 1,3 cm, o embrião tem a cabeça inclinada sobre o peito e o rosto está já a ganhar forma. Os braços e as pernas são agora mais visíveis. O coração começa a desempenhar a sua função. O bebé já possui intestinos, rins, fígado, pulmões. Em formação estão os órgãos sexuais, as células ósseas e o sistema nervoso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;8ª semana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O embrião continua a crescer até perto dos 3 cm, sendo agora chamado de feto. O rosto já é mais visível, a língua já está formada e as partes internas das orelhas estão a tomar forma. As pernas e os braços estão agora mais compridos e têm os dedos em fase final de formação. Já se distinguem os ombros, as ancas, os cotovelos e os joelhos. Os órgãos internos estão quase todos desenvolvidos. O bebé mexe-se bastante, apesar de a mãe não sentir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;12ª semana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mede agora cerca de 5 a 6,5 cm e pesa perto de 18 gr. Tem os órgãos internos formados, estando parte deles em funcionamento. O alimento e o oxigénio são-lhe levados pelo cordão umbilical, que se encontra ligado ao umbigo e à placenta. O bebé mexe os músculos da boca e já consegue engolir. As pálpebras estão formadas, assim como os lóbulos das orelhas.Os dedos já abrem e fecham e começam a aparecer as unhas. O bebé mexe-se cada vez mais, dado que os músculos se desenvolvem com rapidez.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O índice mais alto de progesterona influi directamente nos movimentos dos intestinos, causando a prisão de ventre que, nalguns casos, se prolonga até o final da gestação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aumentam as células produtoras de leite e os canais que o transportam até aos mamilos. As mamas crescem, ficam muito mais sensíveis e com a temperatura elevada, devido ao maior fluxo sanguíneo por toda a região; o próprio organismo começa a preparar os seios para a amamentação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O corpo ganha formas arredondadas. A essa altura, a grávida já deve ter engordado cerca de dois quilos; a média ideal é de 800g a 1kg por mês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na visita pré-natal, o seu médico assistente vai pedir os seguintes exames: urina, hemograma completo, creatinina, uricémia, grupo sanguíneo e factor Rh, HIV, glicemia de jejum (diabetes), reação sorológica para citomegalovírus, hepatite, sífilis, rubéola e toxoplasmose, e a primeira ecografia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Adopte um esquema alimentar equilibrado, que garanta os nutrientes necessários para uma gestação saudável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Intestino preso? Utilize mais alimentos como germe de trigo, ameixa, aveia e os mais ricos em fibra no geral.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Beba, pelo menos, dois litros de líquidos por dia, entre sucos, vitaminas e água. Ajuda a evitar os inchaços nos dedos e tornozelos, causados pelo mau funcionamento dos rins.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Cuide da beleza: hidrate a pele da barriga, dos seios, das coxas e da face para prevenir a formação de estrias. No Verão, não saia de casa sem usar um protector solar: na gravidez, a pele fica mais sujeita ao aparecimento de sardas e manchas escuras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;3º - Mês&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O bebé mede 16 cm e pesa 135 g. Está quase formado e a ecografia já é capaz de identificar o seu sexo. Nesta fase, começam a desenvolver-se os ossos, estando já formadas as articulações dos braços e das pernas. O bebé já tem pescoço e crescem-lhe agora as pestanas e as sobrancelhas, bem como uma camada de penugem fina sobre a pele. O peito mostra sinais respiratórios. Com um aparelho de ultra-som, o médico já consegue ouvir o seu ritmo cardíaco. O bebé mexe-se muito, sem que a mãe o sinta, e crescerá bastante ao longo deste mês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tonturas, palpitações e taquicardia são comuns nesta fase; efectivamente, há um litro e meio a mais de sangue a circular pelo seu corpo, percorrendo um trajecto maior, para nutrir e alimentar o feto e a placenta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por causa disso, o coração passa a bombear mais rapidamente, o fluxo sanguíneo em direcção ao cérebro é reduzido e a tensão arterial baixa; algumas senhoras grávidas sentem cãibras, principalmente à noite.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E se for uma gravidez em idade superior a 35 anos?É importante, então, vários estudos desde o exame da biópsia do vilo-corial, para detectar o risco de doenças cromosómicas ou ligadas ao tubo neural.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A salivação aumenta, torna-se mais ácida e as gengivas sangram com facilidade, exigindo uma higiene oral cuidadosa; as veias, mais dilatadas, podem provocar o aparecimento de varizes e hemorróidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Aumente o consumo de fígado, rins, ovos, trigo integral, ameixas, uvas e vegetais verdes; o organismo na gravidez tem uma necessidade aumentada de alimentos ricos em ferro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Contra as cãibras, estenda as pernas e flexione os tornozelos e dedos dos pés para cima, em direcção ao joelho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Uma pitada de sal, por baixo da língua, ajuda a elevar a tensão e alivia a tontura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Comece a preparar os seios para a amamentação; quando se enxugar, após o banho, friccione os mamilos com a toalha: fortalece a pele e evita as rachaduras nos bicos. Sol directo, sempre que possível, também ajuda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;4º - Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bebé mede 25 cm e pesa 340 g. Começa a ter os primeiros cabelos. Forma-se uma substância protectora da pele do bebé no útero - o vérnix. Ao mesmo tempo, o sangue da mãe fornece substâncias que lhe dão resistência a certas doenças nas primeiras semanas de vida. O bebé reage agora aos ruídos exteriores e movimenta-se com frequência, apesar de reservar alguns períodos ao descanso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os enjoos passaram e o risco de aborto também; mas tantas mudanças no corpo, em simultâneo com as alterações hormonais, modificam a estabilidade emocional; a senhora grávida sente-se mais insegura, angustiada, e com medos; passa do choro ao riso sem motivo aparente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É normal, também, que o desejo sexual se altere, para mais ou para menos; as causas podem ter uma origem puramente biológica ou estarem associadas a um medo inconsciente de ferir o bebé durante o acto sexual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Além dos mamilos, a gestante pode notar um escurecimento da pele também na região genital, nas axilas, em sinais e cicatrizes; Não é de assustar; tal acontece por causa do excesso de produção de melanina. Algumas mulheres apresentam, ainda, manchas escuras no rosto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O médico assistente vai pedir novas análises nesse período; como prevenção, e se a idade for superior a mais de 35 anos ou já é mãe de uma criança com síndrome de Down, terá de ser efectuado o exame da amniocentese, para garantir se o feto sofre ou não de alguma anomalia genética.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Os exercícios físicos são importantíssimos para o bem-estar geral e vão ajudar muito no momento do parto; há que dar preferência às caminhadas, natação, hidroginástica ou até mesmo o ioga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Nalguns casos mais específicos e especiais um curso de preparação de parto e cuidados com o bebé é aconselhável: além de efectuar ginástica específica, sempre se conhecem outras grávidas, onde se trocam dúvidas, medos e experiências comuns.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Converse com o companheiro sobre a vida sexual; juntos, encontrarão as posições e a frequência mais indicada para estes meses tão especiais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;5º - Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bebé mede agora 33 cm e pesa 570 gr. Começam a formar-se as primeiras glândulas sudoríparas e os músculos encontram-se já em actividade intensa. A pele torna-se mais espessa, mas o bebé está ainda muito magro, pois não existe ainda acumulação de gordura. Já ouve a voz da mãe e sobressalta-se com ruídos repentinos. Também já faz algumas expressões faciais. De vez em quando dá socos, pontapés e cambalhotas e pode ter soluços e tosse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A secreção vaginal aumenta e está mais ácida, criando um ambiente propício aos fungos e infecções urinárias; sintomas como ardor ao urinar e prurido ou coceira no tracto urogenital devem ser transmitidos ao médico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As alterações no metabolismo fazem surgir os chamados desejos, pela própria carência de determinadas substâncias no organismo; nalguns alguns casos, podem estar ligados a factores emocionais, quando a mulher procura uma compensação na comida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A pele e os cabelos estão diferentes: secos ou oleosos demais; o problema resolve-se, comprando produtos específicos, de preferência à base de compostos naturais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Novidades na ecografia: além de acompanhar o desenvolvimento da gravidez, por vezes, já é possível saber o sexo do bebé.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Há que ter gosto no guarda-roupa e nos cuidados com a aparência; há uma sensação de bem estar e a sensação de estar bonita é fundamental, neste momento de tantas transformações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Atenção à forma: nada de exagero nos doces, condimentos, massas ou sal, mesmo quando a vontade se torna incontrolável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Não é altura boa para se apanharem gripes ou de se contrair qualquer tipo de vírus; evitar choques térmicos, correntes de ar e ambientes fechados, com muita gente e cigarro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;6º Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bebé mede 37 cm e pesa cerca de 1 kg. Começa agora a acumular alguma gordura. Os pulmões encontram-se na fase final de desenvolvimento. Como possui imensas papilas gustativas, o seu gosto é bastante apurado. A parte do cérebro responsável pelo raciocínio está bastante desenvolvida e, portanto, já reage à dor como um bebé nascido. A audição é quase perfeita e os olhos já se abrem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não estranhe alguns desconfortos normais nesta fase; as costas doem, estão sobrecarregadas pelo peso da barriga e pelas articulações da bacia que se vão afrouxando para facilitar o parto. Há uma continuidade da necessidade de urinar a todo o momento; Mas, agora porque a cabeça do bebé passa a comprimir a bexiga para baixo, diminuindo a capacidade de segurar a vontade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A temperatura do corpo está mais elevada, causando uma transpiração excessiva; é hora de aumentar o consumo de líquidos e procurar ambientes não muito aquecidos.Há um grande cansaço: reservar algum tempo após o almoço ou no final da tarde, com uma boa soneca para recompor as energias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há que começar a pensar na decoração do quarto e no enxoval do bebé. Existem casas comerciais hoje na cidade já muito específicas para este tipo de escolha ou orientação. Atenção à estação do ano em que o bebé vai nascer, para evitar comprar peças que ele nunca chegará a usar. Não esquecer de preparar a malinha do bebé para a maternidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Não diminuir a quantidade de líquidos para urinar menos; evitar, também não urinar, quando sentir vontade; daqui em diante, não esquecer de se acompanhar de lenços de papel na bolsa, para as possíveis emergências.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Há que aumentar o consumo de cálcio, que fortalece os ossos e dentes, quer da grávida, quer do bebé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Saltos médios, sentar-se com a coluna recta, dormir num colchão mais duro e não carregar pesos ajudam a aliviar as dores nas costas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;7º - Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bebé mede 40,5 cm e pesa 1,6 kg. Já está completamente formado e a sua cabeça está mais proporcional ao corpo. Nesta fase, começará a engordar um pouco mais. Já distingue a luz da escuridão. É provável que já esteja de cabeça para baixo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O organismo retém mais líquido, a circulação não fluí como dantes; resultado: pernas, tornozelos e pés inchados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O útero bastante aumentado de volume pressiona o diafragma, causando falta de ar; a azia volta, e então podem sentir-se cãibras, principalmente à noite.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os desconfortos são muitos, mas a barriga enorme anuncia que o bebé está já a chegar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É o momento ideal também para completar, o enxoval do bebé. Há que redobrar a atenção na condução: os reflexos estão mais lentos; evitar viajar de avião, a não ser que haja necessidade imperial.Neste mês, será efectuada a última ecografia que, além de avaliar as condições da placenta, vai confirmar a posição do bebé para o parto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Contra os inchaços, diminuir a quantidade de sal na comida, e todas as noites, antes de dormir, mergulhar os pés numa bacia de água quente com sal. O alívio é imediato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Se existir tensão arterial elevada e houver a formação de edemas (inchaços), procurar imediatamente o médico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Para diminuir a sensação de peso causada pelas varizes, deitar sempre com as pernas mais elevadas que a cabeça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Incluir pacotes de fraldas descartáveis na lista da malinha do bebé; elas serão muito úteis, principalmente nos primeiros meses.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;8º - Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bebé mede 46 cm e pesa 2,5 kg. A cabeça deverá estar já na cavidade pélvica (nas mulheres que já tiveram filhos, este processo poderá atrasar-se até ao início das primeiras contracções). Ocupa todo o espaço do útero e dá pontapés e socos. A sua pele está agora mais rosada e o cabelo pode ter até 5 cm de comprimento. Está quase pronto a nascer. Aliás, se nascesse com este tempo, teria boas capacidades de sobrevivência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Maçãs da face mais redondas, seios encaroçados e muitas dores nas costas. As pernas também estão pesadas e há tem dificuldades para se sentar ou levantar. Ao deitar de barriga para cima, a sensação é de falta de ar. Há que ter calma e paciência pois em breve tais sintomas vão desaparecer e o bebé estará finalmente cá fora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais do que nunca, é preciso aproveitar todo o tempo livre para relaxar: ir ao cinema, visitar uma amiga, ficar em casa a ler ou distraindo-se na televisão; Sem deixar de lado as medidas práticas, como passar as roupinhas do bebé e arrumar as malas para a maternidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É importante também, agora, escolher, junto do médico assistente e do obstetra, o tipo de parto mais indicado, decidir sobre o Hospital ou Casa de Saúde para onde vai e ter conhecimento dos seus direitos, como a licença de maternidade, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Deitar-se virada para o lado esquerdo melhora a circulação e a respiração; experimentar com um travesseiro extra que pode servir de apoio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- A vida sexual não precisa ser interrompida, a não ser por recomendação médica; basta encontrar as posições mais confortáveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Conversar com o médico obstectra sobre o tipo de anestesia que ele vai utilizar, caso seja um parto que a necessite, esclarecendo os antecedentes pessoais e familiares de reacções alérgicas a qualquer medicamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Manter de perto e ao alcance de todos os telefones de familiares, da ambulância, da maternidade ou do obstetra. Ter muita atenção, também, ao tempo que leva a chegar de casa à maternidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYHJNMiZmI/AAAAAAAAAbo/wlrGZ-o874A/s1600-h/GRA1.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126793080550352482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyYHJNMiZmI/AAAAAAAAAbo/wlrGZ-o874A/s400/GRA1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;9º - Mês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bebé mede 51 cm e pesa 3,4 kg. Está preparado para nascer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todo o corpo pesa, há dificuldades na locomoção e movimentos, mas há que insistir nas caminhadas e nos exercícios de respiração e relaxamento. As dores nas costas, a falta de posição para dormir e a ansiedade impedem um sono tranquilo e estável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nestas últimas semanas, as visitas ao médico passam a ser semanais; é o momento de esclarecer todas as dúvidas que ainda existam, e escolher, definitivamente o tipo de parto a ser feito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais do que nunca, ficar atenta aos sinais de alarme: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um sangramento nesta altura, pode significar o deslocamento prévio da placenta, ou seja, a sua separação do útero antes da hora do parto, e que vai deixa o bebé sem oxigénio e nutrientes; Caso aconteça, correr imediatamente para a maternidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Final do nono mês: a barriga desceu e as contracções, que começaram lá pela 28ª semana, intensificam-se e chegam em intervalos cada vez menores; quando surgirem a cada 20 minutos, é hora de seguir para a maternidade, com ou sem o rompimento da bolsa das águas. Em breve, o bebé irá nascer. Para a alegria de toda a família.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Orientações:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Um banho morno, de preferência de banheira, e um chá de camomila ou tília, antes de se deitar, ajudam a relaxar e a dormir melhor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Abasteçer a despensa para, tão cedo, não pensar em supermercados e compras. Não são horas de carregar sacos ou empurrar carrinhos com abastecimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Passar uma tarde no salão de beleza e cabeleireira; cortar os cabelos, acertar as sobrancelhas, cuidar das mãos e dos pés e porque não, alguma depilação a fazer? Tudo para receber confortavelmente e com boa aparência o tão desejado bebé.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: CLINO TAVORA&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-145099475133409232?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/145099475133409232/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=145099475133409232' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/145099475133409232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/145099475133409232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/gravidez-ms-ms.html' title='GRAVIDEZ MÊS A MÊS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyX83tMiZkI/AAAAAAAAAbY/nUwCJAUtSok/s72-c/GRA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4528206441729107266</id><published>2007-10-29T14:18:00.000Z</published><updated>2007-10-29T14:20:02.428Z</updated><title type='text'>CONCEPÇÃO DE SAÚDE DOS ENFERMEIROS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Autoras:&lt;/strong&gt; Andreia Cassiano e Fátima de Abreu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na visão de Honoré (2002), “a saúde, característica principal da nossa vida, é um domínio de acção que diz respeito a todos nós. Mas o seu sentido é variável, aberto a múltiplas interpretações. É um domínio de acções desordenadas, confusas, por vezes contraditórias” (p.18). De facto, quando falamos em Saúde certamente todos julgamos saber do que se trata, porém, quando procuramos explicar o que queremos dizer quando nos referimos a esta, ou seja, quando queremos explicitar a nossa concepção sentimos dificuldade em o fazer.&lt;br /&gt;Cada pessoa tem pois, uma forma própria de conceber Saúde, pelo que o enfermeiro como principal veículo de Saúde, deverá assumir uma posição que lhe permita abarcar diferentes pontos de vista sobre este conceito, por forma a permanecer sensível e disponível a todas as variações deste conceito, o que pressupõe o explicitar da sua própria concepção.&lt;br /&gt;Neste contexto, achamos de grande utilidade e interesse, estudar A(s) concepção(ões) de Saúde dos Enfermeiros que trabalham nos Centros de Saúde do Concelho da Ribeira Brava, recorrendo a um estudo do tipo exploratório descritivo de nível I, utilizando-se preferencialmente o método quantitativo.&lt;br /&gt;Com a realização deste trabalho pretendemos essencialmente conhecer as concepções de Saúde dos enfermeiros que trabalham nos Centros de Saúde deste Concelho e identificar as dimensões e perspectivas que prevalecem nas concepções de saúde dos enfermeiros. Para a sua realização, tivemos como pontos de referência autores tais como: Albuquerque e Oliveira (2002) Honoré (2002, 2004),) Araújo (2004) entre outros.&lt;br /&gt;A colheita de dados fez-se a partir de um questionário por nós elaborado e que foi aplicado a uma população de 25 enfermeiros a exercer funções nos Centros de Saúde do Concelho da Ribeira Brava. Este consta de duas partes: a primeira constituída por oito questões referentes às variáveis de caracterização e a segunda parte constituída por uma pergunta aberta e 47 afirmações relativas à variável em estudo sob a forma de escala de Likert modificada compreendendo quatro graus de concordância. Tendo em conta a multidimensionalidade e dinamismo do conceito Saúde dividimos este em seis dimensões (Física, Psíquica, Cultural, Social/Relacional, Económico-política e Existencial) e duas perspectivas (Estática e Dinâmica).&lt;br /&gt;Relativamente às variáveis de caracterização concluímos que os enfermeiros envolvidos no estudo são predominantemente do género feminino (96%) com uma média de idades de 35 anos, sendo que maioria tem entre 7 e 13 anos de serviço; 80% tem o grau de Licenciatura em Enfermagem e 56% são Enfermeiros Graduados. Dos inquiridos 60% nunca experiênciou uma situação de hospitalização por doença e 68% referiram estar a vivenciar uma situação de doença crónica num familiar/ pessoa significativa. &lt;br /&gt;Através da análise de conteúdo das respostas relativas à questão Saúde fá-lo pensar em…, verificamos que a dimensão existencial foi a mais referida com 28,24% do total de referências, seguindo-se a dimensão física com 25,88%, a dimensão psíquica com 24,71%, a dimensão social/relacional com 18,82% e finalmente a dimensão cultural com apenas 2,35% das referências. Destaquemos que a dimensão económico-política não foi referida nenhuma vez pelos inquiridos.&lt;br /&gt;Quanto aos dados obtidos relativos à variável em estudo, e a partir da análise da escala apuramos que foi também a dimensão existencial que obteve uma média de scores mais elevada, 15,4, seguindo-se a dimensão social/relacional com 15,29, a dimensão cultural com 14,85, a dimensão psíquica com 14,73, a dimensão económico-política com 13,15 e por último a dimensão física com 12,80. Constatamos pois que todas as dimensões por nós definidas obtiveram uma média de scores superior ao ponto médio (12,50).&lt;br /&gt;Já no que se refere à saúde entendida como condição/estado ou como processo, destacou-se a perspectiva dinâmica (processo) com uma média de scores de 14,30, contrapondo com 11,25 na perspectiva estática (condição/estado)&lt;br /&gt;Dos discursos dos nossos participantes emerge uma Concepção de Saúde positiva, onde se incorporam as diferentes dimensões, evidenciando-se uma tendência positiva em valorizar os aspectos adaptativos e subjectivos da Saúde, quebrando-se assim a tradição de perspectivar esta apenas como “ausência de doença”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4528206441729107266?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4528206441729107266/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4528206441729107266' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4528206441729107266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4528206441729107266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/concepo-de-sade-dos-enfermeiros.html' title='CONCEPÇÃO DE SAÚDE DOS ENFERMEIROS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-8549290653813175902</id><published>2007-10-29T13:06:00.000Z</published><updated>2007-11-11T19:13:37.165Z</updated><title type='text'>LISTA DE CUIDADOS A TER DURANTE A GRAVIDEZ</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Se tiver em conta os seguintes aspectos, evitará a possibilidade de complicações para si e para o seu bebé:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Fumar durante a gravidez poderá afectar o desenvolvimento do seu bebé. Evite também a permanência em espaços fechados onde se fume muito;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A ingestão de álcool também é dsaconselhável;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Reduza a quantidade de bebidas com cafeína que normalmente ingere (p. ex. café forte, chá, colas);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Coma menos fígado. Este alimento contém grande quantidade de vitamina A, o que pode revelar-se prejudicial durante a gravidez;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para reduzir o perigo de infecção por salmonela, cozinhe bem a carne e os ovos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não deverá beber leite não-pasteurizado ou queijo feito a partir  deste tipo de leite;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seja particularmente cuidadosa em relação à higiene dos alimentos e às condições e armazenamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tome atenção às datas de validade dos alimentos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lave bem a fruta e as hortaliças cruas antes de as consumir;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Uma alimentação equilibrada é muito importante;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não tome medicamentos que não lhe tenham sido expressamente prescritos pelo médico tendo em conta a gravidez;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não tome quaisquer remédios ou preparados vitamínicos que não tenham sido recomendados pelo médico.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se tiver de tirar radiografias, não deixe de informar o médico ou radiologista do facto de estar grávida. Tirar radiografias apenas em caso de extrema necessidade!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Informe o seu dentista acerca da sua gravidez, caso haja necessidade de proceder a uma anestesia local; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Evite todos e quaisquer riscos de contágio, uma vez que o seu sistema imunitário (defesas naturais do organismo), se encontra debilitado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não viaje para países nos quais exista o perigo de contágio de doenças infecciosas, como a cólera e a malária;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Faça análises para determinar se é imune à rubéola ou à toxoplasmose (uma doença infecciosa transmitida por animais e que pode ser prejudicial para o seu bebé);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se tiver uma erupção cutânea ou quaisquer outros sintomas que possam surgeir uma infecção, dirija-se imediatamente ao médico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Evite o contacto com crianças ou adultos que sofram de uma doença contagiosa;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Evite a inalação de vapores tóxicos, como é caso de certas tintas e vernizes, etc.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-8549290653813175902?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/8549290653813175902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=8549290653813175902' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8549290653813175902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/8549290653813175902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/lista-de-cuidados-ter-durante-gravidez.html' title='LISTA DE CUIDADOS A TER DURANTE A GRAVIDEZ'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1602546665501814717</id><published>2007-10-29T10:47:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:07.545Z</updated><title type='text'>AS NECESSIDADES DAS CRIANÇAS MAIS VELHAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyW9NdMiZfI/AAAAAAAAAaw/826dsKqNQ1Y/s1600-h/abeb.jpg"&gt;&lt;span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126711789704340978" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyW9NdMiZfI/AAAAAAAAAaw/826dsKqNQ1Y/s400/abeb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt; Também o irmão mais velho ou a irmã terão de se habituar ao seu novo papel. Antes de a mãe chegar a casa com o novo bebé., era ele ou ela o centro das atenções. Agora é obrigado a constatar que, de um momento para o outro, tudo passou a girar em redor daquele pequeno bebé, que não sabe fazer outra coisa senão chorar e com quem nem sequer dá para brincar como deve ser. Os irmãos mais velhos poderão mesmo regredir no seu desenvolvimento para atrair mais atenção. Voltam a andar com a almofada dos miminhos de um lado para o outro, precisam de ajuda para comer, voltam a querer beber do biberão e chegam mesmo a voltar a molhar a cama. Em poucas palavras: voltam a comportar-se como bebés que recebem toda a atenção! Deixe que os irmãos mais velhos participem e ajudem quando dá de comer ao bebé, ao mudar a fralda, ao dar-lhe banho. Explique-lhes que também eles já foram pequeninos e que nessa altura receberam toda aquela atenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;in Guia do Bebé&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1602546665501814717?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1602546665501814717/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1602546665501814717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1602546665501814717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1602546665501814717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/as-necessidades-das-crianas-mais-velhas.html' title='AS NECESSIDADES DAS CRIANÇAS MAIS VELHAS'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyW9NdMiZfI/AAAAAAAAAaw/826dsKqNQ1Y/s72-c/abeb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7170186966709212345</id><published>2007-10-29T01:14:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:07.672Z</updated><title type='text'>ASMA NA IDADE PRÉ-ESCOLAR</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyU1kdMiZeI/AAAAAAAAAao/Db9KTqXIN-w/s1600-h/ASMA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126562651259954658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyU1kdMiZeI/AAAAAAAAAao/Db9KTqXIN-w/s400/ASMA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Data: 2007-02-15&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Nas crianças entre os 2 e os 5 anos de idade, diagnosticar asma é, por vezes, difícil. Mas, uma vez definido, muito há a fazer para prevenir crises e melhorar a qualidade de vida da criança asmática.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O diagnóstico só chegou aos 3 anos. Mas antes a Carolina (na foto, na página amarela, acompanhada pela mãe) já tinha apresentado sinais e sintomas de que poderia sofrer de uma doença alérgica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Ela fazia muitas laringites. Quando tinha 2 anos chegou a ter equizemas cutâneos espalhados pelo corpo. Desde a parte de dentro dos pulsos, até ao pescoço e na parte de trás das pernas», lembra a mãe, Carla Mestre, 28 anos, adiantando: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«A cada episódio de laringite ia ao médico, que nunca diagnosticou nada, disse--me apenas que poderiam ser sintomas de uma alergia. Aconteceu o mesmo quando os equizemas surgiram. Nesta altura receitaram-me um corticoisteróide na forma de pomada». &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aos 3 anos a Carolina teve uma grande crise: a laringite voltou, acompanhada de tosse muito forte e falta de ar. O socorro procurado no hospital serviu apenas para curar este episódio, que se repetiu cerca de dois meses mais tarde. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Até que fui ao Hospital Amadora--Sintra, a uma consulta de alergologia e, finalmente, foi diagnosticada asma à minha filha», recorda Carla Mestre. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Contudo, as crises não pararam totalmente com a medicação receitada. Até que a médica que diagnosticou a doença optou por outra solução terapêutica: o montelucaste. Carla Mestre não tem dúvidas: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Vejo melhorias. A minha filha toma um comprimido por dia, à noite. É muito cómodo. Não ando com bombas comigo, fico descansada durante o dia e é como se fosse um rebuçado para ela.» «As crises agora são mais espaçadas e vejo esta medicação como uma prevenção para evitar que a minha filha tenha crises», explica Carla Mestre. Carolina concorda. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Sabe a cereja e é bom», disse-nos, do alto dos seus 5 anos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Aconselho quem tem filhos pequenos a valorizar os sintomas. Quaisquer problemas que as crianças apresentem, qualquer coisa fora do normal deve ser visto por um médico. Porque quem convive com asmáticos conhece os sintomas. Mas quem nunca viu pode não valorizar os sinais de alarme», avisa esta mãe, de 28 anos, secretária de profissão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Do diagnóstico ao tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A asma, patologia crónica mais frequente na idade pediátrica, é uma doença respiratória obstrutiva crónica. Deve-se a uma inflamação das vias aéreas e à hiperreactividade brônquica. Caracteriza-se por tosse, pieira, sibilos e, por vezes, dificuldade respiratória. Mas «os sintomas são reversíveis de duas formas: ou espontaneamente ou através de meios terapêuticos», explica o Dr. Rosado Pinto, director do Serviço de Imunoalergologia do Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De acordo com o estudo ISAAC (International Study of Asthma and Allergies in Childhood), cerca de 10% das crianças portuguesas até aos 7 anos já teve uma crise de asma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E muitos destes meninos terão de utilizar, no seu dia-a-dia, medicamentos, frequentemente com técnica inalatória – nebulizador ou câmaras de expansão para situações de crise ou profilaxia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«A colaboração dos pais é determinante e fundamental neste processo», lembra Rosado Pinto, acrescentando: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Os pais têm de ser educados pelo médico. São eles que fazem o primeiro diagnóstico da gravidade da situação, percebem se os recursos em casa são suficientes para ajudar a criança. E é também através deles que chega a primeira intervenção terapêutica». &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O médico adianta que «um bom acompanhamento em casa pode poupar muitas idas às urgências, noites mal dormidas e dias de cansaço às famílias» que convivem com a doença crónica mais frequente na idade pediátrica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se ao nível terapêutico não faltam armas cada vez mais eficazes, já fazer o diagnóstico numa criança pequena é algo de complicado: o quadro de sinais e sintomas que caracteriza a asma é muito semelhante ao de outras doenças respiratórias virais como, por exemplo, a bronquiolite. Testes laboratoriais e cutâneos ajudam a perceber se existe terreno alérgico. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No que toca às causas da doença, os médicos sabem bem quais são. Os factores que podem desencadear asma na criança «estão ligados à infecção, à alergia, ao esforço, estilo de vida, tabagismo, poluição exterior e à habitação, sendo muitas vezes de transmissão hereditária», explica Rosado Pinto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ácaros, os mais culpados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«A alergia aos ácaros do pó de casa começa mais cedo do que alergia aos pólens, além de que os primeiros alergénios estão em contacto com a criança ao longo do ano e os segundos apenas de forma sazonal, na Primavera», refere Rosado Pinto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No período que antecede a entrada para a escola primária as crianças dormem oito horas e passam o dia no infantário, o que faz com que a maior parte das suas vidas se passe dentro de casa. Esta é uma das principais razões pelas quais os ácaros do pó de casa e também os fungos são responsáveis pela maior parte dos casos de asma nas crianças pequenas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, o especialista sublinha a importância da manutenção de uma boa higiene da casa de habitação como forma de evitar o despoletar, ou de agravar os sintomas da patologia, nomeadamente no quarto de dormir (ver caixa). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A própria estrutura do edifício de habitação deve preencher alguns requisitos importantes, tais como não ter infiltrações, humidade ou estar ventilada e climatizada de modo a não favorecer uma exposição a variações bruscas de temperatura entre o interior e o exterior. O alergologista não tem dúvidas quando afirma que «não construindo bem estamos a construir o nosso problema». &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas as precauções não devem ser só tomadas em casa. «No infantário a doença é muitas vezes despoletada precocemente por contacto com as infecções. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A criança começa também mais cedo a ter sintomas alérgicos», sustenta Rosado Pinto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exercício faz bem e recomenda-se Quem acha que os meninos asmáticos não podem praticar exercício físico está redondamente enganado. «A natação é o melhor desporto para uma pessoa que sofre de asma porque é uma forma de reeducação respiratória», garante Rosado Pinto. Contudo, continua, «a qualidade da manutenção das piscinas portuguesas deixa frequentemente muito a desejar. Há excesso de cloro na água e variações de temperatura muito grandes entre a água e o exterior». &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso «não há muitas classes de natação dirigidas a asmáticos, algo que poderia em muito beneficiar estes doentes». &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se a natação e outros desportos aquáticos são recomendados pelos especialistas, já os desportos que envolvam contacto com pêlos de animais, como a equitação, são desaconselhados para este grupo de doentes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto às férias, as crianças mais pequenas devem ser acompanhadas pelos pais por causa da dependência relativamente aos progenitores. Há o risco de a criança ter uma crise longe da protecção familiar. A praia e a montanha são os melhores sítios para visitar. A primeira, em época de tempo seco, porque «a criança pode entrar em contacto com a água salgada, muito eficaz no alívio das infecções altas. Funciona como um anti-inflamatório». &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em caso de se preferirem as altitudes, que sejam acima dos 1000 metros, fronteira a partir da qual os ácaros muito dificilmente se desenvolvem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Na montanha o ar é mais puro», conclui Rosado Pinto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cuidados a ter no quarto dormir&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Colchão: ao fim de dois anos já apresenta risco de acumulação excessiva de ácaros, pelo que «devem ser protegidos com capas especiais», avisa Rosado Pinto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto às almofadas, peluches e cobertores, aconselha-se a lavagem frequente com temperaturas acima dos 55 graus Celsius, fasquia a partir da qual os bichos são eliminados. Também toda a roupa da criança deve ser armazenada no Verão, isolada com plástico e lavada antes do Outono. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Malhas não são recomendáveis e a alcatifa deve ser proibida em casas com meninos asmáticos. Pelo sim, pelo não, é melhor não acumular livros, peluches ou colocar cortinados no quarto de dormir, que «deve ser arejado e ter uma boa exposição solar», diz Rosado Pinto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nova formulação facilita vida aos mais pequeninos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A grande prevalência da asma está situada na idade pré-escolar embora, contudo, a utilidade clínica das terapêuticas usadas contra a doença seja limitada devido a factores como dificuldade/frequência de administração e tolerabilidade a longo prazo. Por exemplo, crianças muito pequenas têm dificuldade em usar inaladores, o que faz com que a dose efectivamente recebida pelo doente seja variável. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recentemente surgiu no mercado português uma nova forma de administração de uma terapêutica já usada na idade pediátrica: um comprimido mastigável tomado apenas uma vez por dia. A substância chama-se montelucaste e, com esta nova formulação, vem beneficiar as crianças em idade pré-escolar (até agora o medicamento só era utilizado a partir dos 6 anos). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os estudos realizados em torno desta substância revelam que é muito eficaz, bem tolerada e praticamente sem efeitos adversos, além de que permite uma maior adesão à terapêutica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O que são antileucotrienos?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Surgem em 1998 como uma nova classe de medicamentos com acção anti-inflamatória mais específica (não é um corticóide) e que oferecem a grande vantagem de serem administrados em comprimidos e, no caso do montelucaste, o mais utilizado em todo o mundo, apenas uma vez por dia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os antileucotrienos são medicamentos eficazes e bastante seguros, sendo praticamente desprovidos de efeitos acessórios. Favorecem uma boa adesão ao tratamento (de cerca de 80%, em comparação com 30% para as terapêuticas inaladas), dado serem administrados por via oral, e no caso do montelucaste de dispor de formas de apresentação adaptadas às idades pediátricas (comprimido mastigável). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dados de 2003 sugerem que o montelucaste é também bastante eficaz na prevenção da pieira induzida por infecções virais, situação muito comum nas crianças em idade pré-escolar, vulgarmente conhecida como bronquiolite.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.jasfarma.pt/" target="_blank"&gt;Medicina &amp;amp; Saúde®&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7170186966709212345?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7170186966709212345/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7170186966709212345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7170186966709212345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7170186966709212345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/asma-na-idade-pr-escolar.html' title='ASMA NA IDADE PRÉ-ESCOLAR'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyU1kdMiZeI/AAAAAAAAAao/Db9KTqXIN-w/s72-c/ASMA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1009801844089734941</id><published>2007-10-29T00:59:00.000Z</published><updated>2008-12-09T13:25:08.137Z</updated><title type='text'>AUTO-EXAME DA MAMA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyUyDdMiZdI/AAAAAAAAAag/rPuNOBcsAoo/s1600-h/mam.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126558785789388242" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyUyDdMiZdI/AAAAAAAAAag/rPuNOBcsAoo/s320/mam.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Data: 2007-02-08&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Mamografia e Despiste do Cancro da Mama. Um dos grandes acontecimentos do século XX no mundo ocidental, foi a tomada de consciência por parte das mulheres da necessidade de uma maior intervenção social, politica e económica.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Curiosamente, estas mulheres têm por vezes uma atitude expectante quando se trata da sua saúde, negligenciando sintomas que as deviam alertar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mulher deve encarar a sua saúde de uma forma mais participativa, de maneira que de um modo simples e com alguns exames não invasivos, possa beneficiar de toda uma panóplia de meios que só a beneficiarão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O segredo para a classe médica, será de envolver todas as mulheres nesta cruzada contra o cancro e sobretudo para a necessidade de uma detecção precoce.» &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A prevenção em Senologia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A verdadeira prevenção não existe, porque as causas de cancro na mama são múltiplas e ainda não totalmente identificadas. No entanto, a mamografia é o método mais fiável de despistagem precoce do cancro da mama.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cancro da mama é a primeira causa de mortalidade na mulher.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cerca de 30.000 novos casos são detectados por ano. Estudos efectuados nos Estados Unidos, Suécia e Holanda demonstraram que a detecção precoce, fez baixar a taxa de mortalidade entre 30 e 40%.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto mais precoce for a despistagem, maior e melhor será a expectativa de vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É importante conhecer os sinais que podem revelar um cancro da mama:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Um nódulo pequeno ou espessamento da pele;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Uma modificação da forma da mama ou um mal-estar persistente;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Escorrência mamária fora de um contexto de gravidez.Em caso de aparecimento destes sinais deverá consultar imediatamente o seu médico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para as mulheres que não têm nenhum sintoma as recomendações médicas são as seguintes:- Mulheres com mais de 20 anos, deverão proceder mensalmente e após o período menstrual a um cuidadoso auto-exame.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Mulheres com mais de 50 anos deverão efectuar uma mamografia de dois em dois anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As mulheres com antecedentes familiares ou pessoais de cancro da mama, devem consultar o seu médico que julgará da oportunidade, de efectuar mamografias com um tempo de repetição menor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;SIGA AS RECOMENDAÇÕES DO SEU MÉDICO. A MAMOGRAFIA NÃO É UM LUXO, PODE SALVAR-LHE A VIDA. O CANCRO DA MAMA DESENVOLVE-SE LENTAMENTE, GERALMENTE, NECESSITA DE 6 A 8 ANOS PARA ATINGIR UM TAMANHO DE 1cm. POR ISSO QUANTO MAIS PEQUENO E MAIS LOCALIZADO MELHOR SERÃO AS POSSIBILIDADES DE CURA.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Auto-Exame da mama&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;» O que é o Auto-Exame?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É o exame efectuado pela própria mulher, que conhecendo bem todas as particularidades das suas mamas, lhe permite uma melhor apreciação das alterações que decorrerão no decurso da sua vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;» Quando fazer?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Faça o auto-exame uma vez por mês.A melhor ocasião é na primeira semana após o ciclo menstrual, altura em que há menor tensão mamária. Para as mulheres já na menopausa ou que tenham sido submetidas a uma operação ao útero ou ovários, o auto-exame deve ser feito no mesmo dia de cada mês, como por exemplo todo dia 15.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;» O que procurar?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante do espelho:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;» Deformações ou alterações do formato das mamas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;» Abaulamentos ou refracções&lt;/div&gt;&lt;div&gt;» Fenda à volta do mamilo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No banho ou deitada:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;» Caroços nas mamas ou axilas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;» Secreções pelos mamilos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como examinar as suas mamas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante do espelho:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eleve e abaixe os braços.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Observe se há alguma anormalidade na pele, alterações no formato, abaulamentos ou refracções.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante o banho:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com a pele molhada ou ensaboada, eleve o braço direito e deslize os dedos da mão esquerda suavemente sobre a mama direita estendendo até a axila.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Faça o mesmo na mama esquerda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deitada:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coloque um travesseiro debaixo do lado esquerdo do corpo e a mão esquerda sob a cabeça. Com os dedos da mão direita, apalpe a parte interna da mama. Inverta a posição para o lado direito e apalpe da mesma forma a mama direita.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o braço esquerdo posicionado ao lado do corpo, apalpe a parte externa da mama esquerda com os dedos da mão direita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Atenção:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caso encontre alguma das anormalidades citadas, lembre-se que é importante procurar o seu médico, quanto mais cedo melhor!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso nas consultas de rotina, peça ao seu médico assistente para que examine também as suas mamas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a class="smltext" href="http://www.gaer.pt/" target="_blank"&gt;GAER - Instituto Médico de Radiologia Clínica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1009801844089734941?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1009801844089734941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1009801844089734941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1009801844089734941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1009801844089734941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/auto-exame-da-mama.html' title='AUTO-EXAME DA MAMA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyUyDdMiZdI/AAAAAAAAAag/rPuNOBcsAoo/s72-c/mam.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1305076174404306162</id><published>2007-10-27T11:05:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:08.337Z</updated><title type='text'>Rotavirus</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125983260171723970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyMmndMiZMI/AAAAAAAAAYQ/bOCgb1Olcf4/s320/rota.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;O que é o rotavirus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O rotavirus é um vírus que provoca diarreia epidémica ou esporádica, mais frequentes nos meses frios, especialmente em crianças de 6 meses aos 3 anos.&lt;br /&gt;Os rotavírus são reconhecidos como a causa mais importante de gastroenterite infantil grave no mundo todo. Em uma escala global, estima-se que os rotavírus sejam responsáveis por mais de&lt;br /&gt;600.000 mortes todo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como se transmite?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O vírus propaga-se facilmente por contacto directo com o agente infeccioso ou com uma pessoa infectada (transmissão fecal oral), mas também pode ser transmitido através de secreções respiratórias e contacto com elementos ou objectos que tenham sido contaminados por uma pessoa infectada, como a comida, água e brinquedos. Podem ocorrer elevadas taxas de infecção mesmo em ambientes com boas condições sanitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como se manifesta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas associados à rotavirose são tipicamente diarréia e vómito acompanhados de febre, náusea, anorexia, cãibras e mal-estar, que podem ser leves ou de curta duração ou produzir desidratação grave.&lt;br /&gt;A febre e os vómitos desaparecem nas primeiras 24 a 48 horas podendo a diarreia persistir por mais 4 a 5 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não existe tratamento específico para a gastroenterite pediátrica por rotavirus. Cuidados de suporte com soluções orais estão disponíveis para repor a perda de líquidos (rehidratação) por via oral. No entanto, quando a criança vomita frequentemente a rehidratação oral é uma medida pouco eficaz, uma vez que é muito difícil para pais e cuidadores a administração das soluções rehidratantes. Nestes casos, poderá ser necessário proceder à rehidratação por via intravenosa, efectuada apenas em ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;A vacinação é, segundo os especialistas, a única medida de controlo com impacto significativo na incidência da patologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A vacina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das vacinas comercializadas é o rotatec, vacina de administração oral que ajuda a proteger os lactentes e crianças pequenas da gastroenterite causada pela infecção por rotavirus.&lt;br /&gt;Quando se administra a vacina a uma criança, o sistema imunitário (as defesas naturais do organismo) criam anticorpos contra os tipos de rotavirus que aparecem com mais frequência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É de salientar que a vacina contra o vírus que provoca a gastroenterite pediátrica demonstrou uma eficácia clínica de quase 100 por cento nos dois anos posteriores à sua administração, segundo estudos apresentados no 25º Congresso Internacional de Pediatria, em Atenas (Diário Digital 04-09-2007).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Quando deve ser administrada?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A primeira dose de rotatec pode ser administrada a partir das 6 semanas e deve administrar-se antes das 12 semanas de idade (3 meses).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O seu filho irá receber 3 doses de rotatec administradas com um intervalo de 4 semanas entre uma e outra. É importante que o seu filho receba as 3 doses da vacina para estar protegido contra o rotavirus. É aconselhável que as 3 doses sejam administradas antes das 20-22 semanas de idade e no mais tardar até as 26 semnas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Não deve ser administrada se:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o seu filho é alérgico a algum componente da vacina;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o seu filho teve uma reacção alérgica após uma dose de uma vacina contra rotavirus;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o seu filho teve uma invaginação intestinal (uma obstrução intestinal em que um segmento do intestino se introduz dentro de outro segmento);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o seu filho nasceu com uma malformação do sistema gastrointestinal que pode predispor a uma invaginaçã intestinal;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o seu filho tem alguma doença que reduza a sua rsistência à infecção;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o se o seu filho tem uma infecção grave com febre alta. Uma infecção leve não deverá ser problema, no entanto, consulte o seu médico;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;- o seu filho tem diarreia ou se está com vómitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Possíveis efeitos adversos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Assim como os outros medicamentos, a vacina pode causar efeitos secundários, embora nem todas as pessoas os experimentem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Os efeitos secundários seguintes foram notificados com o uso de Rotatec:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Muito frequentes:&lt;/strong&gt; febre, diarreia e vómitos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Frequentes:&lt;/strong&gt; infecções do aparelho respiratório superior;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Pouco frequentes:&lt;/strong&gt; dores de estômago, rinite, otite (infecção nos ouvidos), erupção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Raros:&lt;/strong&gt; broncoespasmo (sibilos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Preço&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Em Portugal estão disponíveis duas vacinas, cujo preço oscila entre 160 e os 170 euros, consoante sejam aplicadas duas ou três doses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isabel Perregil&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Bibliografia:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Silva, A. et al. (2000). &lt;em&gt;Lições de Pediatria.&lt;/em&gt; Coimbra: Serviços de Acção Social s Universidade de Coimbra &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Prospecto Rotatec&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=4047"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=4047&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.medicosdeportugal.iol.pt/content_files/cms/pdf/pdf_411ae1bf081d1674ca6091f8c59a266f.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;http://www.medicosdeportugal.iol.pt/content_files/cms/pdf/pdf_411ae1bf081d1674ca6091f8c59a266f.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1305076174404306162?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1305076174404306162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1305076174404306162' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1305076174404306162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1305076174404306162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/rotavirus.html' title='Rotavirus'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RyMmndMiZMI/AAAAAAAAAYQ/bOCgb1Olcf4/s72-c/rota.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4852741205476812987</id><published>2007-10-25T01:34:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:08.553Z</updated><title type='text'>SURDEZ NO IDOSO É FISIOLÓGICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Rx_mF9MiY4I/AAAAAAAAAVw/YUodYc5k7y4/s1600-h/presbia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125067890971796354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Rx_mF9MiY4I/AAAAAAAAAVw/YUodYc5k7y4/s400/presbia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ouvido é o primeiro órgão a deteriorar-se&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carla Silva Pereira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O ouvido humano envelhece, tal como a pele ou os olhos envelhecem e o cabelo branqueia. A surdez do idoso não é patológica, é fisiológica, a que se dá o nome de presbiacúsia. Só que numas pessoas ocorre mais precocemente do que noutras e isso deve-se, sobretudo, ao tipo de vida que se leva.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Se a pessoa vive exposta a ruído ou se tem patologia otológica na evolução da sua vida pode ensurdecer mais precocemente», diz o Dr. Vasco Ribeiro, otorrinolaringologista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A audição, através do aparelho auditivo, forma-se no embrião humano muito cedo. O ouvido é o primeiro órgão a funcionar – ao fim de três meses de gestação –, mas é também o primeiro órgão a entrar em deterioração, dado que, fisiologicamente, a audição perde-se a partir de determinada idade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No fundo, a surdez é o esgotamento metabólico da célula sensorial da audição. «Nós ouvimos através das células ditas sensoriais, que estão localizadas no ouvido interno, mas essas entram em falência e morrem porque não têm o alimento, ou seja, o oxigénio que chega através das artérias», pormenoriza o especialista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É que as artérias, ao sofrerem processos de esclerose ou de arteriosclerose, enrijam e não levam o sangue em quantidade suficiente ao ouvido interno, que, sendo pouco vascularizado, acaba por receber pouco oxigénio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Embora a surdez surja sempre, é óbvio que não nos devemos expor ao grande inimigo da audição, o ruído. E as pessoas com doenças do ouvido devem estar mais atentas quando chegam a esse grupo etário», refere Vasco Ribeiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A surdez tem solução&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A surdez é uma anomalia que provoca alterações de humor, irritabilidade fácil e frequente ou desconfiança. As pessoas que padecem desta patologia perdem-se no silêncio, isolam-se e, muitas vezes, recusam qualquer tipo de apoio. O doente tem mais dificuldade em comunicar e em adaptar-se. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O idoso acaba por vir à consulta acompanhado da família porque se perdeu um pouco na inutilidade e na inoperância de qualquer acto terapêutico. É errado pensar que a surdez não tem cura ou que é da velhice porque tem sempre o recurso à prótese auditiva», afirma, com veemência, Vasco Ribeiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acrescenta, ainda, que «o idoso deve procurar reagir às suas insuficiências enquanto a Medicina for capaz de lhe suprir as mesmas através de tratamentos médicos ou das próteses auditivas que, hoje, estão muito sofisticadas e têm óptimos resultados numa readaptação social e na melhoria da qualidade de vida».&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Curioso é que a reacção à prótese auditiva é muito variável. Segundo o nosso interlocutor, «há pessoas que continuam a recusar as próteses, por muito boas que sejam, por uma questão de vaidade e, nos dias de hoje, a maior parte delas não tem qualquer fio exterior, porque são aplicadas dentro do canal auditivo».&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez porque se sintam incapacitados, daí o trabalho do audioprotesista ser crucial. «Deve ser uma pessoa muito competente, capaz de proceder a uma adaptação protésica eficaz», frisa o otorrinolaringologista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vasco Ribeiro considera ponto de honra alertar os idosos para as campanhas publicitárias de venda de próteses auditivas que, em seu entender, devem ser sempre submetidas a prescrição pelo médico especialista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E deixa o alerta: «A prótese não deve ser adaptada indevidamente, deve ser indicada de acordo com o nível de surdez, com os exames e o estudo que se faz à pessoa e ainda deve ser testada tecnicamente. Tenho recusado aparelhos auditivos a doentes que não têm necessidade de os pôr mas que já vinham com eles colocados».&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cera pode ser um obstáculo à transmissão do som&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabia que um rolhão de cerúmen (cera acumulada) pode provocar quedas auditivas entre 30 a 40 decibéis?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vasco Ribeiro explica que «a cera é um fenómeno fisiológico com a importante função de fixar partículas estranhas – extraídas posteriormente para não prejudicar o ouvido –, mas que quando transformada no tal rolhão pode ser um obstáculo à transmissão do som através do canal auditivo. Já tive casos de pessoas que julgavam estar a ficar surdas e que quando foi retirado o rolhão de cerúmen voltaram a ouvir normalmente». &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pessoas com mais tendência para formar cera são as que transpiram muito e as que têm uma higiene exagerada, aquelas que usam as cotonetes para limpar o ouvido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«As cotonetes vão eliminando a possibilidade de formação de pelinhos que ajudam a cera a sair, havendo assim uma acumulação de cera a longo prazo», esclarece o especialista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado, a própria constituição anatómica do canal auditivo e as características da pele do canal também podem contribuir para a formação de cera em demasia. Vasco Ribeiro considera que nunca é demais sublinhar que é «sempre aconselhável uma consulta ao especialista de otorrinolaringologia em caso de perturbação auditiva».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: Médicos de Portugal&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4852741205476812987?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4852741205476812987/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4852741205476812987' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4852741205476812987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4852741205476812987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/surdez-no-idoso-fisiolgica.html' title='SURDEZ NO IDOSO É FISIOLÓGICA'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Rx_mF9MiY4I/AAAAAAAAAVw/YUodYc5k7y4/s72-c/presbia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5551763380698323412</id><published>2007-10-23T12:12:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:08.566Z</updated><title type='text'>Laranja</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Rx3YbxUh6rI/AAAAAAAAARo/WW-iC9jzVlE/s1600-h/EagerOrange.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124489922625006258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 159px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px; TEXT-ALIGN: center" height="164" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Rx3YbxUh6rI/AAAAAAAAARo/WW-iC9jzVlE/s320/EagerOrange.jpg" width="241" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Boa fonte de vitamina C, é um alimento calmante, que ajuda ainda a combater viroses e aproduzir anticorpos essenciais para o sistema imunitário. Contém pectina, que ajuda a baixar os níveis de colestrol no sangue e bastante fibra, benéfica para o tubo digestivo e para assegurar a saúde cardíaca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: Rev. Sábado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5551763380698323412?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5551763380698323412/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5551763380698323412' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5551763380698323412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5551763380698323412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/laranja.html' title='Laranja'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/Rx3YbxUh6rI/AAAAAAAAARo/WW-iC9jzVlE/s72-c/EagerOrange.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7206501900460204764</id><published>2007-10-22T14:31:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:09.067Z</updated><title type='text'>Novo passo no tratamento do carcinoma da mama</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxyoKhUh6pI/AAAAAAAAARY/P16I3MlHpqI/s1600-h/a12.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124155374737418898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxyoKhUh6pI/AAAAAAAAARY/P16I3MlHpqI/s400/a12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Madalena Barbosa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Quando diagnosticados e tratados precocemente, 90% dos carcinomas da mama têm possibilidade de cura. O BCIRG-006, que testa a eficácia terapêutica da associação entre um anticorpo monoclonal e um esquema de quimioterapia à base de docetaxel, conclui que esta combinação contribui para a redução do risco de reaparecimento do carcinoma da mama entre 39 a 51%.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira análise do estudo BCIRG-006, levado a cabo pelo Grupo Internacional de Investigação do Carcinoma da Mama – o BCIRG (Breast Cancer International Research Group), foi divulgada, no mês de Dezembro, no Simpósio do Carcinoma da Mama, que se realizou em San Antonio, EUA. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste estudo, em que participaram 3222 doentes de 42 países, testou-se a eficácia e toxicidade de uma terapêutica que associa um esquema de quimioterapia à base de docetaxel, com ou sem antraciclina, com o trastuzumab (fármaco que inibe o receptor HER2 da célula tumoral).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«O principal objectivo do BCIRG-006 foi determinar se este novo tratamento é capaz de aumentar o tempo de sobrevivência livre de doença e a sobrevivência global das doentes», afirma o Dr. Sérgio Barroso, oncologista médico e director da Unidade de Oncologia do Centro Hospitalar do Baixo Alentejo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode dizer-se que as principais conclusões foram de encontro a este objectivo: «A utilização de um regime de quimioterapia à base de docetaxel em conjunto com trastuzumab aumenta significativamente a sobrevivência livre de doença, tendo se verificado uma redução de 39 a 51% do risco de recidiva do carcinoma da mama», revela o mesmo especialista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estes resultados referem-se a uma actuação em estádio precoce do carcinoma da mama, ou seja, quando o tumor está localizado na glândula mamária ou nos gânglios da axila. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Uma alternativa para os doentes com risco cardíaco&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Os resultados do BCIRG-006 são ainda preliminares, mas, dada a sua importância e positividade, foram já apresentados. Trata-se de um estudo inovador no tratamento do carcinoma da mama porque, por um lado, utiliza a quimioterapia à base de docetaxel que, actualmente, é considerada como das mais eficazes numa fase precoce e, por outro, utiliza este novo medicamento – o trastuzumab – que bloqueia o receptor cerbB2/Her2 das células tumorais», sublinha o oncologista médico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma parte significativa dos doentes com carcinoma da mama, mesmo depois da cirurgia, necessita de fazer quimioterapia para minimizar o risco de reaparecimento da doença. Regra geral, a quimioterapia contém antraciclina (fármaco que pode provocar toxidade cardíaca). Mas a quimioterapia à base de docetaxel também pode ser aplicada sem antraciclina. Assim, esta «pode ser uma alternativa importante, pois mantém a eficácia e não apresenta toxicidade cardíaca significativa», diz Sérgio Barroso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este esquema de quimioterapia à base de docetaxel sem antraciclinas foi um dos testados no BCIRG-006 e «é uma alternativa para os doentes com risco cardíaco ou para aqueles em quem se pretende evitar esta toxicidade», assegura o especialista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para já, estes esquemas de tratamento usados no BCIRG-006 ainda não foram aprovados pelas entidades reguladoras dos medicamentos, «mas essa aprovação é muito provável a curto prazo, o que possibilitará a utilização do trastuzumab em associação com a quimioterapia à base de docetaxel na prática clínica», conclui Sérgio Barroso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: Médicos de Portugal&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7206501900460204764?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7206501900460204764/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7206501900460204764' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7206501900460204764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7206501900460204764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/novo-passo-no-tratamento-do-carcinoma.html' title='Novo passo no tratamento do carcinoma da mama'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxyoKhUh6pI/AAAAAAAAARY/P16I3MlHpqI/s72-c/a12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4225301330558163658</id><published>2007-10-22T13:56:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:09.354Z</updated><title type='text'>A concepção dos gémeos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxyhThUh6lI/AAAAAAAAAQ4/o8dmF78IVDI/s1600-h/gemeos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124147832774847058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 262px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px" height="261" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxyhThUh6lI/AAAAAAAAAQ4/o8dmF78IVDI/s400/gemeos.jpg" width="264" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Um em cada 80 nascimentos pode trazer gémeos à luz do dia. A probabilidade de vir a ter gémeos é tanto maior se na sua família ou na família do seu companheiro houver já história de partos gemelares. Nesse caso, é muito provável que venha a ter gémeos dizigóticos, provenientes de dois óvulos diferentes, os chamados "falsos gémeos" ou "gémeos não idênticos". Na sequência de tratamentos hormonais é também frequente surgirem gravidezes múltiplas. Os gémeos monozigóticos, também conhecidos como "gémeos idênticos ou verdadeiros", têm sempre o mesmo sexo e resultam de um único óvulo que após a fecundação se dividiu em dois e deu origem a dois seres distintos. Ambos os bebés são geneticamente idênticos, o que leva a que se assemelhem nos mais ínfimos promenores.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A ocorrência de gémeos monozigóticos é relativamente rara. Neste caso, os bebés partilham a mesma placenta, mas cada um possui o seu próprio cordão umbilical e a sua própria bolsa aminiótica protectora. Os gémeos dizigóticos, não idênticos, nem por isso são semelhantes entre si do que os restntes irmãos, para além de não serem necessariamente do mesmo sexo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os gémeos dizigóticos podem ocorrer quando dois óvulos amadurecem ao mesmo tempo e são fecundados cada um pelo seu espermatozóide. Cada um dos gémeos tem a sua própria placenta, a sua bolsa aminiótica e seu cordão umbilical.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;in Guia da Gravidez &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4225301330558163658?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4225301330558163658/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4225301330558163658' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4225301330558163658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4225301330558163658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/concepo-dos-gmeos.html' title='A concepção dos gémeos'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxyhThUh6lI/AAAAAAAAAQ4/o8dmF78IVDI/s72-c/gemeos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1851049761969504582</id><published>2007-10-22T13:40:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:09.482Z</updated><title type='text'>Relação com o parceiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxydDBUh6kI/AAAAAAAAAQw/-ft9xreiP0s/s1600-h/bebe.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124143151260494402" height="273" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxydDBUh6kI/AAAAAAAAAQw/-ft9xreiP0s/s400/bebe.jpg" width="386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; As responsabilidades inerentes à maternidade e à parentalidade irão com certeza alterar e reflectir-se na sua relação com os seu parceiro, bem como em todo o modo de vida do casal. Deixam agora de formar unicamente um par que partilha os seus interesses comuns, passam a ser os pais de um pequeno ser humano cujas necessidades têm de ser atendidas "24 horas po dia". Uma vez que a satisfação dessas necessidades ocupa a maior parte do seu tempo, é natural que o seu parceiro se sinta negligenciado. A única maneira de evitar isto será incluí-lo e chamá-lo a participar na sua vida com o bebé. Para o recém-nascido não é só importante a ligação à mãe, mas também ao pai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na relação entre a mãe e a criança o pai não deve de maneira alguma ser excluído. Mudar as fraldas, dar banho, dar carícias e por o bebé a arrotar depois de comer são oportunidades para o pai e a criança aprofundarem a sua relação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ternura, as carícias, o contacto itenso e de perto, são muito importantes, mas ainda nesta fase inicial, e muito agradáveis para todos os envolvidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixe que também o pai experimente e desfrute estas primeiras semanas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;In guia do bebé&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1851049761969504582?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1851049761969504582/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1851049761969504582' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1851049761969504582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1851049761969504582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/relao-com-o-parceiro.html' title='Relação com o parceiro'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxydDBUh6kI/AAAAAAAAAQw/-ft9xreiP0s/s72-c/bebe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4677239219604157371</id><published>2007-10-19T10:40:00.000+01:00</published><updated>2007-10-19T10:51:48.487+01:00</updated><title type='text'>Linha de saúde orienta utentes sobre fármacos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A linha telefónica de saúde vai encetar um novo tipo de intervenção, prestando aconselhamento sobre a toma de medicamentos. O atendimento será assegurado por técnicos de farmácia e farmacêuticos, garantiram ontem responsáveis da empresa que, por contrato com o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.min-saude.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Ministério da Saúde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt&amp;amp;q=Ministério+da+Saúde&amp;amp;btnG=Google+Search"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;+&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; , tem a cargo a orientação dos utentes no universo do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?ie=UTF-16&amp;amp;oe=UTF-16&amp;amp;q=site%3Asrsdocs.com+"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Serviço Nacional de Saúde &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt&amp;amp;q=" btng="Google+Search'"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;+&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; . Haverá aconselhamento sobre interacções medicamentosas, posologia ou efeitos secundários dos medicamentos, mas nunca serão alteradas as prescrições feitas pelos médicos. A garantia foi dada por Ramiro Martins, da empresa responsável pelo funcionamento da Linha de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.saude24.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Saúde 24&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt&amp;amp;q=Saúde+24&amp;amp;btnG=Google+Search"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;+&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; . Admite o mesmo gestor que técnicos de farmácia e farmacêuticos, a partir de agora juntando-se aos 317 profissionais de saúde da equipa nacional, possam indicar, entre outros produtos não sujeitos a receita médica, "complexos vitamínicos e complementos nutricionais". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A avaliação dos resultados da Linha de Saúde 24 ainda não está feita pela Direcção-Geral de Saúde no que toca ao impacto nos hospitais e outras unidades de saúde. Mas tal avaliação vai ser feita,garante Filomena Parra, sub-directora-geral da Saúde, para que se meça também eventuais impactos financeiros. Terão que ser verificados os números em 416 serviços do país. O número 808 24 24 24 arrancou a nível experimental em 24 de Abril passado, tendo passado à fase plena em meados de Maio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Os problemas com crianças suscitaram o maior número de ligações. São 58% os contactos relacionados com cuidados pediátricos. Em termos globais, 86% das pessoas fizeram apenas uma chamada ao longo destes quase seis meses de funcionamento; 6% ligaram duas vezes e 8% pediram orientação três ou mais vezes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;De todas as chamadas acolhidas, foram encaminhados para urgência hospitalar 20% dos casos; desta fracção, 3% foram consideradas emergências e encaminhadas para o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.inem.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;INEM&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.google.com/search?hl=pt&amp;amp;q=INEM&amp;amp;btnG=Google+Search"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;+&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; . Por outro lado, em 25% das situações as pessoas foram aconselhadas a permanecer em casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O atendimento nacional está a ser assegurado por uma empresa, através de um contrato no valor de 48 milhões de euros ao longo de quatro anos, dos quais já decorreram 14 meses, pois foi contado o período de instalação do sistema.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4677239219604157371?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4677239219604157371/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4677239219604157371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4677239219604157371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4677239219604157371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/linha-de-sade-orienta-utentes-sobre.html' title='Linha de saúde orienta utentes sobre fármacos'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-5475248370324101940</id><published>2007-10-17T14:28:00.000+01:00</published><updated>2007-10-17T14:34:51.251+01:00</updated><title type='text'>Cuidador Familiar: um personagem muitas vezes esquecido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Escrito por Enf. Jorge Franco   &lt;br /&gt;29-Set-2007 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;" Quando fala-se de cuidador familiar faz-se referencia a uma pessoa adulta, que realiza e proporciona as actividades de vida diária procurando minorar ou até mesmo suprir o deficit de auto cuidado da pessoa que cuida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Este artigo procedente de uma revisão bibliográfica, evidencia o cuidador familiar como o principal responsável pelo cuidado ao nível domiciliário. Traça o perfil do cuidador e aborda os principais motivos que normalmente fazem com que uma pessoa assuma tal papel. Descreve sentimentos e necessidades experimentadas pelos cuidadores familiares consoante os estudos realizados. Finalmente faz uma análisecrítica do sistema formal de saúde e conclui com algumas recomendações. &lt;br /&gt;Palavras-chave: Cuidador familiar; invisibilidade; descrição. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumen&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Este artículo procedente de una estudio bibliográfico revela al cuidador familiar como siendo el principal responsable del cuidado a nivel domiciliario. Hace una identificación del cuidador y describe los principales motivos que normalmente hacen que una persona asuma tal papes. Describe sentimientos y necesidades vivenciadas por los cuidadores familiares de acuerdo con estudios realizados. Finalmente, hace un análisis del sistema formal de salud y concluye con algunas sugerencias. &lt;br /&gt;Palabra-clave: Cuidador familiar; invisibilidad; descrisón.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abstract&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;This article, that comes from a bibliographic study, describes the family caregiver as the main responsible for the home care. If describes the carer profile, and the main motives that normally take the person to assume sucli position. It describes feelings and needs that carers live, counting on the studies performed. Finally, it makes a critical reflection on the formal system, and concludes with some recommendations. &lt;br /&gt;Key words: Informal care; invisibility; discretion. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das principais características deste início de século é o envelhecimento da população, fruto de um aumento significativo da esperança de vida. Esse facto  torna-se relevante na medida que causa um aumento das demandas sociais e económicas devido esta população necessitar de uma maior atenção por parte não só das autoridades de saúde, como também de suas famílias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ONU estima para os próximos 20 anos um aumento de 300% nas necessidades em cuidados de saúde da população idosa. Paralelamente a este facto espera-se um aumento acentuado da prevalência de doenças não transmissíveis e de evolução prolongada, que deverão reclamar por políticas de saúde que prestigiem mais apoios à assistência domiciliária.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Actualmente devido a  sobrecarga do sistema de saúde, observa-se uma tendência para se diminuir o máximo possível o tempo de permanência dos indivíduos nas  unidades de saúde e para transferir muitos cuidados, que antes eram tidos como hospitalares, para os serviços de apoio a comunidade e com isso para as famílias. COLLIÉRÈ (1999), no que refere a família coloca que esta é o eixo dos cuidados "(...) que detém em si próprio um valor terapêutico". Por ser uma unidade viva é nesta que se encontra o maior número de cuidadores informais, destacando-se as mulheres, pois  desenvolvem este ofício desde o início da humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A insistência por um modelo biomédico centrado na doença deixa de lado aquele que assiste ao doente "o cuidador" e não permite que o seu trabalho tenha a visibilidade merecida e com isso todo o apoio necessário. Cabe a Enfermagem, neste sentido, a responsabilidade pelo aprimoramento e desenvolvimento de acções que sejam verdadeiramente centradas na família, tendo em conta o contexto em que a mesma esta inserida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo  o cuidador familiar como o principal responsável pela assistência ao nível domiciliário  este trabalho traça o seu perfil, descreve sentimentos, dificuldades e necessidades e recomenda algumas acções por parte do sistema formal de saúde. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;Perfil e os motivos que levam a ser um cuidador&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os cuidadores familiares desempenham um papel crucial pois assumem a responsabilidade do cuidar do familiar. A maioria são do sexo feminino,  normalmente são as esposas, as filhas ou filhos que desempenham o papel preponderante no resgate do cuidar do seu familiar. Na generalidade tem nível educacional baixo e se situam na idade activa em faixas etárias próximas das pessoas que cuidam, o que explica o facto que uma grande parte dos cuidadores serem as cônjuges.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando fala-se de cuidador familiar faz-se referencia a uma pessoa adulta, que realiza e proporciona as actividades de vida diária procurando minorar ou até mesmo suprir o deficit de auto cuidado da pessoa que cuida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os motivos que levam com que o familiar seja o cuidador principal são na generalidade a disponibilidade de tempo para o fazer, o sentimento de obrigação e de dever e a solidariedade. CALDAS (1995), acrescenta e coloca que entre os factores que influenciam o familiar a assumir a responsabilidade do cuidar se destacam: a influencia histórica, os imperativos culturais e os preceitos religiosos. &lt;br /&gt;Algumas vezes acontece da pessoa ter que assumir de forma súbita e inesperada o papel de cuidador, sem que para isso tenha se preparado, ou pensado seriamente sobre o assunto. Outras vezes observa-se que a pessoa em um acto espontâneo e impulsivo assume o cuidar ou, sem perceber, vai assumindo pequenos cuidados e quando percebe já é o cuidador principal, estando completamente comprometido. FERNANDES (2002), comenta que na maioria das vezes a pessoa assume um papel que lhe é imposto pelas circunstâncias e não por escolha própria, apesar de reconhecer que esta missão naturalmente seja sua. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sentimentos / Dificuldades&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O planeamento de alta é extremamente importante e deve ser aplicado a todos os cuidadores. Porem, infelizmente observa-se situações em que este instrumento é mal aplicado ou simplesmente inexiste, o que gera dificuldades e sentimentos de incerteza no cuidador. CONNEL e BAKER (2004), coloca que esses cuidadores acabam por experimentar um elevado grau de incerteza quanto ao próprio planeamento dos cuidados e por isso utilizam algumas estratégias de coping na tentativa de ultrapassar os obstáculos. Entre estas estratégias citam: 1) manutenção de uma atitude positiva; 2) adaptação à mudança; 3) comparação com os outros; 4) mudanças no trabalho; 5) o humor; 6) o suporte de familiares e amigos próximos. Já RODRIGUES; et al., (1999), em seu estudo com cuidadores familiares de idosos com sequelas de AVC, identificou uma diversidade de sentimentos experimentados pelos cuidadores no decorrer do processo de cuidar como o carinho, amor, indignação pela situação, o prazer, a pena, a tristeza entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cuidador familiar tende a valorizar em primeiro lugar as necessidades da pessoa que cuida deixando para um segundo plano as suas próprias necessidades. Muitas vezes após assumir a responsabilidade do cuidar eles experimentam algumas dificuldades/necessidades como: a pouca ou nenhuma informação a cerca da doença, dúvidas quanto a prestação de cuidados, necessidades proveniente da falta de recursos e de apoio económico e por último aquelas centradas no suporte emocional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O planeamento de alta permite que o familiar participe activamente dos cuidados ao doente durante o processo de hospitalização, possibilitando planificar melhor o regresso ao domicilio facilitando todo o processo de transição. Porem deve-se ter atenção alguns pontos como DRISCOLL, A (2000), coloca bem: 1º) a percepção da informação por parte do cuidador; 2º) a suficiência dessa informação; 3º) a devida utilização dessa informação. Quanto ao primeiro ponto é importante a realização de um planeamento de alta adequado a cada situação específica e de acordo com as necessidades sentidas. No que diz respeito ao segundo ponto é imprescindível que os cuidadores recebam informação suficiente para que se diminua a ansiedade e a probabilidade de complicações domiciliares. E finalmente quanto a utilização da informação esta quando chega de forma positiva ao cuidador proporciona uma redução do número de readmissões e uma diminuição no tempo de permanência do doente a nível hospitalar, o que representa a existência de cuidados domiciliares mais eficazes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um outro ponto a ter em conta é a sobrecarga que o cuidador vive devido os factores geradores de stress e ansiedade. Esta sobrecarga pode estar ligada a uma dimensão objectiva como é o caso dos acontecimentos e actividades concretas como a dependência económica , mudança na sua rotina, a falta de tempo para si mesmo, entre outros ou a uma dimensão subjectiva que inclui os sentimentos de culpa, de vergonha, a baixa auto-estima  e  a  preocupação excessiva com o familiar doente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cuidador que se dedica ao cuidar de uma pessoa totalmente dependente sem qualquer tipo de apoio formal, tende a vir a sofrer desgastes físicos e emocionais consideráveis provenientes da sobrecarga imposta, principalmente quando o doente assistido apresenta além de incapacidade física deficit cognitivo. MAROTE; et al (2005), no que diz respeito aos sinais de desgaste físico referenciado pelos cuidadores destacam: as lombalgias no topo das referências, seguido pelo cansaço físico, hipertensão,  anorexia, cefaleias, entre outras. Refere também a ocorrência de alterações no sistema imunológico, para além dos problemas sono, fadiga crónica, alterações cardiovasculares e depressão e ansiedade superiores aos da população em geral. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sistema Formal / Informal&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O aparecimento do cuidador nas unidades de saúde, faz-se na maioria das vezes em situações de crise, e é o reflexo da sobrecarga que o mesmo teve que sustentar e que naquele momento não se encontra com condições mais de suportar. O modelo biomédico existente impede que seja detectado a verdadeira razão da sua  procura e o seu real estado de saúde limitando-se simplesmente ao tratamento sintomático do problema, visto que a própria visão de saúde ser estreitada em muitos profissionais.&lt;br /&gt;A ineficácia dos programas públicos de saúde de atenção ao domicílio, não só trás graves prejuízos em todo o sistema, como também na grande massa de cuidadores.  MONIS; et al., (2005), relata que o cuidado formal de saúde prestado no domicílio, "não é mais de que a ponta do iceberg no qual o sistema informal constitui um verdadeiro sistema invisível de cuidados de saúde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O enfermeiro deve observar a família como uma unidade, um grupo e não como uma simples soma de pessoas. Deve entender que qualquer alteração em um de seus membros pode causar repercussão no funcionamento do grupo como um todo. Durante a visita domiciliar deverá conhecer não só o doente como também o seu cuidador ambos inseridos em seu contexto, como suas relações sociais e afectivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CRESPO e LOPEZ (2007), ressaltam que é importante que os profissionais, inclusive o enfermeiro,  desenvolvam e incentivem vários tipos de intervenções com a finalidade de salvaguardar a integridade física e emocional dos cuidadores, entre estas  citam: 1º) apoios formais mediante serviços comunitários de alívio; 2º) programas psicoeducativos; 3º) formação de grupos de ajuda mútua; 4º) intervenções psicoterapeutas; 5º) combinações das anteriores. Já PERA (2000), sugere outras medidas que também devem ser incentivadas como: 1ª) proporcionar formação adequada dos cuidadores objectivando a melhoria dos cuidados prestados, prevenção de lesões e redução do stress; 2ª) fornecer informação sobre técnicas  de planeamento com a finalidade de gerir melhor o tempo: 3ª) identificação, diagnóstico e tratamento imediatos de problemas por parte dos profissionais; 4ª) proporcionar opções de escolha (sistemas de apoio) para que em momentos de dificuldade o cuidador possa recorrer e buscar a ajuda necessária e sem demora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É importante adequar a aplicação de qualquer programa as necessidades dos cuidadores. Uma das estratégia é a de envolver as famílias nos cuidados prestados ao nível hospitalar, numa tentativa de capacita-las para a futura transferência do doente para o domicílio, facto já observado em muitas unidades de saúde. Porem é imprescindível também investimentos em políticas de intervenção comunitária onde os profissionais possam desenvolver planos de saúde de interesse das famílias, onde o conjunto de acções não foquem somente a pessoa dependente mais também o seu cuidador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cuidador familiar representa a base do cuidar no domicílio, pois apesar da pouca visibilidade é ele que assegura a grande parte da assistência a esse nível. Estudos mostram que a grande maioria tem nível educacional baixo, são do sexo feminino e que não recebem qualquer tipo de remuneração pelo que fazem. Os motivos que levam as pessoas a serem cuidadores familiares são o sentimento de obrigação e solidariedade, os factores históricos e culturais  e o simples facto de não existir uma outra opção.&lt;br /&gt;Existe uma tendência cada vez maior para se transferir o cuidar para o domicílio responsabilizando assim as famílias. Verifica-se que, em muitas ocasiões, essa transferência não é acompanhada com a devida avaliação quanto as condições dos familiares para que o recebimento do doente dependente  seja feito sem qualquer tipo de risco. Alguns estudos destacam a importância das unidades hospitalares e outras à nível comunitário se organizarem no sentido de  planear melhor a transferência do doente para o domicílio e para o desenvolvimento de programas de formação para cuidadores em diversas áreas.&lt;br /&gt;Quanto aos apoios que devem ser disponibilizados pelas instituições e órgãos sociais e de saúde para com os cuidadores destaca-se a necessidade de investimento em políticas de intervenção comunitária que garantam  a integridade física e psicológica dos cuidadores.&lt;br /&gt;  Dentre as estratégias sugeridas verificou-se a formação de um serviço comunitário de alívio, onde o cuidador possa fazer pausas de descanso sempre que necessitar, o fornecimento de formação e informação suficiente e envolvimento dos familiares nos cuidados prestados a nível hospitalar como medidas eficazes. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referenciais Bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MAROTE, A; CARMEM, M; LEODORO, S; PESTANA, V; - Realidade dos Cuidadores Informais de Idosos Dependentes da Região Autónoma da Madeira. Revista de Investigação Sinais Vitais, nº 61,  Julho, Coimbra (2005) p.19-24  ISSN 0872-0844.&lt;br /&gt;CONNEL, B e BAKER, L - Managing as carers of stroke survivors: strategies from the field. Journal of Nursing Practice. Oxford. 10, (2004) p. 121-126.&lt;br /&gt;CRESPO, M ; LÓPEZ, J - Intervenciones  con cuidadores de familiares mayores dependientes: una revisión. Psicothema, vol 19 (2007).  AN 24805796, disponivel em &lt;a href="http://web.ebscohost.com/ehost/results"&gt;http://web.ebscohost.com/ehost/results&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;RODRIGUES, P; APARECIDA, R; ANDRADE, O.G - Representaciones del cuidador familiar : Ante el anciano com ACV. Revista de Enfermaria, vol 22 nº6 (1999). ISSN : 0210-5020.&lt;br /&gt;CALDAS, C.P - Contribuindo para a construção da rede de cuidados: trabalhando com a família do idoso portador de sindrome demencial. Revista de Enfermagem. UERJ, Rio de Janeiro, Vol 3, nº 2 (1995) disponível em &lt;a href="http://www.unati.uerj.br/tse/scielo.php?script"&gt;http://www.unati.uerj.br/tse/scielo.php?script&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;O.M.S- Declaração elaborada pelo Grupo de Trabalho da Qualidade de Vida  Organização Mundial de Saúde. Disponível em URL: http:// &lt;a href="http://www.ops.org.br/publicacl"&gt;www.ops.org.br/publicacl&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;PERA, I.P - El cuidador Familiar. Una Revisión sobre la necesidad del cuidado doméstico y sus repercusiones en la familia. Revista de Enfermaria y Humanidades. Ed. Consejo de Enfermeria de la Comunidad Valenciana. (2000). Dep.Legal: A-3.210-2000.&lt;br /&gt;MONIS, C; LOPES, G; CARVALHAS, J; MACHADO, S - Sobrecarga do Cuidador Informal. Revista de Formação continuada de Enfermagem - Informar. Ano XI, nº 35, (2005)  Dep. legal nº 86 748/95.&lt;br /&gt;COLLIÉRÈ, Marie-Françoise - Promover a vida: da prática das mulheres de virtude aos cuidados de enfermagem. 2º edição Lisboa, Edições Técnicas (1999).&lt;br /&gt;MARTINS, M.M.F.P.S - Uma crise Acidental na Família. O Doente com AVC. Coimbra, edição Formasau (2002). ISBN 972-8485-30-1.&lt;br /&gt;DRISCOLL. A - Managing post-discharge care at home: na analysis of patients' and  their carers' perceptions of information receiced during their stay in hospital. Journal of Advanced Nursing. (2000) Disponível em &lt;a href="http://web.ebscohost.com/ehost/detail?vid"&gt;http://web.ebscohost.com/ehost/detail?vid&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MARTINS, M.M.S; - A Família, um Suporte ao Cuidar. Revista sinais Vitais. 50, p.52 a 56. Coimbra (2003) ISSN 08728844.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Enf. Jorge Antônio Martins Franco &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-5475248370324101940?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/5475248370324101940/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=5475248370324101940' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5475248370324101940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/5475248370324101940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/cuidador-familiar-um-personagem-muitas.html' title='Cuidador Familiar: um personagem muitas vezes esquecido'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-2168767136709168563</id><published>2007-10-17T01:36:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:09.726Z</updated><title type='text'>Cólicas fazem sofrer recém-nascidos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxVc5gACtYI/AAAAAAAAAJA/qxwr6AgaSjA/s1600-h/a1a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122102294116218242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxVc5gACtYI/AAAAAAAAAJA/qxwr6AgaSjA/s400/a1a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Sofia Filipe Data: 2007-08-04&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Os recém-nascidos sofrem muito com as chamadas cólicas do terceiro mês. É clinicamente complicado distinguir a cólica e o choro, não raras vezes deixando os pais preocupados. Existe uma solução para este problema, mas é fundamental consultar um especialista antes de administrar qualquer tipo de fármaco ao lactente. Os pais também devem ser tranquilizados, afinal, trata-se de um problema transitório.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A cólica, normalmente, caracteriza-se por episódios de irritabilidade, agitação e choro. Podem durar cerca de três horas por dia, surgindo três a quatro dias por semana, ao fim da tarde e noite. Afecta bebés com idades compreendidas entre os 15 dias e os 4-5 meses. Os pais, ao constatarem que o recém-nascido sofre, ficam nervosos, angustiados, ansiosos e, por vezes, sem saber o que fazer para atenuar a dor do bebé. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quando o bebé tem cólicas apresenta um choro muito intenso, fica congestionado, ruborizado, tende a encolher as pernas, a barriga fica espástica, tem muitos gases e, por vezes, prisão de ventre. «Para dizer que se trata de cólicas temos de excluir outras causas, por exemplo, se tem fome, ou se está desconfortável, e é importante que a mãe tenha a noção de que a criança, às vezes, chora porque quer que lhe prestem atenção», diz o Dr. Herculano Rocha, chefe de serviço de Pediatria do Hospital de D. Maria Pia, no Porto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Além do mais, o Dr. Martins Roque, pediatra, director do Departamento de Medicina do Hospital de D. Estefânia, explica que «um recém-nascido tem o seu período de adaptação ao exterior, normalmente, com a duração de dois ou três meses. O choro está, muitas vezes, ligado à intenção do bebé chamar a atenção ou reclamar, seja contra o frio, o calor ou contra a dor. É neste fenómeno que se pode inserir a cólica, que se traduz por um choro intenso, sendo difícil sossegar a criança». &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Acalmar o bebé, tranquilizar os pais Embora não haja consenso entre os especialistas em relação ao tratamento das cólicas, é importante diminuir a ansiedade da mãe, dizer-lhe que o problema é passageiro e, obviamente, acalmar o pequeno ser. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;«Antes de qualquer procedimento, a mãe deve falar, acarinhar e manter uma interacção positiva com a criança, uma vez que não existem certezas sobre a causa das cólicas e, como tal, não há um tratamento adequado», salienta Herculano Rocha, prosseguindo: «Não há medicamentos específicos para as cólicas, mas sim os que interferem na motilidade intestinal, ou medicamentos como o Aero-om, que tendem a diminuir os gases.» &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;«O Aeoro-om ajuda a acalmar a criança», explica Martins Roque, argumentando: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;«A verdade é que para muitos pode parecer inócuo, mas verificamos que ao parar com o medicamento as cólicas voltam. Não sabemos se é por razões psicológicas, mas a verdade é que funciona.» &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Por outro lado, o Dr. Libério Ribeiro, pediatra e presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, indica que «não há nenhuma panaceia totalmente eficaz para as cólicas do lactente. A educação dos pais nas relações com o filho é o primeiro passo e talvez o mais importante. O aleitamento materno e a utilização de leites especiais podem ser necessários. A administração de chás de ervas (maçã, anis, camomila, canela e menta) é aconselhada por alguns médicos, embora de resultados discutíveis». &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;«Há medicamentos em gotas que, pelo seu efeito antiespasmódico ou antiflatulente, conferem algum alívio ao bebé», continua Libério Ribeiro, acrescentando: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;«Medidas como massajar a barriga do bebé ao mesmo tempo que se flectem os joelhos sobre o abdómen, ou deitar o bebé no colo de barriga para baixo, podem ajudar a aliviar as cólicas. No caso de haver prisão de ventre, podem ser utilizados medicamentos tipo laxante, que aceleram o movimento do intestino, mas nunca devem ser dados sem prévia indicação do pediatra.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Várias hipóteses As causas exactas das cólicas não são conhecidas, mas são colocadas várias hipóteses: alguns especialistas apontam a alergia ao leite materno, ou aos leites artificiais, mas a verdade é que quando se faz a substituição o problema não fica resolvido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Outra explicação para a ocorrência de cólicas tem que ver com a dificuldade na eructação e na passagem do ar através do intestino, havendo também quem «responsabilize» a imaturidade do aparelho digestivo e a alimentação. Existem, ainda, estudos que indicam que o final de uma gravidez com angústia e ansiedade se reflecte no recém-nascido através do choro e das cólicas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Todavia, não é um problema grave. Além disso, é passageiro. «É fundamental a nossa capacidade de tranquilizar os pais, de lhes dizer que a criança está bem, que não tem nenhum problema de saúde e que não há razão para estarem preocupados», alerta Herculano Rocha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Fonte: Médicos de Portugal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-2168767136709168563?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/2168767136709168563/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=2168767136709168563' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2168767136709168563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/2168767136709168563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/clicas-fazem-sofrer-recm-nascidos.html' title='Cólicas fazem sofrer recém-nascidos'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxVc5gACtYI/AAAAAAAAAJA/qxwr6AgaSjA/s72-c/a1a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-3909557849740999549</id><published>2007-10-16T02:04:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:10.037Z</updated><title type='text'>É menino ou menina?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxX5FgACtdI/AAAAAAAAAJs/Fx19YjbJbEQ/s1600-h/abb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122274024088581586" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxX5FgACtdI/AAAAAAAAAJs/Fx19YjbJbEQ/s400/abb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O facto do seu bebé ser menino ou menina tem exclusivamente a ver com o espermatozóide que fertilizou o óvulo, que poderia conter o cromossoma feminino X ou um cromossoma masculino Y. Assim, o material genético com que a mãe contribui não tem qualquer relevância para a determinação do sexo do bebé.&lt;br /&gt;Dos 23 pares de cromossomas herdados dos pais, um desses pares é composto pelos chamados cromossomas sexuais. Os cromossomas sexuais femininos compõem-se de dois cromossomas X, ao passo que os masculinos se compõem de um cromossoma X, mas do pai poderá receber um cromossoma Y - neste caso nascerá menino (XY) - ou um cromossoma X - resultando então no nascimento de uma menina (XX). Existem indícios que apontam no sentido dos espermatozóides com crossomas Y se movimentarem mas depressa no percurso através do útero do que aqueles que contém o cromossoma X.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida os espermatozóides com cromossomas X parecem viver mais tempo, pelo que se poderá concluir que se as relações sexuais ocorrerem um ou dois dias antes da ovulação é mais provável nascerem rapazes, ao passo que se estas ocorrerem um ou dois dias antes da ovulação é mais provável que nasçam raparigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Guia da Gravidez&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-3909557849740999549?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/3909557849740999549/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=3909557849740999549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3909557849740999549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/3909557849740999549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/menino-ou-menina.html' title='É menino ou menina?'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxX5FgACtdI/AAAAAAAAAJs/Fx19YjbJbEQ/s72-c/abb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4068427946330030336</id><published>2007-10-15T16:16:00.000+01:00</published><updated>2007-10-15T16:19:12.208+01:00</updated><title type='text'>Atitude dos Enfermeiros perante a Criança em Fase Terminal da Vida</title><content type='html'>2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores:&lt;br /&gt;Cátia Santos&lt;br /&gt;Ana Nunes&lt;br /&gt;Ana Zélia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida e a morte são experiências pessoais, intransmissíveis e inevitáveis (Soares, 2004). Mas, quando a morte ocorre numa criança é encarada como grande injustiça e atribui especificidades emocionais particulares, quer para a família quer para os enfermeiros (Pinto, 1997).&lt;br /&gt;Assim, o enfermeiro assume um papel fundamental junto do doente em fase terminal, pois é o profissional de saúde que está mais próximo dele e da sua família e que mais pode apoiar numa fase tão difícil como é a morte. Desta forma, ao se confrontar com um doente terminal, o enfermeiro deverá mostrar disponibilidade, estar presente, escutar, dar a mão e aceitar o sofrimento da pessoa que vai morrer. Assim, no exercício da sua arte deve ter presente que o morrer com dignidade é um direito do doente terminal (Ferreira, 2004).&lt;br /&gt;Por acharmos que a atitude e o comportamento dos enfermeiros perante o doente em fase terminal da vida é de crucial importância para a excelência do cuidar e bem-estar, e por ser um assunto pouco estudado, surgiu o interesse em identificar e descrever a Atitude dos Enfermeiros Perante a Criança em Fase Terminal da Vida.&lt;br /&gt;Neste trabalho quantitativo, exploratório-descritivo com abordagem qualitativa do conteúdo das entrevistas fizemos uma entrevista semi-estruturada, gravada em fita magnética e em MP3, a uma amostra probabilística acidental constituída por sete enfermeiras que exercem funções no Serviço de Pediatria do HCF realizada entre 26 e 31 de Janeiro de 2007. Utilizámos a estatística descritiva para o tratamento da variável de caracterização e para tratamento da variável em estudo a análise de conteúdo.&lt;br /&gt;Para fundamentar teoricamente o nosso estudo, baseámo-nos em vários autores tais como: Martins (1996), Pinto (1997), Collière (1999), Loureiro (2001), Monteiro &amp;amp; Santos (2001), Frias (2003), Nunes (2003), Fernandes, Franco &amp;amp; Martins (2004), Neto (2004), Pacheco (2004) e Soares (2004). E para a fundamentação metodológica baseámo-nos, essencialmente nos seguintes autores: Vala (1986), Ghiglione &amp;amp; Matalon (1993), Hungler &amp;amp; Polit (1995), Gil (1999), Almeida &amp;amp; Freire (2000), Lakatos &amp;amp; Marconi (2000) e Fortin (2003).&lt;br /&gt;As sete enfermeiras tinham idades compreendidas entre 25 e 49 anos, 57,14% das enfermeiras são solteiras, todas professam a religião Católica, 85,71% possuem licenciatura, 14,29% especialistas, 57,14% tem tempo de exercício profissional entre [0 – 8[ anos. A média de exercício profissional no Serviço de Pediatria é de 11 anos.&lt;br /&gt;A Atitude dos Enfermeiros Perante a Criança em Fase Terminal da Vida (278 unidades de enumeração) traduziu-se nas componentes cognitiva, afectiva e comportamental com 104, 97 e 77 unidades de enumeração respectivamente.&lt;br /&gt;Na categoria componente cognitiva, destacou-se a subcategoria ideias com 43 unidades de enumeração. Na categoria componente afectiva, a dor, a impotência e a satisfação com 19, 11 e 8 unidades de enumeração respectivamente. Já na categoria componente comportamental, foi mais evidenciado o satisfazer as necessidades (21 unidades de enumeração), a dificuldade (12 unidades de enumeração) e a presença (11 unidades de enumeração).&lt;br /&gt;Estes resultados permitem conhecer a Atitude dos Enfermeiros Perante a Criança em Fase Terminal da Vida, na medida em que foi-nos possível identificar o que os enfermeiros sabem, sentem e fazem aquando dos cuidados prestados à criança em fase terminal da vida, constituindo assim, uma oportunidade de reflexão acerca desta temática.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4068427946330030336?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4068427946330030336/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4068427946330030336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4068427946330030336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4068427946330030336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/atitude-dos-enfermeiros-perante-criana.html' title='Atitude dos Enfermeiros perante a Criança em Fase Terminal da Vida'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-7399084508679836363</id><published>2007-10-15T16:13:00.000+01:00</published><updated>2007-11-11T19:20:01.791Z</updated><title type='text'>Guia do Bebé</title><content type='html'>A VIDA COM O SEU BEBÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bebé altera por completo a vida dos seus pais. Caso este seja o seu primeiro bebé, é natural que ainda sinta alguma estranheza face ao novo papel que irá desempenhar. Encare-o como um grande mas belo desafio na sua vida!&lt;br /&gt;Nas primeiras semanas de vida, os bebés ocupam todo o tempo das suas mães e dos seus pais, de tal modo e com tal intensidade que por vezes não fica nem uma hora disponível para tarefas "secundárias" como limpar e arrumar a casa. Terá de aceitar que com esta idade todos os bebés choram de acordo com um estudo científico em média duas horas por dia.&lt;br /&gt;A publicação deste guia pretende acompanhá-lo ao longo das fases do seu bebé durante o seu primeiro ano de vida. Descreverá com exactidão as necessidades quotidianas do lactente em crescimento.&lt;br /&gt;Fornece-lhe pistas sobre como resolver pequenos problemas diários e como identificar os sintomas que poderão exigir a intervenção de um médico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-7399084508679836363?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/7399084508679836363/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=7399084508679836363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7399084508679836363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/7399084508679836363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/guia-do-beb.html' title='Guia do Bebé'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-4157242735955177669</id><published>2007-10-14T13:43:00.000+01:00</published><updated>2008-12-09T13:25:10.512Z</updated><title type='text'>Guia da Gravidez</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O MILAGRE DA VIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A concepção&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O milagre mais maravilhoso de todos acontece sem que ninguém se dê de conta dele. Trata-se para si de um dia como qualquer outro, porém algo de especial acontece no interior do seu corpo: a partir de um óvulo e de um espermatozóide tem origem uma nova vida. Se os seus ciclos forem regulares, é sensívelmente a meio do período entre duas hemorragias menstruais que o seu período fertil ocorre. Quer isso dizer que um óvulo é libertado&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121543050719572866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 236px" height="208" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxNgRQACs4I/AAAAAAAAAEs/TKZI4vJv0RM/s400/f.jpg" width="354" border="0" /&gt; de um dos dois ovários - um processo a que se dá o nome de ovulação. Se tiver relações sexuais com o seu parceiro pouco tempo antes ou durante a ovulação, tanto maior será a hipótese de ocorrer a concepção. O óvulo será fecundado se um dos milhões de espermatozóides presentes numa ejaculação de esperma masculino conceguir interceptá-lo e penetrá-lo com êxito. Ambas as células se unem, formando uma célula única que no decurso de uma semana viaja através da trompa até ao útero, onde se poderá alojar se todas as condições propícias estiverem reunidas, tendo assim início a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa nova célula é composta por um conjunto de genes, nos quais estão descritas as características heriditárias da mãe e do pai. Esses genes, que irão formar um ser humano novo e único, estão combinados em 23 pares de cromossomas - as cadeias ADN - que transmitem o código genético a cada uma das células do nosso corpo. Uma das metades de cada par de cromossomas é recebida da mãe e a outra metade do pai. No momento da fecundação a combinação dos genes da mãe e do pai é que decide quais as características hereditárias de que o novo ser humano irá ser dotado. Já nesta altura foi determinado se o seu bebé será louro ou moreno, alto ou baixo, bem como se será rapaz ou rapariga e se vai apresentar mais semelhanças com o pai ou com a mãe. Como em termos genéticos o "castanho" é dominante em relação ao "azul", uma criança cujos os pais possuam olhos de cores diferentes, terá maior probabilidade de ter olhos castanhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;In guia da gravidez &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-4157242735955177669?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/4157242735955177669/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=4157242735955177669' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4157242735955177669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/4157242735955177669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/guia-da-gravidez.html' title='Guia da Gravidez'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0MLxnJuzXXI/RxNgRQACs4I/AAAAAAAAAEs/TKZI4vJv0RM/s72-c/f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334725255607863841.post-1794151106303195145</id><published>2007-10-13T19:26:00.000+01:00</published><updated>2007-10-14T14:20:46.275+01:00</updated><title type='text'>Qualidade de Vida da Pessoa com Estoma Intestinal Definitivo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;2007&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Autores: Isabel Perregil &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Carolina Paulo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;RESUMO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ocorre alguma ameaça séria ou défice real na estrutura, função ou aparência do corpo, as pessoas ficam perturbadas. Este tipo de alterações exige que revejam concepções sobre o seu corpo há muito tempo aceites e os modelos de vida poderão necessitar de ser alterados. O doente poderá encarar problemas relacionados com o trabalho, actividades sociais, família e as actividades sexuais poderão exigir uma modificação. Os indivíduos poderão julgar que perderam a qualidade, capacidade para realizar e que as suas aptidões e talentos são deficientes (Brundade &amp;amp; Broadwell, 1995).&lt;br /&gt;Neste contexto e sabendo que um estoma intestinal definitivo pode ser um elemento de desequilíbrio na capacidade de auto-controlo, e poderá constituir um factor que leva o indivíduo a experimentar dificuldades nas suas diferentes dimensões (fisiológica, emocional, psicológica, intelectual, social e espiritual), consideramos que estes indivíduos poderão dar mais valor a conceitos como saúde e qualidade de vida, uma vez que experimentam a sua ausência.&lt;br /&gt;Estando cientes dos aspectos anteriormente referidos, realizamos um trabalho de investigação de carácter descritivo simples de nível 1, que nos permitisse avaliar e descrever a QDV das pessoas com EID.&lt;br /&gt;Fundamentamo-nos em autores como Seidl e Zannon (2004), Ribeiro (2002), Martins (2002), Silva e Shimizu (2006), Costa e Franco (2001), Fortin (1999), entre outros.&lt;br /&gt;A amostra estudada foi do tipo acidental não probabilística e contemplou 25 utentes que frequentavam a Consulta Externa de Estomaterapia do Hospital Central do Funchal, E.P.E. no período de Fevereiro e Março 2007.&lt;br /&gt;Para a colheita de dados utilizamos o WHOQOL-bref, que avalia a Qualidade de Vida em quatro domínios (físico, psicológico, social e ambiental), integrando ainda 2 questões de carácter geral relativas à avaliação da Qualidade de Vida e à saúde percebida pelo inquirido.&lt;br /&gt;Relativamente à caracterização da amostra, concluímos após o tratamento e análise dos dados, realizado com base na estatística descritiva que predominam os indivíduos do género masculino com 56,00%, com uma média de idades de 60,64 anos sendo a classe modal a dos [48-58], os inquiridos maioritariamente casados (76,00%) e provenientes do Funchal. Um total de 36,00% dos indivíduos exerce actividade profissional, no entanto, predominam os indivíduos reformados com 44,00%. Relativamente às habilitações literárias, 32,00% têm o 1º ciclo de escolaridade. A grande maioria dos inquiridos é católica (92,00%) e vivem acompanhados (96,00%). O tipo de estoma que predomina é a colostomia com 76,00% e a maioria possui o EID há mais de três anos (36,00%). A causa do estoma mais apontada foi a neoplasia colo-rectal. A maioria dos inquiridos referiu a presença de complicações, 68,00%. Apenas duas pessoas realizam a irrigação do estoma. Verificamos que o tipo de dispositivo mais utilizado foi o de uma peça e fechado com 64,00%, que grande parte efectua a mudança do dispositivo uma vez ao dia (56,00%) e que esta é feita maioritariamente pelo próprio (88,00%). A maioria dos inquiridos considera possuir as condições de habitação necessárias para a realização do seu autocuidado (76,00%). Quando os utentes têm dúvidas ou surgem imprevistos, estes recorrem maioritariamente à enfermeira de estomaterapia (84,00%).&lt;br /&gt;No que respeita à variável em estudo, Qualidade de Vida, e considerando 12 como ponto médio relativo aos scores possíveis (mínimo 4 e máximo 20), concluímos que o domínio social foi o mais afectado, com uma média de scores de 12,27, tendo apresentado o score obtido mais baixo (5,33), com desvio padrão de 3,10, demonstrando maior heterogeneidade entre os inquiridos e com uma mediana de 12,00; segue-se o domínio psicológico com média de scores de 12,88, uma mediana de 12,67, um desvio padrão de 1,63, sendo aquele que se revela mais homogéneo; posteriormente temos o domínio físico com uma média de 13,21, com desvio padrão de 1,75 e mediana de 13,14; por fim, o menos afectado, foi o domínio ambiental, com uma média de 13,44, com um desvio padrão de 1,72 e uma mediana de 14,00.&lt;br /&gt;Na análise feita aos domínios da Qualidade de Vida, comparando as pessoas colostomizadas com as ileostomizadas, os dados revelaram que o domínio social se encontra mais comprometido nas pessoas possuidoras de ileostomia com uma média de scores de 10,89, comparativamente a 12,70 nos portadores de colostomia, não havendo divergências significativas nos valores obtidos nos restantes domínios.&lt;br /&gt;Avaliando a Qualidade de Vida Global da amostra concluímos que esta é apenas ligeiramente positiva com uma média de scores de 12,95, superior ao ponto médio definido (12), mas muito longe do desejado (20 – score máximo possível).&lt;br /&gt;Esperamos que os dados obtidos permitam compreender os aspectos mais marcantes e determinantes na vida da pessoa com EID, com intuito de contribuir para a reflexão da equipe multidisciplinar acerca de estratégias e intervenções adequadas para a melhoria da QDV destes utentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334725255607863841-1794151106303195145?l=isabelperregil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://isabelperregil.blogspot.com/feeds/1794151106303195145/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334725255607863841&amp;postID=1794151106303195145' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1794151106303195145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334725255607863841/posts/default/1794151106303195145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://isabelperregil.blogspot.com/2007/10/qualidade-de-vida-da-pessoa-com-estoma.html' title='Qualidade de Vida da Pessoa com Estoma Intestinal Definitivo'/><author><name>Isabel Perregil</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15341257495226549733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
